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Galeria Pagé sofre 2ª blitz em 5 dias
Felipe Zmoginski, de INFO Online Terça-feira, 22 de dezembro de 2009 - 15h31Wikimedia Commons |
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Compras de Natal no centro de São Paulo: Galeria Pagé sob ação policial |
SÃO PAULO - A Galeria Pagé, tradicional centro de compras populares na cidade de São Paulo, é alvo, hoje de uma nova ação policial que visa recolher produtos pirateados ou sem documentação fiscal.
Na sexta-feira (18), 70 agentes públicos – entre policiais, fiscais e auditores – fecharam 18 lojas suspeitas de comercializar produtos falsificados ou importados sem recolher impostos.
A operação de sexta contou com informações da Abes (Associação Brasileira da Indústria de Software) e teve como alvo principal lojas de eletrônicos e que comercializam programas para computador, jogos e filmes piratas.
Já nesta terça, a ação é orientada contra 14 lojas que vendem material esportivo. De acordo com a polícia paulista, a ação de hoje é resultado de investigações pedidas por cinco fabricantes de produtos esportivos, Billabong, Mormaii, Element, Kappa e Umbro.
Com a ação policial, parte da Galeria está interditada hoje, impedindo as compras no prédio comercial. Amanhã, quarta-feira, no entanto, o centro comercial deve abrir normalmente.
Este não é o primeiro final de ano marcado por operações policiais nas lojas na Galeria Pagé, um local popularmente conhecido por vender roupas e eletrônicos por preços abaixo da média do mercado.
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O StandCenter Fechou, e os mesmo lojistas estão exatamente do outro lado da paulista, em frente... Será que só eu estou sabendo disso?
enviado por: Celio Martins em 23/12/2009 - 11:46 -
Natal tá chegando, né? Os puliça têm de arranjar um "qualquer" pra ceia e um outro "qualquer" pro Ano-novo...
enviado por: Saint-Clair Stockler em 22/12/2009 - 21:32 -
Eu já vi uma batida da PM no camelódramo do Rio, eles levaram software, filmes e CDs piratas, e a barraca onde eu ia comprar teve que fechar, foi justamente na hora em que cheguei.
enviado por: José Henrique Lício do Nascimento em 22/12/2009 - 20:42 -
Isso é um circo. No camelódromo de Florianópolis dificilmente vc vai encontrar uma nota fiscal, fora os milhares de software/jogos piratas. Outro dia fui no World Games comprar um jogo e tinha um PM lá. Dei uma freada, fiquei olhando meio de longe. Achei que ele estava fiscalizando alguma coisa, mas quando vi que ele estava comprando um Xbox 360 caí na gargalhada. Fazer o que, né.
enviado por: Otávio Müller em 22/12/2009 - 17:32 -
Isso sempre acontece nessas épocas do ano.
Em janeiro tá tudo normalizado.
enviado por: Danilo Gomes em 22/12/2009 - 16:13 -
Sim, Rosário. Vc acertou na conta: são cinco.
enviado por: Felipe Zmoginski em 22/12/2009 - 15:53 -
"... investigações pedidas por quatro fabricantes de produtos esportivos, Billabong, Mormaii, Element, Kappa e Umbro." Eu que não sei contar, ou são 5?
enviado por: Paulo Rosario em 22/12/2009 - 15:45





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