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Governo pode zerar imposto para tablets
Agência Brasil Terça-feira, 29 de março de 2011 - 10h16Wikimedia Commons |
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Paulo Bernardo, ministro das Comunicações: governo pode desonerar impostos para a fabricação de tablets |
RIO DE JANEIRO – O governo poderá zerar o imposto de equipamentos para a fabricação de tablets (computadores em forma de prancheta) no país, declarou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
A novidade foi revelada pelo ministro durante a sua participação ontem em palestra na sede da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).
Segundo o ministro, os tablets estão sendo muito procurados. Bernardo quer dar ao produto o mesmo tratamento dos computadores, porque acha que a desoneração nessa área vai diminuir o custo e estimular a instalação de empresas no país.
Segundo o Bernardo, a desoneração dos impostos sobre os tablets “tem grande chance de acontecer”. Isso pode ser feito por meio de uma instrução da Receita Federal, não sendo necessária uma lei específica, ressaltou.
Bernardo também destacou que o Plano Nacional de Banda Larga poderá elevar para 35 milhões o número de domicílios conectados à internet no Brasil até 2014, diminuindo o preço médio para R$ 35 mensais, afirmou hoje (28) o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, durante palestra na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).
“Se fosse derrubado o preço para R$ 15, nós teríamos a possibilidade de atingir 40 milhões de domicílios”, disse.
Em 2009, havia no país 10,2 milhões de domicílios conectados à internet, ao preço médio mensal de R$ 96. A projeção do ministério, “se não fosse tomada nenhuma medida”, era chegar a 2014 com 19,8 milhões de domicílios conectados e preço médio mensal de R$ 58.
O ministro informou que o Brasil tem hoje 202,9 milhões de dispositivos móveis e 42 milhões de aparelhos fixos em serviço. Na banda larga, o último dado de 2009 apontava 13 milhões de acessos à internet ativos.
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Virgilio Sousa, Gestor de Comunidades INFO • 29/03/2011 - 17:46
Willian, a nota acima é uma reprodução da Agência Brasil, parceira de conteúdo da INFO. Deixamos o texto mais claro para explicar a fala do ministro. Trocamos "acessos móveis" por "dispositivos móveis" (celulares, 3G, entre outros). Abraços,
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Bruno Marcelo • 29/03/2011 - 16:29
eu acho essa historia de "popularização dos tablets" uma tremenda balela... do ponto de vista governamental, planeja-se a instalação de banda larga nos principais municipios do pais por cabo(fibra/coax/telefone)/radio(wifi/gsm). do ponto de vista consumidor, pra prover acesso a esses devices, teremos que manter uma assinatura do serviço de "banda larga" (mesmo que barato), um router/accesspoint em casa pra compartilhar a internet com o tablet e demais devices domesticos, ou entao pagar um plano de dados pra operadora celular que envolve um valor alto por uma velocidade mesquinha. Os tablets por si só nao sao tao baratos assim (mesmo com isenção de impostos). Dai fica a questao: qual a real permeabilidade destes dispositivos no mercado brasileiro? Quantas pessoas tem a real ciencia do que é um tablet?
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Rodrigo Melo • 29/03/2011 - 14:41
@Joao Artur Lopes Freire - Exato, hoje em dia é praticamente impossível economicamente, ficar fiel a apenas uma operadora. Mal, mal a gente tem vantagens para ligar para telefones da mesma operadora. Quando a gente inventa de ligar para fixo ou DDD, esquece, é assalto a mão armada. O minuto chega a custar R$ 1,80 na Claro, e isso que o babaca aqui paga pós-pago.
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Joao Artur Lopes Freire • 29/03/2011 - 14:17
Sim Willian Fortes ta certissimo este comentário, tem gente que tem 4 chips de operadoras diferentes e aparelhos xing ling que sao lançados a cada dia com capacidade de 2 e até 4 chips ao mesmo tempo e aproveitar o maximo possivel das promoções das concorrentes nã é de se achar estranho que tem mais celulares do que gente aqui no Brasil.
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Evandro Pereira Barbosa • 29/03/2011 - 12:56
Outro ponto que o governo nao levanta e que existe diversas empresas piratas de acesso a internet, na minha cidade conheço umas quatro, que fornecem acesso a internet de ma qualidade mas a um preço em torno dos 30,00 reais, o cara compra um access point, uma antena, uma bota para ampliar o sinal, coloca um servidor linux para controlar o acesso e sai vendendo no bairro... Uma vez fui na Santa e existe uma loja que ja vende o kit completo para disponibilizar o acesso, fica ai a pergunta quem controla estes caras?
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Evandro Pereira Barbosa • 29/03/2011 - 12:43
Acredito que se tivesse reduçao dos impostos, não teria tanto desemprego. Um exemplo e a venda de PS3 que não era feita no brasil, mas quase todos tinham comprados na Santa Efigenia ou comprado por algum amigo que veio de fora!!! Deveria ter um incentivo logo no lançamento do produto para o mesmo ser produzido no Brasil assim aumentaria de forma significativa o emprego! aumentando a arrecadação de impostos indiretos. Uma sugestão a empresa que lançasse um produto simultaneamente no brasil e em seu pais natal teria isenção de impostos nos dois primeiros meses e depois seria ajustado de forma justa. Todas as empresas seriam incentivadas a lançar seus produtos simultaneamente no Brasil evitando assim o contrabando.
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Marcelo Yonamine • 29/03/2011 - 11:37
"estimular a instalação de empresas no país" E em consequencia o desenvolvimento de apps.
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Willian Fortes • 29/03/2011 - 11:24
"202,9 milhões de acessos móveis ativos no Brasil"? Eu li isso mesmo?
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Rogerio Jovaneli • 29/03/2011 - 11:21
Rafael Ferreira Borges, entendo a sua observação, mas infelizmente não dá para colocar tudo o que gostaríamos no título. O espaço é limitado, então é preciso optar por aquilo que é mais importante, ou que é mais novidade, no caso a possível desoneração e eventual incentivo à fabricação de tablets no Brasil com a medida cogitada pelo ministro. Obrigado pelo comentário. Um abraço.
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JHON DAVID MENDONÇA LEMES • 29/03/2011 - 11:12
Poderiam fazer isso com jogos também.
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Rafael Ferreira Borges • 29/03/2011 - 10:52
Essa noticia é bem interessante, só tem um problema, vocês deveriam ter mudado o título, praticamente o texto inteiro fale da banda larga do governo e quase nada sobre a baixa dos impostos!!!





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