Mercado
Empresas tentam emplacar venda de música online
Luiza Dalmazo, da EXAME Domingo, 02 de janeiro de 2011 - 10h47Wikimedia Commons |
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A cantora Rihanna: recordista mundial com 3 milhões de músicas baixadas |
SÃO PAULO - Em um vídeo gravado para promover o 1º Prêmio de Música Digital, realizado em novembro no Rio de Janeiro, o cantor e produtor Nando Reis é visto falando com entusiasmo sobre o evento: “A internet é o meio mais usado para a difusão da música hoje, e esse prêmio é uma maneira de chamar a atenção para isso”.
A relevância comumente atribuída à internet para a música nos dias de hoje, porém, está longe do tamanho do negócio da música digital.
Pelo menos no Brasil. Em 2009, o país contribuiu com 0,6% da receita global do setor, que movimentou 4,2 bilhões de dólares. No ano passado, apenas 12% das vendas de música foram feitas por canais digitais, ante 40% nos Estados Unidos.
Vender música em formato de CDs e discos em lojas físicas é um modelo de distribuição que funciona, em maior ou menor grau, no mundo inteiro. No mercado de música digital, ao contrário, não há soluções universais. Modelos como o Amazon MP3 e o iTunes, da Apple, consagraram-se em anos recentes como a salvação da indústria fonográfica de países que, durante muito tempo, sucumbiram à pirataria. Contrariando a expectativa de muitos, empreendimentos como esses nunca aportaram por aqui.
Com 25% de todo o mercado de música americano nas mãos, a Apple não tem planos de trazer sua loja virtual ao Brasil. Segundo a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI), há no país 28 serviços locais de comercialização de música digital. O número supera até mesmo o do mercado americano. Ainda assim, o Brasil segue como um dos países em que o negócio da música mais sofre com a pirataria — e, por consequência, arrecada pouco. Por uma simples razão: nenhum serviço de venda de música digital, até agora, emplacou.
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Daniel Cevidanes • 03/01/2011 - 10:50
Pelo que entendi, vai acabar a ganância das gravadoras, e a pesadíssima carga tributária... Piada de mal gosto!
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Lucas César Mourão • 03/01/2011 - 09:02
Olha, sinceramente como disse nosso amigo Sandro, comprar arquivos com DRM ninguém merece ¬¬' Essas gravadoras tem que entender que não adianta querer penalizar o consumidor que quer comprar suas músicas legalmente. A pirataria jamais irá acabar, o compartilhamento P2P veio para ficar e provavelmente derrotará todos os grandes conglomerados midíaticos. Sobre a questão da Apple não fazer o iTunes funcionar aqui como funciona nos EUA, apesar de ser lamentável, já era de se esperar uma atitude dessas de uma corporação completamente elitista. Eles não querem que os grandes países de primeiro mundo compartilhem de seus "luxuosos" serviços com os países de terceiro mundo. Afinal de contas, que graça isso teria?? Quem eles iriam esnobar?? É aquela velha história... enquanto só eu tenho é legal... se todo mundo tiver, que graça vai ter?? A política da Apple é deprimente e infantil.
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Aldo Junior • 02/01/2011 - 13:25
Apple não investe no Brasil , logico por causa da pirataria e depois vai ter que pagar para os curruptos ops !!! para o Governo, que tem uns dos maiorores indice de combrança de imposto do mundo. Aldo Silva http://securityofficer.wordpress.com/
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Sandro Klostermann • 02/01/2011 - 11:42
Acho que o que mais atrapalha a venda de música online é o DRM... Comprei algumas músicas online já, mas parei porque também gostaria de ouvir no rádio do carro, mas o formato WMA com DRM tornou isso impossível... Não podia ouvir a música que eu havia pago para ter! Vergonha!





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