Mercado
Dona da marca i-PAD no país aciona Fast Shop
Rogerio Jovaneli, de INFO Online Sexta-feira, 03 de dezembro de 2010 - 17h18Divulgação |
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Além da Fast Shop, todas as redes varejistas que iniciaram a comercialização do tablet da Apple no país serão acionadas pela Transform |
SÃO PAULO - Com a autorização da justiça, a empresa Transform entrou com mandado de busca e apreensão de tablets iPads vendidos na loja Fast Shop do Shopping Iguatemi na noite de ontem.
Segundo o INFO Online apurou, a empresa brasileira – que se diz proprietária da marca, que dá nome ao seu desfibrilador i-PAD (Intelligent Public Access Defibrillator) – pretende acionar todas as redes varejistas que iniciaram a comercialização do tablet da Apple no país.
A partir dessa ação inicial, a Fast Shop tem cinco dias para se defender, e a Transform tem 30 dias para entrar com a ação final.
Segundo a empresa, foram cometidas duas irregularidades: 1- a empresa responsável por produzir o gadget (Apple) colocou a marca indevidamente e 2- as redes varejistas brasileiras, entre as quais a Fast Shop, iniciaram a venda de um produto em situação irregular, segundo a Transform.
A reportagem entrou em contato com a loja Fast Shop do Shopping Iguatemi, que confirmou o mandado de busca. Com relação à apreensão dos produtos, o advogado que, de acordo com a rede, cuidou do caso, não atendeu aos nossos telefones.
A Transform afirma que notificou a Apple, mas que até o presente momento a empresa não deu a resposta.
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Emerson Moura • 13/12/2010 - 17:27
Parabéns aos que acham que só porque a Apple lançou mundialmente o iPad pode usar esta marca no mundo inteiro a torto e a direito. Lembro muito bem no lançamento do iPhone ela não detinha a marca, e o tal do iPhone vendido na época era um obscuro telefone VOIP, o que a Apple fez? Pagou pelo direito de usar a marca, pronto, resolvido o problema. Se ela fez isso lá fora, pode fazer aqui também.
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Rangel Acácio de Souza • 10/12/2010 - 10:37
Não é por nada que o Brasil sempre está em último lugar na hora de uma empresa de grande porte investi e oferecer tecnologias a nós. Com um sistema judiciário falho. Seremos para sempre apenas uma opção de investimento, e não um protagonista. Muito me indignava com a Apple pelo descaso que tem com o nosso pais. Mas hoje, dou razão. Veremos no futuro países como etiópia ter aceso a tecnologias de ponta muito antes de nós.
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Fernando Mauro Pereira Barbosa • 08/12/2010 - 19:27
Muita discussão para pouco. Alguém tem dúvida de quem vai ganhar esse embate?
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ANDERSON LEAL • 08/12/2010 - 11:25
Que isso sirva de alerta ao departamento de compras das grandes redes, pois esse dispositivo legal está presente na LPI a muito tempo, porém a falta de preparo e a desinformação quanto aos aspectos legais da propriedade industrial continuam a reinar no nosso mercado. Se por um lado a LPI protege os direitos do titular marcário, por outro disciplina a relação de consumo quanto a natureza e origem. Destarte, antes de colocar um produto a venda deveria averiguar a situação marcária dos produtos, já que a confusão é sempre questão subjetiva.
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Ronaldo Santana Ramires • 07/12/2010 - 11:46
Bom, eu continuo achando que é muita tempestade em copo dagua. E tem uma boa dose de oportunismo nisso tudo, promoção pessoal, etc. No julgamento do mérito desse caso, com certeza vão alegar que o produto é mundial, e que de nenhuma forma a intenção da Apple foi prejudicar (aff) a empresa que vende desfribilador. E depois de muito barulho, a apple vai vender o ipad e a tranform vai vender o i-pad, e tudo fica bem. E a transform vai ficar bem mais conhecida do publico do que é hoje. Outra coisa que ficaria estranho seria chamar o iPad de outro nome aqui no Brasil, por conta disso. Na posição da Apple, eu preferiria deixar de vender legalmente. Quem quiser, atravesse a ponte da amizade e compre uma versão pirata. E deixe de recolher impostos para o governo.
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Julio P. Nunes • 07/12/2010 - 09:35
enquanto isso, os camelôs vendem AiPéd a vontade... só uma curiosidade o nosso desfibrilador foi patenteado em 2007 e somente em Janeiro deste ano saiu o registro definitivo... tem uma materia sobre isso nesse link: http://blogs.estadao.com.br/link/marca-ipad-ja-existe-no-brasil/ ... nada que o um bom $$$acordo$$$ não resolva...
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Camilla • 06/12/2010 - 17:45
Até concordo que lei é lei, etc e tal. Mas acho muito mais provável que a Apple simplesmente pare de vender o IPad no Brasil do que pagar alguma coisa pra ter a marca. Agora processar a FastShop foi oportunismo sim, muito mais fácil eles ganharem rapidamente processando 1 loja do que processando todas as lojas e a própria Apple (deve ter sido estratégia de advogado... rsrs)
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Mario Camara • 06/12/2010 - 13:17
Para quem não leu as outras noticias (1) = A marca I-PAD foi registrada há mais de 3 anos, muito tempo antes de a Apple sequer pensar em lançar algum produto com este nome (ou seja, quem diz que a empresa está dando uma de esperta é IGNORANTE). (2) Para a lei brasileir as marcas I-PAD e IPAD são a mesma coisa (hífem não diferencia uma marca de outra). (3) Com certeza tudo será questão de QUANTO: quanto a Apple está disposta a pagar para ter o direito de USAR a marca no Brasil (ou mesmo de quanto ela quer pagar para TER a marca no Brasil).
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Douglas Charles Cunha • 06/12/2010 - 13:09
Corrigindo, a Google lançou o smartphone com o nome Nexus.
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Douglas Charles Cunha • 06/12/2010 - 13:08
Aqui se faz, aqui se paga. Quando a Google lançou seu smartphone com o nome Droid, diversas empresas a processaram dizendo ser plágio do nome. Os fanboys da apple (e diversos funcionários) rolaram de rir e criticaram o Google. E agora, o que dizer?
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Antonio Andrade • 06/12/2010 - 12:30
OU sou muito burro ou não vejo aonde tem problema ai. Facil a APPLE tira o produto do mercado nacional e vende somente via qualquer loja fora do Brasil pronto resolvido problema. Pelo que sei o I-PAD não é produzido no Brasil assim como a empresa trasn alguma coisa não deve ter registro mundial da marca I-Pad não entendo quanta polemica. Ops o nome Transform também tem registro nos EUA hahahahah
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Thiago • 06/12/2010 - 08:55
Tbm não vejo semelhança alguma, iPad (Aiped) I-PAD (I Padi), é soh mais uma empresa querendo rancar dinheiro dos gigantes não é a primeira nem a ultima e apenas negocios... Me lembro que o Nexus one aconteceu algo parecido, soh não sei o resultado...
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Igor da C. M. Belchior da Cunha • 06/12/2010 - 08:39
É impressionante a quantidade de gente que comenta sem saber o que está falando. Em primeiro lugar, independe se os produtos são do mesmo tipo, nomes são registrados por segmentos e ambos foram registrados sob produtos eletrônicos/informática. Segundo, a escrita também não tem nada a ver, a sonoridade é a mesma, o que pode gerar confusão para os consumidores. Terceiro, a tal empresa nacional registrou primeiro e registro é válido para qualquer um, seja grande ou pequeno. Só para não me acusarem de ser um dos que odeia a Apple, muito pelo contrário, sou fã do Steve Jobs, usuário de produtos Apple, mas lei é lei. E para os que dizem que "é por isso que o país não vai pra frente", sou obrigado a condordar, é por pessoas como vocês que o país não vai para frente, é por gente como vocês, que acha que a lei é feita só para os pobres, que o país continua estagnado.
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Ronaldo Santana Ramires • 05/12/2010 - 17:54
Isso não faz nenhum sentido. Primeiro a marca nacional é i-PAD e não iPAD. Segundo, são produtos totalmente distintos. Vai entender né.
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Ney RJ • 05/12/2010 - 11:35
A única coisa boa disso tudo é que a Apple está provando do mesmo veneno, pois ninguém mais do que ela costuma processar os outros por muito menos que isso. Porém não podemos negar o oportunismo e gatunagem do brasileiro que quer conseguir algum $$$ do tio Jobs. Segundo a Convenção de Berna, que regulou marcas e patentes e que o Brasil deve respeitar, o nome pertence à Apple, mundialmente conhecido. Agora, qualquer juíz idiota de primeira instância concede liminar para o malandro de plantão bagunçar um pouco o coreto e fazer marola. Logo ele retornará à sua insignificância.
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Caio Yuri da Silva Costa • 04/12/2010 - 22:46
Sobre o comentário do Junior Polegato, adiantou alguma coisa a briga da marca OpenOffice? Quando alguém ouve falar em Open Office, o que vem à cabeça? A suíte de software de escritório da Oracle, claro. O que aconteceu com a marca menos conhecida? Se fu***, e vai acontecer o mesmo com essa aí. iPad, pra qualquer pessoa é o tablet da Apple e pronto. Leis de trademark e copyright e etc não vão mudar a cabeça do povão.
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João Henrique • 04/12/2010 - 16:55
Produtos totalmente diferentes. Ou alguém poderá usar o iPad da Apple como desfibrilador e o i-PAD da Transform como computador pessoal?
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Carlos Norberto • 04/12/2010 - 14:54
Acho que a empresa brasileira tem direito de brigar pelo que acha justo, só não entendo porque acionar a Fast Shop, uma vez que a "infração" foi cometida pela Apple. Além disso, se outras lojas também estão vendendo o IPad da Apple, por que acionar somente a Fast Shop? Isso até parece coisa da concorrência...
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André Maron Alencar • 04/12/2010 - 02:41
A marca é mundial, por que só agora a Apple foi acionada? Ipad (AIPÉD)pode ter uma outra interpretação de I-PAD(leia-se em português), são produtos totalmente diferentes. Além disso, existe um hífen separando letra da palavra que ratifica ainda mais essa diferença. O PAD do produto em questão é uma abreviação de um extenso nome de um desfibrilador, vide matéria(deveria ser assim P.A.D.). Abreviação essa que não diz de forma alguma o que é realmente o produto. Já o acessório da Apple carrega o nome que corresponde exatamente a uma das funções do produto, um bloco de notas digital. Em minha opinião não faz o mínimo sentido a ação contra a Apple e seus revendedores.
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Junior Polegato • 03/12/2010 - 23:42
Empresinha de mer#$? Sabe quanto tempo leva e quanto custa registrar uma marca no país? Não é para qualquer empresa não... Deve ter levado uns 2 anos para conseguirem registrar e gasto milhares de reais. Aí vem uma empresa que está pouco se fu$%#@# com o Brasil e coloca um produto com o mesmo nome? Claro que a justiça tem que dar causa ganha para a empresa de eletrônica brasileira e não para a empresa de eletrônica estrangeira! Lembram do OpenOffice.org? É diferente de Open Office, fazem coisas diferentes, porém ambos são software, como ambos os outros dois são eletrônicos, mas este nome já estava registrado no Brasil e o OpenOffice.org teve que mudar o nome para BrOffice.org aqui no Brasil, completamente justo. Abraços.
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Mateus Marques Martinelli • 03/12/2010 - 22:44
O que que uma empresa Brasileira tem que colocar um nome em inglês no aparelho?
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Renato Tozelli Nolli • 03/12/2010 - 21:54
i-PAD ≠ iPad
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Solange Santolin • 03/12/2010 - 21:45
@Marcos Amorim e @Gustavo Silva, pela matéria publicada aqui no plantão info mesmo, a Transform e a Apple não poderiam compartilhar a marca. Sinceramente, eu gostarida de ver a Apple perder feio pra a aprender que ela é igual a qualquer outra empresa. -> http://info.abril.com.br/noticias/mercado/dono-da-marca-i-pad-no-pais-pode-a cionar-apple-30112010-46.shl
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Jocivaldo Aquino • 03/12/2010 - 21:36
Agora pronto todo mundo quer ganhar dinheiro, em cima de grandes Empresas como Apple, Google(Bebado vomitanto na rua)etc. etc. etc.
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Rodrigo • 03/12/2010 - 21:15
O engraçado é ver pessoas ainda defendendo a Apple. A Apple deveria ter consultado o INPI antes. Mas como são arrogantes e querem passar por cima de todos, nem prestaram atenção nessse pornto. Espero que levem uma boa multa e que fique proibida de vender o ipad aqui no Brasil para não pensarem que podem passar por cima de nossas leis.
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Gustavo Silva • 03/12/2010 - 20:18
caramba, o IPad já estava no Brasil e eu nem sabia disso! que coisa, não? e sinceramente, eu se existe uma lei, ela deve ser seguida, não importando as circunstâncias, se a marca pertencesse a uma estatal o MP faria o mesmo também! e se fosse o inverso a Apple decerto faliria a empresa com toda a sua corja de advogados, ou devo lembrar que a Apple jura de pé junto que foi a Microsoft que plagiou a ideia de interface gráfica do Lisa, sendo sábio lembrar que a interface gráfica advém da década de 60 senão me falha a memória. @Marcos Amorim, interessante caso, eu espero que as duas possam compartilhar a marca já que ambas tem nada a ver!
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Luis Mosko • 03/12/2010 - 20:01
Eu queria ver um desses que defedem a Apple se fosse dono da transform, se iriam abrir mão da Marca p/ Apple de Graça... Hahaha essa é boa eles estão é com inveja dos donos da Transform.
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João Inácio Pinheiro • 03/12/2010 - 19:53
@Daniel Paiva Ribeiro Não interessa se aguem conhece ou não , se existe uma lei, ela é para ser exigida e cumprida, espero que a marca I-PAD ganhe a causa , e que eles botem o pé no buxo da Apple!!
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Marcos Amorim • 03/12/2010 - 19:30
Pode acontecer como o caso "Odebrecht" indústria de café e a "Odebrecht" petroquímica. A petroquímica brigou pelo nome, mas como as duas não tem nada em comum, a justiça determinou que as duas podem usar o mesmo nome. Que é parecido com esse caso, o i-Pad desfibrilador não tem nada em comum com o iPad da Apple. Pode acontecer de as duas empresas usarem o mesmo nome. Mas no fim isso cheira mais a pilantragem.
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Rodrigo Melo • 03/12/2010 - 18:48
kkkkkkkkk.... Uma hora dessas quem vai precisar de um i-PAD é o pessoal da FastShop e da Apple.
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Fernando Mendes Telesca • 03/12/2010 - 18:34
Aos inimigos...a lei
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Túlio Marco A da Silva • 03/12/2010 - 18:31
@Daniel Paiva Não entendo como vc pode defender: 1º uma empresa multinacional que gera lucro pra seu país sede, em detrimento do nosso. 2º prefere defender uma marca, mesmo sabendo que é direito da Transform o direito do nome IPAD no Brasil, sabendo que esta marca esta com essa patente a mais de anos(aprovada esse ano, mas aberto em 2007). É direito dela cobrar.
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Elderclei Regis Reami • 03/12/2010 - 18:28
Caros, Lei existe para ser cumprida. Há uma lei de marca e patentes vigente no país e um orgão responsável pela coleta e registro das mesmas. Se há alguma dúvida ou disputa, o poder judiciário está aí para resolvê-la. Certamente, a lei pode ser questionada, reformada, etc; mas enquanto ela é vigente deve ser respeitada. O que deveria espantar no Brasil é todos acharem absurdo alguém exigir seus direitos legais. Esse espanto é que é a lei de Gérson, o jeitinho brasileiro, a malandragem que alimenta a corrupção. Se acham a lei de marcas e patentes injusta, usem os meios legais para mudá-la, o resto é mimimi e ignorância.
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Mark Thirteen • 03/12/2010 - 18:23
para os 'mente lavada' abaixo, a soberania de qualquer empresa nacional com um produto legalmente registrado deve prevalecer sobre o de uma empresa estrangeira que se acha dona de qualquer direito de marca sem que a mesma esteja registrada em nosso pais. Se fosse o contrário, a Transform entrando no mercado norte-americano com um produto cujo registro do nome pertencesse a uma empresa originária de lá, não tenham dúvidas de que ela seria impedida de usar a marca. Corretissima a empresa em defender o nome de seu produto que lhe gerou custo de registro. Àqueles que acham que o Tablet da Apple é tudo e Steve Jobs é Deus, melhor acordarem para a realidade de nosso país e começarem a lutar a favor de nós brasileiros, defendendo o nosso esforço.
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Guilherme Pacheco • 03/12/2010 - 18:19
nem sou fa da apple, mas como tem vigarista nesse pais cara, e pior que tem abobado que apoia a FDPutagem
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Leonardo Abdalla dos Reis • 03/12/2010 - 18:07
É piada não é? Primeiro de abril? Tinha que ser no Brasil mesmo. Olha a Lei de Gerson ai, sem vergonha dando o jeitinho brasileiro pra tirar uma grana fácil. O Brasil já é mal visto pela Apple, ainda me acontece isso!!
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Matheus Felipe de Oliveira • 03/12/2010 - 18:04
"gente FDP" Daniel? Que nada, estão mais que certos. Se a grande Apple (como diz você) quer utilizar uma marca já registrada, tem mais é que pagar pela marca mesmo, enfim, nem vou render. Sorte pra Transform, que ganhem uma boa grana com isso.
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Luis Mosko • 03/12/2010 - 18:00
É Daniel, mas te garanto se um empresinha dessa por acaso tivesse um porduto que de mais de 10 nos vendendo sem o registro da marca e apple tivesse o registro ela cairia de pau sem piedade... Os caras tão mais que certos... a Apple tem que comprar a marca deles... Quem é empresario sabe o quenato é suado construir uma marca. A Apple que tinha o dever de saber disso.
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Ivo Brasil Filho • 03/12/2010 - 17:58
De onde surgiu essa empresa? Sabiam do lançamento muito antes e deixou o produto da Apple ir pras lojas e depois entrar na Justiça? Mais do que visto que querem se aproveitar da situação para se promoverem. Além do que são escritas diferentes. i-PAD de iPAD. E a "Justiça" nacional ainda apoia isso. Isso é Brasil mesmo.
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Leone Cesca • 03/12/2010 - 17:58
Se a marca já estava registrada, burra da Apple que não verificou antes. A lei é para todos, não só para os pequenos.
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Fábio André Campos da Cruz • 03/12/2010 - 17:56
Pq essa empresa não se manifestou qndo anunciaram que a Apple "inventou" o IPad?? Claro que não falou nada... até parece que ela ia ganhar contra essa gigante... Prefere esperar a começar a vender pra acionar na justiça... Por isso que não vamos pra frente...
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User Normal • 03/12/2010 - 17:45
i-numPhode tio!!!.
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Daniel Paiva Ribeiro • 03/12/2010 - 17:44
Como tem gente FDP nesse país né? Empresinha de merda querendo ganhar dinheiro em cima da grande Apple... Diz ae.. alguem conhecia o I-PAD da Transform?





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