
São Paulo - O presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, reforçou nesta quarta-feira que a decisão do grupo de realizar um programa de demissão voluntária (conhecido como PDV) de até 1,5 mil funcionários faz parte do ajuste para o processo de integração com a Vivo.
"O mundo empresarial exige ajustes, ainda mais quando são duas gigantes como Vivo e Telefônica", ressaltou o executivo, que participa da cerimônia de inauguração de mais um call center do grupo no Rio de Janeiro. No evento também está prevista a presença da presidente da República, Dilma Rousseff.
Valente fez questão de lembrar que a companhia é a quinta maior empregadora do País, com 107 mil funcionários. Segundo ele, só o call center inaugurado nesta quarta-feira irá absorver 5 mil novos funcionários.
A escolha do Rio como sede de um novo call center do grupo teve como pano de fundo isenções fiscais oferecidas pela prefeitura, como a redução do Imposto sobre Serviços (ISS) de 5% para 2% e a isenção do Imposto Territorial Urbano (IPTU) por três anos.
Questionado sobre a possibilidade de participar do leilão para a frequência 4G, o executivo se limitou a informar que o grupo ainda estuda a possibilidade. Segundo ele, a Telefônica aguarda a publicação do edital da licitação, que deve acontecer em abril para bater o martelo sobre sua presença na disputa.
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