Taipé - A fabricante taiuanesa de computadores Acer abriu processo contra o ex-presidente-executivo Gianfranco Lanci, alegando quebra de cláusula de não-competição em um acordo sobre sua saída da empresa em 2011.
Lanci deixou a Acer abruptamente no fim de março, após um desentendimento com outros membros do conselho sobre a estratégia para fazer frente ao esmagador sucesso dos tablets, que corroeu os lucros da fabricante.
No fim do ano, o ex-presidente-executivo foi para a concorrente Lenovo, como consultor para ajudar a desenvolver um plano de negócios voltado para a Europa.
A Acer declarou na noite de terça-feira que tinha entrado com o processo em Milão, cobrando indenização por parte do italiano, que atualmente mora na cidade.
A fabricante não especificou quanto está pedindo, mas disse que o acordo para a saída de Lanci tinha uma cláusula de 12 meses de não-concorrência.
"Estamos tomando pedidas legais contra ele para defender os direitos e interesses da Acer", afirmou a companhia de Taiwan.
Lanci disse que saiu da Acer porque o conselho queria maior foco nas operações em Taiwan, enquanto ele era a favor de olhar mais para o exterior.
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