Internet
Vaga-lume lança rede social musical
Guilherme Pavarin, de INFO Online Segunda-feira, 16 de novembro de 2009 - 17h07Reprodução |
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Tela do Meu Vaga-lume: rede social estreou para aliar rede social com um player de música |
SÃO PAULO – Embalado pelos 13 milhões de visitantes únicos mensais, o site de música Vaga-lume, parceiro do portal UOL, inaugurou há pouco sua própria rede social: Meu Vaga-lume
A intenção, porém, não é brigar com orkut, Facebook, Sonico ou MySpace. De princípios harmoniosos, o Meu Vaga-lume chega com a proposta de ser “uma ferramenta social de tocar música”, segundo a diretora de conteúdo Ana Letícia Torres.
Na prática, o funcionamento é simples. Os usuários criam seus perfis e interagem uns com outros a partir de suas listas de canções, que podem ser construídas sem limitações pela biblioteca do site.
O Meu Vaga-lume agrega os vídeos do YouTube em seu acervo e, por meio dos títulos, é possível que o internauta monte as relações musicais, reproduzidas por streaming e armazenadas nos perfis.
Para o diretor técnico, Daniel Lafraia, o grande trunfo do Meu Vaga-lume é seu “player diferenciado”. Fruto de meses de testes, o reprodutor de música, diz ele, não gasta tempo no buffering (o carregamento da mídia) e é capaz de tocar uma música atrás da outra, sem pausa.
Além dos controles otimizados, o reprodutor de música integra, em seu interior, as letras de música – um dos principais produtos do Vaga-lume – e a imagem do vídeo mais bem avaliado no YouTube para cada música.
“Como o YouTube tem muitas versões para cada música, nosso sistema pega o melhor vídeo, o mais bem avaliado pelos usuários. Caso ele suma, automaticamente o melhor substituto vai para seu lugar”, diz Lafraia.
Ainda nesta primeira fase de implementação do Meu Vaga-lume, os diretores querem trazer artistas nacionais de todos os gêneros para se aproximarem dos fãs.
Se o projeto dará certo ou não, só os números futuros poderão dizer. Hoje, o Vaga-lume chega perto da marca de 400 milhões de páginas visitadas, de acordo com dados da própria empresa. Será que, com o ‘player’, a audiência crescerá?
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