Internet
Times cobra acesso e audiência despenca
Fabiano Candido, de INFO Online Sábado, 17 de julho de 2010 - 18h04Reprodução |
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Donos e diretores do jornal consideram a queda de audiência muito abaixo do planejado |
SÃO PAULO – A audiência do site do jornal inglês The Times teve uma queda de 66% no último mês. A causa: a cobrança de tarifa para o internauta ler as notícias, iniciada em junho.
O modelo, proposto pelo grupo News Internacional, dono do jornal, não agradou parte dos leitores. No entanto, não deixou o comando do jornal muito preocupado. Segundo informações do Financial Times, os diretores do The Times esperavam uma queda muito maior na audiência: algo em torno de 90%.
Outro motivo que deixou os diretores do jornal mais aliviados foi que a queda de audiência retrai. Desde o início da cobrança, ela diminuiu cerca de 30%.
Segundo a consultoria Experian Hitwise, a audiência só despencou fortemente na semana anterior à cobrança, quando os internautas foram avisados que o conteúdo da versão online seria fechado e que eles precisavam realizar um cadastro de pagamento para ler as notícias.
Com os números não tão desastrosos, o grupo News Internacional leva adiante o projeto, que aposta que o internauta reclama no começo, mas depois aceita pagar pelo conteúdo.
A aposta do The Times, considerada audaciosa, está sendo observada por vários grupos de mídias e editoras. Se ela der certo, dizem os analistas, ela deve virar um modelo de negócio para os sites que ofertam conteúdo gratuito.
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Esse modelo de cobrar pelas notícias na Internet não funciona, mas consideranto a estrutura que a empresa precisa para gerar essas notícias ela precisa de uma fonte de rede mesmo. Mas o maior problema é ler um jornal no computador, o ideal seria um leitor tipo Kindle, mas ideal mesmo seria um papel eletrônico bem no estilo Harry Potter, com direito a vídeos no lugar das fotos, hehehe.
Quanto tempo será que leva para nossa tecnologia chegar nisso?
enviado por: Marcos Oliveira em 19/07/2010 - 16:08 -
Simples, quer cobrar pelo conteúdo? Tire seu portal do ar e trabalhe apenas com mídia impressa. Uma das premissas da Internet é a gratuidade.
enviado por: Rodrigo Villas Bôas em 19/07/2010 - 13:55 -
Concordo plenamente com o Drigotav Tav...
enviado por: Daniel Cevidanes em 19/07/2010 - 10:43 -
É o mundo dos negócios tirando o pouco de dignidade que os pobres já não tem: Muitos da classe média baixa, e da pobresa absoluta não tem o abto de comprar jornais na banca de revistas, pelo simples fato de ter que usar o mesmo dinheiro pra comprar pão na padaria, por exemplo. Mas usam seu tempo na internet pra tirar exatamente aproveito que teriam nos folhetins. A cobrança por conteudo na net é um retrocesso, é uma apologia à ignorancia, é uma falta de bom senso, e um desrrespeito àqueles que não tem condições financeiras e muito menos culturais pra se manterem intelectualmente dígnos.
enviado por: Daniel Cevidanes em 19/07/2010 - 10:42 -
Só esperar surgir um jornal de peso que concorra com o TIMES, com o conteúdo gratuito e eles vão mudar esse planod e negócio (Viva a concorrência). O Google oferece tudo gratuito e só ganha com publicidade e tem um faturamento de bilhões, temos o youtube, o tweeter, entre outros.
enviado por: Danilo Gomes em 19/07/2010 - 08:45 -
A linha de raciocínio deles é outra. Se 10.000 assinantes dão mais lucro do que 100.000 via publicidade e com uma demanda computacional 90% menor, eles não se importarão com a queda de 90% na audiência, já que o lucro é maior. Segundo os diretores, a queda mesmo tendo sido grande, ainda foi menor do que o esperado. A nuvem não vai se sustentar só com publicidade, a demanda computacional vai ser enorme, o modelo de assinatura coloca o custo/beneficio a níveis saudáveis.
enviado por: André Ricardo em 19/07/2010 - 01:13 -
O modelo básico de negócios na internet é oferecer conteúdo gratuito e pela visibilidade propor anúncios bem focados no material veiculado.
Um exemplo que me surpreendeu assisti ontem quando minha mulher estava lendo um e-mail recebido que falava sobre a gravidez e na barra lateral de anúncios do Google, apareceram diversos relativos ao tema.
Faca de 2 gumes, pois de um lado é vantajoso só ser bombardeado por anúncios que nos interessem, e de outro, que é muito preocupante, de que foi usado um tipo de rastreador para o e-mail particular dela para identificar conteúdos possíveis.
Mas o fato é que esse é o modelo de negócios que deverá vigorar, com o tempo ele irá evoluindo.
Agora, quanto a cobrar por conteúdo que pode ser lido gratuitamente, acho que não vai pegar.
Como exemplo, assinamos a Folha de SP aqui em casa, mas nunca quiz me cadastrar na Folha.com para ler matérias exclusivas para assinantes.
Apesar de ter articulistas que considero acabo lendo mais o Estadão na versão "on line" que se mostra mais completo.
Em sampa se proliferam os jornais pequenos distribuidos gratuitamente nos faróis, metro, e ruas de grande circulação. De onde recebem o dinheiro para se manter vivos? Só pode ser dos anunciantes não é?
Os grandes jornais tinham um paradigma diferente, para distribuir gratuitamente teriam que ter uma produção que não se viabilizaria, daí cobrar pelo folhetim e garantir um equilíbrio entre oferta-demanda.
Mas com a internet o caminho é muito diferente, tem que ser repensado, e o NWT acho que está na contramão desses novos tempos.
enviado por: Ricardo Valle Aleixo em 18/07/2010 - 12:32 -
Se isso virar um modelo de negócio no mundo ferrou... cobrar por acesso a algum conteúdo na internet é muito audacioso. Mas como disse o André, infelizmente acredito que isso tende a se popularizar, a mídia impressa tem perdido espaço e adeptos, não vejo opções para esse mercado se sustentar. Se for um valor justo eu até concordaria em pagar, afinal, não é barato manter um portal de notícias, os custos tanto com infra estrutura tecnológica quanto com pessoas deve ser gigantesco.
enviado por: Sandro F. Sousa em 18/07/2010 - 11:45 -
Arrisco dizer q com o fortalecimento da nuvem, o conteudo gratuito tende a diminuir. Podem escrever isso.
enviado por: André Ricardo em 17/07/2010 - 20:33 -
"reclama no começo, mas depois aceita pagar" é isso o que as empresas pensam de nós. E aí? Vamos deixar barato? Baixar a cabeça? Apenas uma formiga não tem força, mas todas juntas...
enviado por: Drigotav Tav em 17/07/2010 - 20:22 -
O Correto é TIMES...deve-se seguir a grafia correta da logomarca. Ao ler o título da reportagem, entrei achando que se referia a "Times" de futebol...rsrs
enviado por: WILLIAM PRADO em 17/07/2010 - 20:11 -
Ferrou!!
enviado por: Cristina Nascimento em 17/07/2010 - 19:07





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