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Redes sociais ajudam em buscas no Chile
Reuters Quinta-feira, 04 de março de 2010 - 12h08Reuters |
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Cinco dias depois do intenso terremoto e os tsunamis que golpearam as zonas central e sul do Chile, os familiares de desaparecidos continuam querendo saber o que aconteceu com eles. |
SANTIAGO - Os nomes das pessoas desaparecidas depois do devastador terremoto que golpeou o Chile no fim de semana circulam pelas mensagens no Facebook e postagens no Twitter.
Qualquer dado sobre eles é vital para seus familiares.
Cinco dias depois do intenso terremoto e os tsunamis que golpearam as zonas central e sul do Chile, os familiares de desaparecidos - cuja quantidade ainda não foi confirmada - continuam querendo saber o que aconteceu com eles.
Depois do terremoto, as linhas telefônicas foram cortadas e ainda hoje é quase impossível se comunicar com a zona do epicentro. Por isso, as redes sociais se converteram em um meio chave para a comunicação tanto dentro como fora do Chile.
"O terremoto nos encontrou em plena estrada e ficamos presos entre duas pontes quebradas. Recentemente no domingo de noite pudemos nos conectar à internet e colocar uma mensagem no Facebook", disse Nathalia Kubota, de 30 anos, que voltava de férias com seu parceiro e filho.
"Tenho família no Japão e recebi um monte de mensagens", acrescentou de Temuco, enquanto esperava passagens para voltar a Santiago.





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