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Pausa para Gutenberg

Dagomir Marquezi, da INFO Segunda-feira, 12 de abril de 2010 - 09h34


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Pausa para Gutenberg
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  • Tive que rir aqui... Gente mal informada defendendo mídias ortodoxas; que ambíguo!
    enviado por: fabio lima em 17/04/2010 - 20:29
  • O Amigo Christian disse tudo!
    enviado por: Rodrigo Villas Bôas em 13/04/2010 - 13:58
  • Apesar de gostar muito de ler, considero que o jornal de papel atualmente tem 3 aplicações insubstituíveis: a primeira, para inicializar o fogo na churrasqueira...a segunda, como fundo de lixeira, para absorver umidade eventual...e a terceira...esperem, acho que me enganei, afinal o papel higiênico já foi inventado...são só duas mesmo!! Se bem que pelo conteudo dos jornalões, a última seria mais adequada...
    enviado por: Ricardo Teixeira em 12/04/2010 - 23:14
  • Eu creio que os jornais impressos serão engolidos pelos sites de notícias. Só penso que ainda não encontraram um formato mais adequado para expor centenas de notícias numa página inicial. Já os livros ainda terão vida longa (ao menos os que não são técnicos). Os livros técnicos podem e devem praticamente desaparecer do meio físico. Imagina um médico procurando um prognóstico com base no diagnóstico que ele acabou de fazer num livro de mil, mil e tantas páginas? Por mais que o livro tenha um índice bem organizado, uma versão digital sempre vai lhe economizar tempo. Um programador tendo de digitar o código impresso no livro antes de testá-lo. A Bíblia por exemplo. A primeira impressão de Gutenberg, era extremamente prática de ler no meu antigo Palm Zire 71. Achar cada livro ou capítulo era muito prazeroso e simples. Num iPad/iPhone deve ser igualmente. Agora um romance, provavelmente não vai ter tanto apelo do jeito que é hoje em dia. Pois é uma leitura sequencial. Ainda assim dá pra usufruir dos marcadores infinitos de página ou trecho. Mas concordo que a tendência é cada vez mais o desuso do papel, por milhares de motivos.
    enviado por: Rodrigo Melo em 12/04/2010 - 11:14
  • Nem o sr. Dagomar nem o leitor Christian. O papel deverá deixar a função de mídia de massa por questões ambientais e logísticas. Mas ainda levará muito tempo. Como foi dito, temos mais de 500 anos de aprimoramento da "tecnologia livro" e os leitores eletrônicos somente agora estão deixando sua pré-história. São muito caros, o acesso a eles é difícil e são aparelhos ainda limitados e dependentes de tecnologias agregadas. O caminho natural da substituição do e-book, considerando o impacto e relevância do que é impresso, pressuporia primeiro o fim dos jornais de papel, seguido pelas revistas e somente após livros. Contudo o mercado, ao menos por enquanto, tem sinalizado o sentido contrário, oferecendo publicações eletrônicas bibliográficas como meio auxiliar à mídia de papel. Talvez isso ainda se deva por conta da oferta incipiente dos aparelhos leitores. Sr. Christian: um livro no ano de 1600 era, certamente, algo muito menos prático (e barato) do que é hoje um aparelho como o Kindle, por exemplo. Portanto é difícil acreditar que continaremos processando milhões de toneladas diárias de papel para alimentar jornais e outras literaturas de ciclo rápido.
    enviado por: Eduardo Figueiredo em 12/04/2010 - 10:39
  • Ler no LCD cansa mais do que no papel. O LCD precisa de energia. Numa viagem longa, ele não dura, mas dá prá ler um edição pocket de alguma obra. Como fazer prá levar um eBook à praia (areia, oxidação, etc.) - fora o incomodo do trambolho que é. O jornal, se dobra na sacola e na volta, põe-se no descarte evitando acumulo de coisas na volta...
    enviado por: Ricardo Andre Varnier em 12/04/2010 - 10:34
  • Não acho que o livro sera substituído. Talvez as revistas e os jornais, que são mídias mais dinâmicas e mais "descartáveis" (desculpaê Info, descartáveis no sentido de que aquela informação impressa perde relevância com o tempo). O conteúdo do livro não muda tão rapidamente, e o relacionamento das pessoas com os livros é mais íntimo e emocional do que com as revistas e jornais. Haverá quem prefira os livros em e-book, mas sempre haverá uma boa massa de gente que não abrirá mão da experiência de ler um bom livro de papel como o Christian descreveu.
    enviado por: Fábio Alves Corrêa em 12/04/2010 - 10:27
  • Nada substituirá o papel. Em quase 600 anos nada substituiu. Nada se compara ao prazer de folhear um livro, sentir o cheiro de um livro, manuseá-lo, sentir seu peso. Ele não precisa de baterias, nem de monitor, nem teclado, porta USB, conexão com internet, sistema operacional, bug, vírus, peças trocadas.
    enviado por: Christian em 12/04/2010 - 10:07

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