
São Paulo - A Justiça neozelandesa negou, hoje, novo pedido de liberdade condicional feito pelos advogados do fundador do Megaupload, Kim Dotcom.
Agora, o alemão deverá permanecer preso até o dia 22 de fevereiro, data agendada para a audiência sobre sua extradição para os Estados Unidos.
De acordo com o juiz Raynor Asher, não há nada que prenda Dotcom à Nova Zelândia. O juiz apontou ainda que existe a possibilidade de o FBI não ter congelado todas as contas de Dotcom.
Na semana passada, a justiça do país já havia negado um primeiro pedido de Dotcom. Por outro lado, aceitou os pedidos do alemão Finn Batato e do holandês Bram van der Kolk, presos juntos com Dotcom.
O Megaupload foi fechado no dia 19 de janeiro, acusado de violar leis antipirataria e causar prejuízos de mais de US$ 500 milhões. Agora, advogados da empresa tentam ganhar tempo para que arquivos hospedados em servidores terceirizados não sejam apagados por falta de pagamento.
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