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Israel busca liderança em guerra cibernética
Reuters Quarta-feira, 16 de dezembro de 2009 - 13h41Reuters |
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Agências de espionagem israelenses contam com times especializados em guerra cibernética. |
TEL AVIV - Israel está apostando no uso de avanços tecnológicos civis na guerra cibernética contra seus inimigos, afirmou ontem um general israelense, em rara declaração pública sobre o programa secreto.
Usar redes de computador para espionagem - invadindo bancos de dados - ou para sabotar sensíveis sistemas de controle com os chamados "malwares" são métodos que têm sido estudados por Israel para lidar com arqui-inimigos como o Irã.
Em discurso sobre políticas militares, o Major-General Amos Yadlin, chefe da inteligência militar, listou entre ameaças à segurança nacional a vulnerabilidade a hackers, o projeto nuclear iraniano, a Síria e as guerrilhas islamitas ao longo das fronteiras do estado judeu.
Yadlin disse ainda que as forças armadas israelenses têm meios para providenciar segurança de redes e lançar seus próprios ataques cibernéticos.
"Gostaria de lembrar neste estimado fórum que o campo da guerra cibernética se encaixa bem na doutrina de defesa do estado de Israel", disse ele no Instituto de Estudos de Segurança Nacional, centro de pesquisa da Universidade de Tel Aviv.
"É uma iniciativa inteiramente azul e branca (cores da bandeira de Israel) e não depende de ajuda ou tecnologia do exterior. É um campo muito bem conhecido entre jovens israelenses, em um país que recentemente recebeu o título de ´nação de start-ups´", disse ele, em referência à indústria civil de tecnologia do país.
As agências de espionagem israelenses contam com seus times especializados em guerra cibernética, com experiência em técnicas tradicionais de sabotagem e protegidas por segredo oficial e censura.
Levando em conta que os Estados Unidos e a Grã-Bretanha estão criando seus próprios comandos de guerra cibernética, Yadlin confirmou que Israel também tem pessoas trabalhando no setor. Ele não citou alvos específicos para potenciais ataques cibernéticos israelenses.
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Daniel, não sei ao certo o que dizer... entendo sim a realidade de uam guerra, e quant horrivel é... porem acho que na época atual , após tantas perdas que todos os lados envolvidos nessas guerras sem fim já haveria condição de haver uma diplomacia.
Quanta vidas mais eles precisam perder para entender que todo o motivo ou razão dessa guerra que eles inventarem não vale nem uma vida perdida.
Concordo em partes contigo quando fala do que consumimos pronto de informação, pois há muita coisa que nós não atemos como apurar o maximo que podemos fazer é buscar a mesma informação de outra fonte visando ver se a mesma se confirma na 2° fonte.
No final temos de acabar confiando em alguam fonte de informação...
enviado por: Jefer em 16/12/2009 - 17:01 -
Ledo engano Jefer. Nós é que trabalhamos muito, chegamos em casa cansados, ligamos a TV e consumimos só o que nos oferecem. Quando uma guerra se inicia, aparem tanques e caças de todos os lugares, acha que isso foi fabricado depois do acender o pavio?
enviado por: Daniel de Souza Batista Sá em 16/12/2009 - 14:57 -
Esses cara ja ouvirão falar de tv? ou de trabalho? é muita falta do que fazer essas guerras deles, cara eles não valorizão a vida... só a morte.
Cada coisa como essa que leio sobre essas guerras que estão acontecendo sejam ciberneticas ou reais me entristessem.
enviado por: Jefer em 16/12/2009 - 14:47





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