
Sibal se reuniu na segunda-feira com executivos do Facebook, Yahoo, Google e Microsoft para pedir a introdução do mecanismo, mas nenhuma solução foi alcançada, disse ele.
Sibal afirmou que em setembro já havia solicitado que a companhia removesse imagens e declarações ofensivas a grupos religiosos, mas que as empresas rejeitaram seu pedido.
"Precisamos tomar cuidado com as sensibilidades do nosso povo, temos de proteger suas sensibilidades. Nosso etos cultural é importantíssimo para nós", disse ele em entrevista coletiva, acrescentando que as empresas não podem "lavar as mãos" diante do problema. "Vamos certamente estabelecer diretrizes para assegurar que esse material blasfemo não seja parte do conteúdo de nenhuma plataforma."
O Facebook disse reconhecer o desejo do governo, e afirmou que já remove conteúdos que violem regras da empresa - o que inclui fotos de nudez e mensagens incitando ao ódio e à violência.
O Google e o Yahoo não se pronunciaram.