Configuração parruda custou R$ 30 mil ao campuseiroSão Paulo – Uma das tradições de cada edição da Campus Party é a disputa para ver quem apresenta o casemod mais bonito ou inédito do evento. Casemod é o nome que se dá à prática de customizar, criar e alterar os gabinetes dos computadores.
Veterano de Campus Party, o comerciante Omar Majzoub, 24, trouxe um CPU inspirado no filme “O Poderoso Chefão”.
Todo negro e com detalhes em dourado, a máquina está avaliada em cerca de 10 mil reais. Vizinho de Omar no evento, o analista de produtos Gustavo Trida, 27, montou um gabinete com inspiração supersônica por dentro e por fora.
O computador é equipado com quatro GPUs MSI R6970 e processador Intel Core i7 3960X. No total, o projeto é avaliado em cerca de 25 mil reais.

Apesar do alto investimento de Gustavo, o título de máquina mais cara da Campus Party fica com o comerciante Adriano Fontes, que gastou quase 30 mil reais para montar seu computador. O casemod é composto de duas GPUs MSI R7970 (ainda não lançadas no Brasil), processador Intel Core i7 3960X e oito pentes de memória de 8 GB, totalizando 64 GB de RAM.

Menos grana, mais criatividade - Com orçamentos menores ou sem patrocínio, outros adeptos do casemod apostam na criação de cases inspirados em super-heróis para surpreender. É o caso do também veterano Maciel Barreto, 35, que além de ter participado de todas as edições nacionais da Campus, foi também à CP Ibero-americana, realizada em El Salvador.

Para esta edição, Barreto trouxe um casemod inspirado no vilão Coringa. No total, o desenvolvimento do projeto, feito em fibra de vidro, tomou três meses. Segundo o autor, cerca de 9 mil reais foram gastos. Se Barreto apostou em um vilão, o analista de suporte Alexandre Souza, 38, jogou suas fichas no herói Iron Man. No total, seu projeto, também desenvolvido em fibra de vidro, levou quase dez meses para ser desenvolvido.
Sem receberem nenhum prêmio da organização do evento, os adeptos do casemod criam suas máquinas por amor à prática. “O concurso que acontece aqui é simbólico. O que vale mesmo é o contato com as pessoas, a troca de experiências e os convites para outros eventos”, afirmou Souza.
o titulo poderia ser ... : Virgem gasta R$ 30 mil em casemod na Campus Party ..rsrsrs
Aposto que pegou a Juju Panicat, no mínimo.
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