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Escolas chinesas rebatem acusação dos EUA
Associated Press Segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 - 17h32Associated Press |
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O Google revelou no dia 12 de janeiro que criminosos digitais haviam furtado alguns dos seus códigos digitais e tentaram invadir contas pessoais de ativistas contrários às políticas do governo da China. |
XANGAI - Duas notáveis escolas chinesas negam que os ataques contra o Google originados no país sejam sua responsabilidade.
O New York Times publicou que investigadores seguiram o rastro dos ataques e chegaram à Universidade Jiaontong e à Escola Vocacional Lanxiang.
A agência oficial da China Xinhua citou um porta-voz de uma universidade desconhecida segundo o qual as alegações dos investigadores não tem fundamento, e uma autoridade da escola vocacional garantiu que os ataques não foram originados na instituição.
Li Zixiang, uma autoridade do Partido Comunista que trabalha na Lanxiang, disse que os estudamtes estão atualmente em período de férias. Ele também declarou que há evidência de uma relação entre os ataques e uma aula de ciência da computação na Ucrânia.
Zhou Hui, diretor do escritório geral da instituição, disse à Xinhua que alguns estudantes iniciaram trabalhos militares após concluírem o colégio, mas acrescentou que essa era uma decisão comum. O Google revelou no dia 12 de janeiro que criminosos digitais haviam furtado alguns dos seus códigos digitais e tentaram invadir contas pessoais de ativistas contrários às políticas do governo da China. O sofisticado roubo também afetou computadores de outras 30 empresas, de acordo com especialistas de segurança.
O ataque foi sério o suficiente para que o Google ameaçasse desistir de operar na China, argumentando que as regras de censura impostas pelo governo eram exageradas.
A China até agora nega envolvimento com o ataque e ressaltou que sua política anti-hackers é transparente e consistente.
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