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Artigo: Compartilhar não é crime

Don Tapscott, da INFO Terça-feira, 16 de março de 2010 - 07h06


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Artigo: Compartilhar não é crime
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    enviado por: Thiago em 17/03/2010 - 16:49
  • Helcio Hirao, então porque raros artistas sabem administrar seu próprio dinheiro temos que pagar mais caro? Eu não sei administrar meu dinheiro, então vou ir pedir um aumento para meu chefe. Além disso, veja que metade das profissões que você citou acima não são necessárias para um sucesso de uma boa banda. Um exemplo disso, a banda OK-Go. Já ouviu falar deles? Se a resposta foi sim, então meu amigo, o pessoal de relações públicas realmente são inuteis, já que a banda OK-Go não precisaram de gravadora, editora, e todo jabá que você citou. Eles souberam aproveitar a nova mídia, e fizeram sucesso internacional por terem uma boa música e um bom vídeo clip divulgado GRATUITAMENTE no Youtube. Então, como eles ganham dinheiro? Resposta: TRABALHANDO DE VERDADE, eles ganham dinheiro fazendo shows, com venda de ingressos, afinal é dai que vem quase todo o "salário" do artista, as vendas de CD só servem para dar lucro as gravadoras e não ao artista.
    enviado por: Danilo Gomes em 17/03/2010 - 10:20
  • Eu, como futuro produtor fonográfico, concordo com o autor desse artigo. Esse modelo de negócios já deu o q tinha q dar. Ou a indústria muda ou ela vai morrer, pq ñ se pode continuar na era digital com um modelo de negócios criado na idade da pedra... Pq a partir da hr q algo pode ser multiplicado de graça e distribuido a custo zero, ñ deve ser vendido como algo q tem um custo de fabricação e de distribuição. Como já foi dito, existem outras maneiras de remunerar quem tem direito. Por exemplo: Eu pago 85 reais por uma net de 3 mega, desses 85, 30% são só de impostos, ou seja 25 reais, pq ñ destinar esses impostos à indústria? Digamos q 2 milhões de pessoas também tenham net de 3 mega e pagam esses mesmos impostos, já seriam 50 milhões de reais por mês só pra indústria, ñ seria bom? Eu acho q sim e muito!!! Eu só faria um acréscimo ao q o autor disse. O ideal seria q continuasse como é hj, as pessoas baixando e compartilhando de onde e com quem quisece, e ñ de um determinado site e por streaming, pois o streaming ao meu ver só funciona com videos, pois videos, as pessoas veem só uma ou duas vezes cada um, já música, as pessoas ouvem a mesma várias vezes, já pensou ter q baixar a música cada vez q vc quisece ouvir? E outra coisa: Quem garante q a música q vc gosta ñ ia parar de ser disponibilizada de uma hr pra outra? Aí podem me perguntar, como saber o q as pessoas estão baixando? É simples, como o próprio autor desse artigo disse, é só criar uma espécie de "Ecad" on line pra ver quem tá tendo mais sucesso na net e aí repartir a grana equivalente para cada um...Agora um recado aos q são contra o compartilhamento: Se vc acha q baixar uma música é a mesma coisa q roubar, pense duas vezes, pq quando vc baixa, vc está copiando e copiar é igual a multiplicar, e roubar é igual a subitrair, duas coisas completamente diferentes. E se mesmo assim vc ñ se convenceu, eu só vou perguntar uma coisa: Vc acha q Cristo foi um ladrão? Acho q ñ, né? Pois ele multiplicou comida usando o poder de Deus, assim como nós multiplicamos cultura usando a tecnologia. Comida é o alimento do corpo e cultura é o alimento da mente. E uma pessoa sem cultura fica morta intelectualmente, vira uma vaca de presépio, ñ passa de um morto vivo... Agora um recado ao "Helcio": Arte é cultura, e como eu já disse cultura é tão importante quanto a comida, por isso ela vale e muito!!! A diferença é q a cultura já pode ser multiplicada de graça, e por enquanto as outras coisas ñ...E como eu também já disse: Há outros meios da indústria lucrar ao invés de ficar dando murro em ponta de faca e tiro no próprio pé!!! É a indústria q deve se adequar ao mercado e ñ o mercado à indústria!!! Agora sobre cinema? Leia está matéria:http://torrentfreak.com/damned-pirates-hollywood-sets-10-billion-box-off ice-record-091211/ Agora pra quem acha q quem baixa ñ compra e também ñ vai a shows, leia estas matérias: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/06/17/troca-de-arquivos-digitais-benefici ou-sociedade-diz-estudo-de-harvard/ http://www.gizmodo.com.br/conteudo/pesquisa-mostra-que-quem-baixa-mais-musica- ilegamente-gasta-mais-dinheiro-com-musica http://idgnow.uol.com.br/internet/2007/11/05/idgnoticia.2007-11-05.5513482163/ Por isso a cultura deve ser livre, o q deve ser vendido é o produto!!!
    enviado por: André Luiz em 17/03/2010 - 01:30
  • Tenho uma curiosidade: qual será a profissão das pessoas que comentaram essa artigo? Como será que ganham dinheiro? Será que todo mês têm um salário garantido, mesmo sem fazer nada? Serão programadores e desenvolvedores de softwares? Será que eles disponibilizam seus programas para download gratuitamente? Será que são vendedores? Será que eles dão seus produtos de graça para seus clientes? Será que são prestadores de serviço? Será que trabalham como voluntários, a troco de um lanche e um "muito obrigado"? Acho que não. Então, por que eles não veem problema em fazer download e compartilhar músicas, filmes, livros? Por que será que arte (seja música, filme, poesia, ilustração, romance, fotografia etc.) não vale nada? Será que eles vão sexta à noite ao teatro ou a um show e não veem o ator ou o músico trabalhando? Será que eles vão no sábado ao cinema (exibidor também faz parte da indústria do cinema) e não veem a bilheteira, o porteiro, o projecionista trabalhando? Será que acham que todos estão lá só se divertindo? E por trás desses artistas tem um produtor, gravadora, estúdio cinematográfico, editora, um agente que tem contatos, um relações públicas para divulgar eventos entre os jornalistas, uma pessoa para cuidar do dinheiro? Sim, porque raros artistas sabem administrar a própria carreira, muito menos o próprio dinheiro, sozinhos. Nem mesmo os grandes astros escapam: quando Michael Jackson morreu, Neverland estava à venda pois ele estava quase falido. Concordo que o atual sistema de remuneração ao artista deve mudar. Não sei como, nem qual o sistema ideal e mais justo. Talvez a internet tenha algo a ver com isso. Pensem nisso quando forem baixar uma música, um filme, um episódio de Lost.
    enviado por: Helcio Hirao em 16/03/2010 - 20:52
  • Compartilhar seja o que for já virou rotina nos dias de hoje! "É como dizer que não posso emprestar meu cd pra um colega". - Leandro
    enviado por: Rafaela batista da silva em 16/03/2010 - 19:03
  • Gostei da ideia, é tem meu apoio moral não em forma de dinheiro HAHA. Pois não adianta barrar nada mais, acredito que sejam o que fazer, as pessoas que pagarem vão ser apenas os leigos. já que até meu Smartphone é Crackiado (: Ter um edit aki seria bom rsrsr. Abraçs
    enviado por: Thiago em 16/03/2010 - 17:55
  • Sou a favor da propriedade intelectual. Viva o copyright, se a idéia é minha, me custou tempo e dinheiro para desenvolvê-la e tem gente interessada, por quê eu teria que distribuir de graça? Achei o modelo de negócios proposto excelente, os valores um tanto irreais. US$5,00... Uma pessoa com uma conexão razoavel e disposição para baixar músicas consegue fácil umas 500 em um mês... o que dá um centavo por música por usuário. Cem usuários pagam US$1,00 por uma música. Ou seja, eu teria que vender cem vezes minha música para lucrar US$ 1,00. Se vendesse 1.000.000 de cópias faturaria US$ 10.000,00... sou sucesso absoluto... um milhão de pessoas(no mínimo) me ouviu e eu não tenho dinheiro nem para comprar um carro popular zero km. Se descontar as comissões de todo mundo que trabalhou no projeto... deve sobrar uns US$3.000,00 para o artista...
    enviado por: Gabriel Leite Ribeiro Alves em 16/03/2010 - 16:57
  • Acredito que se ouvesse valores mais acessíveis, não só no mercado da música, mas de softwares também, talvez o povo comprasse mesmo pois os valores são exorbitantes... Exemplo disso é o Windows 7... Ô sisteminha caro hein!!!
    enviado por: igor santos carvalho em 16/03/2010 - 14:12
  • Crime baixar música da internet? Se eu lucrasse com isso! Mas hoje qtas bandas/artistas estão ficando conhecidos por terem suas músicas mais baixadas na internet e até de perfis que eles mantem em sites como o myspace. Concordo que a música tem que ser vista como um serviço e não um produto, artistas nunca lucraram mto por seu cd ser vendido, pq boa parte vai para a gravadora. Não acredito que essa rede de compartilhamento com um preço único dê certo, pq assim terá a pirataria virtual, sites que disponibilizaram as músicas gratuitamente. Se fosse assim não existiriam aparelhos que seriam capazes de suportar esses arquivos (mp3, celulares, ipod, bluetooth) ou seja, nós consumidores estamos lá no fim, pq se não existissem tais recursos não usariamos. A indústria fonográfica terá de encontrar outra maneira de lucrar que não seja pela venda da música.
    enviado por: Larissa Renata Balansieri em 16/03/2010 - 13:52
  • O modelo de negócio proposto não é equivalente ao Sonora, do Terra? Porém, com a liberdade de compartilhar acima de 2 equipamentos (PC, MAC, Mp3~Mp10 etc).
    enviado por: André em 16/03/2010 - 12:01
  • O modelo por demanda é uma questão de tempo. Não tem volta, com os filmes serão a mesma coisa. A indústria musical e cinematografica só estão tentando teminar de roer o osso, quando terminarem adotarão o novo modelo, aí veremos se será tarde demais...
    enviado por: Max Ronald em 16/03/2010 - 11:54
  • Essa idéia de compartilhar ser crime é ridícula. É como dizer que não posso emprestar meu cd pra um colega. Na época da fita cassete as pessoas já gravavam músicas do seu vinil e passavam uma pra outra e isso nunca foi crime. O mesmo era feito com fitas k7 ou VHS. Crime é o camelô que lucra vendendo cd, compartilhar é crime só na mente doentia dos barões da indústria fonográfica.
    enviado por: Leandro em 16/03/2010 - 11:45
  • Márcio, dizer que streaming de música é inviável é equivalente a dizer o YouTube é inviável. :) - Mas tem algo que concordo contigo, também quero o fim do copyright! Propriedade intelectual EMBURRECE!
    enviado por: Brenno Pereira Machado em 16/03/2010 - 10:23
  • Marcio, a idéia dele poderia ser uma forma de distribuir musica, não a unica. E dentro desse sistema deveria haver concorrência, diferentes serviços controlado por diferentes empresas, não uma unica instituição controlando tudo, aí acredito que funcionaria. Seria algo bom, aliado a venda de musica pela net (não vejo motivo de abolir isso, seria como a idéia de doação. Se vc quer colaborar com o artista, compra a musica dele), e venda do produto fisico (Sempre haverão os colecionadores e suas estantes lotadas de CDs/DVDs) e sem ignorar que as pessoas continuarão compartilhando arquivos, independente de sistemas oficiais. Eu acredito que a solução é ser o mais criativo o possível, como um bom vendedor que vende até geladeira no pólo norte. Se as produtoras desistirem de tentar derrubar o compartilhamento e começarem a procurar formas variadas de gerar lucro, o problema estará solucionado.
    enviado por: Leandro Montanari Braz em 16/03/2010 - 10:20
  • Tenho minhas dúvidas se o autor tem alguma noção do que está falando. Ele apenas esqueceu de pensar em QUEM teria este controle? QUEM vai desenvolver o algoritmo mágico de popularidade? Esta é a grande questão. A apple está a ai com o iTunes, será ela quem vai controlar? Seria uma associação formada por várias empresas? Em termos de tecnologia, como isso iria funcionar? Fazer streamming para todos os locais do mundo de forma centralizada é simplesmente inviável. Como vou ouvir musicas no meu rádio do carro? E como faço para ouvir musicas em locais sem acesso a internet? É muito mais prático e barato usar uma mídia local (pendrive, cds, etc) para armazenar as musicas. Minha "solução": todas as musicas e filmes passariam a ser gratuitos, e uma mudança na forma de pensar deveria ser feita, para que as pessoas doassem dinheiro aos artistas/produtores/cineastas/etc. Ninguem controlaria nada, ou seja, o fim do copyright. Infelizmente não vejo isso acontecendo a curto/medio prazo.
    enviado por: Marcio Frayze em 16/03/2010 - 10:02
  • Isso sem falar que a renda com a venda de músicas normalmente não é a maior parte da renda dos artistas, eles ganham também com shows, publicidade, merchandizing, etc. Portanto, o único que será realmente prejudicado nessa história será a própria indústria fonográfica, porque, ilegal ou não, as pessoas continuarão compartilhando músicas, nem precisa da internet para isso (já passei música para meus amigos por bluetooth, por exemplo). Isso já faz parte da cultura mundial e não há mais volta.
    enviado por: Fábio Alves Corrêa em 16/03/2010 - 08:40
  • Quando todos estiverem morrendo de fome eles mudam o plano de negócios. Tolos...
    enviado por: Brenno Pereira Machado em 16/03/2010 - 08:25

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