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O iPhone paga a conta
Fernanda Bottoni, especial para a INFO Segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011 - 09h36Alexandre Battibugli/Marcelo Kura |
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SÃO PAULO - Antes mesmo de ser anunciado, o aplicativo da Cielo que transforma o iPhone, iPad ou iPod touch numa máquina para receber pagamentos com cartão de crédito recebeu mais de 1 600 downloads na App Store.
Após o anúncio oficial, no início de novembro, o programa foi baixado mais de 11 000 vezes em menos de um mês. O resultado foi suficiente para que Paulo Guzzo, de 41 anos, vice-presidente executivo de tecnologia e operações da Cielo, pudesse afirmar que o pagamento móvel virou realidade no Brasil - pelo menos tecnicamente. Para ele, o que falta é vencer a barreira cultural para que profissionais liberais e vendedores autônomos utilizem essa facilidade. Formado em direito e administração de empresas, Guzzo está no negócio de meios de pagamento há quase 20 anos. Começou na Tecban, e, em 1998, chegou à Cielo, que ainda se chamava Visanet. Em 2010, comandou a preparação da empresa para o fim do contrato de exclusividade entre a Visanet e a bandeira Visa. Veja o que Guzzo disse à INFO.
Quando os pagamentos via celular vão se tornar comuns?
Isso vai exigir uma mudança mais cultural do que tecnológica. Mesmo com uma base de quase 200 milhões de celulares no Brasil, só recentemente o uso de SMS se tornou relevante. Ou seja, o brasileiro médio ainda está aprendendo a usar o celular como dispositivo de interação. Imagine o que acontece quando dizemos que ele pode ser usado, também, para pagar uma conta e, mais que isso, para receber um pagamento. O celular pode ser explorado por profissionais que fazem vendas porta a porta, por exemplo. Mas o processo de aprendizagem não é trivial, por mais que pareça simples. Estamos falando de todo o Brasil - não apenas dos grandes centros.
Vocês pretendem desenvolver o aplicativo de pagamento para outras plataformas móveis?
Estamos preparando a versão para Android. Em breve, vamos ampliar a lista de bandeiras aceitas via smartphone, com a entrada da Elo e da Aura, além das que já são aceitas, como Visa, Mastercard e Amex.
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Ricardo Massao Takaqui • 16/05/2011 - 16:58
No Norte tem mais Fraudes que aqui??? hmmm acho que vc está enganado. De acordo com um Diretor de um Grande Banco de nome S..... Os paises mais Fraudadores está o Brasil e a Russia. No "Norte" o uso de Chips é baixo pois a taxa de Fraudes é mto baixa e pq o Chip é uma tecnologia Européia mais especificamente Francesa. E engana-se quem acha o Chip mais "seguro" pois ele já foi Clonado por Brasileiros em 2007 só fazer uma busca no site do G1. A resposta é simples o pq é possivel clonar um Chip basta pesquisarem e descobrirão que o "Padrão" não foi mudado, apenas Perfumado... A bem verdade de tudo é que as Bandeiras trabalham com uma margem de perdas com fraudes e que fora alguns paises essa margem não tange a curva que as obriguem a trocar a Tarja por Chip... No Mais é mto interessante esse Aplicativozinho, vou aguarda-lo para Android...
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Ricardo Andre Varnier • 14/03/2011 - 18:17
Gente, no "norte" tem muito mais fraudes que aqui. Além do mais, o processo de leitura e transmissão dos dados dos chips para o ATM e para a processadora, não necessariamente precisa (ainda) ser criptografado por uma das grandes bandeiras. Esta apenas recomenda - por enquanto. A outra grande, demanda a criptografia, mas não exige criptografia "strong".
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Guilherme Souza • 02/03/2011 - 11:01
Ricardo, cuidado ao achar que uma solução é a melhor só porque ela funciona relativamente bem nos Estados Unidos. Realmente naquele país a quantidade de cartões sem chip é muito maior que a com chip. O principal motivo para que isto aconteça é o parque instalado no país, que é muito maior que o encontrado no Brasil, o que reflete no grande custo para a troca de tecnologia por lá. Outro motivo é a propensão à fraude com cartões, que é muito maior em terras tupiniquins (por motivos já citados nos outros comentários), o que justifica a necessidade de tecnologias mais seguras.
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Mika • 28/02/2011 - 20:34
Prefiro o charmoso "Nexus S"
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Alberto Nono • 28/02/2011 - 19:57
Ricardo, os cartões sem chip são infinitamente mais inseguros e fáceis de serem falsificados. Além do cartão de chip ter uma criptografia muito mais avançada, a senha está no cartão, o que impede o tráfego da mesma pela rede, muitas vezes wireless. Agora, eu quero ver o entregador de pizza chegar em casa com um iphone na mão pra eu pagar a pizza. Levando em consideração que ele recebeu um treinamento pra manusear (já tive que "ensinar" muitos a mexer até com a velha maquininha), o dito vai ter q digitar todos os numeros do cartao, mais o código de segurança, e não vai me dar comprovante (vai ficar olhando q nem idiota sem saber se foi aprovada ou não). Segundo outro site que li sobre o assunto, o comprovante vai por email. Eu que digito meu email ali ainda por cima?! Imagino minha mãe, com seus mais de 60 anos, sem habilidades no computador, nem deve lembrar do seu email (que eu quem criei) o que vai fazer. Ou seja, minha segurança foi pro saco, né?! Como saberei que o iphone não está com algum virus pra roubar meus dados, ou até mesmo que o vendedor não deu um jeito de armazenar os dados de cartao de todo mundo? E como saberei que não vou cair numa lista de SPAM após digitar meu email? É um retrocesso!
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Rodrigo Melo • 28/02/2011 - 12:00
"Fico disponível 100% do tempo. Atendo meu smartphone a qualquer hora do dia ou da noite, pois sou responsável pelas áreas de operações e TI aqui dentro, com 380 pessoas. É obrigação de quem está nessa indústria e nessa posição.".... Esse é o grande mal de quem trabalha com TI. Nunca dá pra dizer que você está de folga. E o pior é que os clientes e/ou empresas acham que não precisamos comer, ir ao banheiro, etc... O pessoal acha que quem trabalha com máquinas também é uma máquina... PQP!
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Rodrigo Melo • 28/02/2011 - 11:07
@Ricardo Andre Varnier - Lá o cara sabe que se aplicar um golpe, as chances de se dar mal são muito altas. Aqui a coisa é mais simples. SE UM DIA o cara for pego, contrata um bom advogado com o que roubou e dentro de 5 ou 6 anos sai pra gastar a grana roubada. E a gente sequer vai poder chamá-lo de ladrão, pois poderemos ser presos por calúnia. Então, lá tanto faz, com ou sem chip, ninguém é louco de fraudar o sistema.
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Ricardo Andre Varnier • 28/02/2011 - 10:46
Qual o problema dos cartões sem chip? 85% dos cartões emitidos na América do Norte são sem chip - só tarja...





