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O embarque imediato da Azul
Ana Lúcia Moura Fé, da INFO Quarta-feira, 21 de outubro de 2009 - 07h16Alexandre Battibugli |
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SÃO PAULO - David Neeleman, fundador da empresa aérea Azul, fala sobre a tecnologia a bordo dos aviões.
A carreira de David Neeleman, de 49 anos, tem a velocidade de um jato. Em 1979, aos 20 anos, o paulista filho de americanos pregava a fé como missionário mórmon em favelas cariocas e cidades nordestinas. Em 2000, criou, nos Estados Unidos, a Jet- Blue, companhia aérea de baixo custo premiada como uma das mais eficientes daquele país. Passou de vendedor de pacotes turísticos a integrante da lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da revista Time. Em 2008, Neeleman criou a Azul Linhas Aéreas, que opera a partir do aeroporto de Viracopos, em Campinas. Em pouco mais de seis meses a empresa tornou-se a terceira maior do país, atrás da Gol e da TAM. Em junho transportou 650 mil pessoas em 74 voos diários para 14 destinos. Na sede da Azul, em Barueri, São Paulo, entre uma consulta e outra ao seu BlackBerry, Neeleman falou à INFO sobre a tecnologia a bordo dos aviões.
INFO - Sua primeira companhia aérea, a Morris Air, foi pioneira no uso do bilhete eletrônico. Por que vocês adotaram essa solução?
NEELEMAN - O bilhete comprado e emitido por computador aboliu aquele carnê com uma página para cada trecho a ser voado. Pudemos dispensar os papéis e simplificar o controle administrativo. Isso reduziu os custos e facilitou o embarque. A IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo) trabalha para abolir bilhetes impressos. Isso vai salvar milhões de árvores todos os anos.





