Gartner
FAQ de arquitetura empresarial
Julie Short, Betsy Burton e Philip Allega, do Gartner Quinta-feira, 10 de setembro de 2009 - 16h01-bast-/Flickr |
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Conversas recentes com clientes europeus e americanos indicaram semelhanças entre esforços bem-sucedidos de arquitetura empresarial, apoio e características de arquitetos em posições de destaque.
CIOs e arquitetos devem entender que o sucesso deve ser agregado ao valor da arquitetura empresarial, às capacidades individuais e às habilidades de gerenciamento.
Análise
Como a abordagem de processos de arquitetura empresarial mudou/evoluiu nos últimos anos?
Historicamente, tecnólogos que se sobressaíam no setor de TI costumavam se dedicar à arquitetura empresarial como se isso fosse um exercício acadêmico, sem se preocupar diretamente com o contexto do negócio nem com o valor dessa prática para a estratégia da empresa. Os arquitetos focavam em preencher planilhas, elaborar declarações e criar complexos modelos de tecnologia que posteriormente eram ignorados pelos líderes de TI e de negócios. À arrogância tecnológica se acrescentava a impotência da arquitetura empresarial. Em 2008, esse comportamento nos levou a prever que 55% das iniciativas de arquitetura empresarial corriam o risco de desaparecer.
Em 2009, observamos um aumento dos esforços de arquitetura empresarial revigorados e atualizados, com mais clareza acerca de foco, escopo e metas, demonstrando o valor corporativo do conteúdo e dos processos de arquitetura empresarial.
O principal motivo dessa mudança foi a crise financeira, que levou executivos a buscar processos que simultaneamente otimizassem a destinação de recursos (sem transferir dívidas para o futuro) e identificassem oportunidades de inovação (tanto na área tecnológica quanto no mercado em que a corporação atua).





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