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Como lidar com a geração Y na sua empresa?

Kátia Arima, da INFO Quarta-feira, 09 de junho de 2010 - 16h58


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Como lidar com a geração Y na sua empresa?
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  • Jerri Adriani Monson Moreira • 16/07/2010 - 13:01 Plenamente de acordo.

    Ronaldo Santana Ramires • 02/02/2011 - 12:13
  • Atualmente tenho lido muito sobre este tema e gostaria de dar sequência a esta série de cometários. É perceptível a resistência da pessoas/empresas no Brasil em não ver com bons olhos a turma da geração Y. Concordo com nosso colega abaixo quando fala em hieraquia, lucros, etc, entretanto, o dilema dos líderes atuais é realmente esta: Administrar esta geração para gerar resultados de forma motivadora, pois o que eles querem e digo mais, precisam é saber o "por que" das coisas, que estão fazendo, eles gostam de fazer as coisas, são rápidos e muito produtivos, mas precisam saber porque estão fazendo aquilo, se é algo que não sentem ter um valor positivo, logo ficam desmotivados e abandonam o serviço, em compensação se eles veêm fruto no que estão fazendo, fazem de corpo alma e coração, trazendo resultados além das expectativas.

    Davi • 06/12/2010 - 13:48
  • Alguma empresa de tecnologia aí afim de me recrutar? Não sei bem se me enquadro na geração Y, mas me identifico em vários aspectos com o que é descrito na palestra! Tenho muita sede de informação, principalmente na área de tecnologia! Passo horas lendo! Até aprendi Inglês por conta própria para continuar lendo, aprendi tanto que me tornei coordenador de uma escola de idiomas! LOL, quem sabe uma hora dessas eu consiga uma chance em uma empresa LIGADA! Estamos aí!

    Mr. Mourão • 23/07/2010 - 13:45
  • PASSEI ESTA PALESTRA PARA MEUS ALUNOS OUVIREM NAS FÉRIAS! FAREI UM DEBATE SOBRE A MESMA NA VOLTA AS AULAS!

    Mr. Mourão • 23/07/2010 - 13:36
  • Olha, na minha opinião quando alguém diz (comentário) "esta geração não aceitará mais simplesmente ordens "que vem de cima". Querem participar, discutir as decisões e entender a razão daquilo que lhe é atribuído..." Nunca foi adolescente, pois estes DESEJOS de entender e participar, sempre existiram, pois fazem parte do SER HUMANO, a diferença é que antes aprendiamos a RESPEITAR as pessoas, o que não ocorre hoje em muitos casos, pois os jovens acham que podem simplesmente IMPOR suas vontades, não respeitando as hierarquias que existem e que SÃO necessárias para o bom funcionamento de qualquer empresa, pois mesmo empresas ultra-modernas como Google, tem PRESIDENTES, VICE-PRESIDENTES, e por ai vai... tem uma hierarquia... Sendo assim, acho que todos temos que nos adaptar aos novos tempos e, sim na medida do possivel utilizar redes sociais, desde que não afete em demasia o trabalho, pois muitos desta nova "Geração" não tem o conceito de RESPONSABILIDADE e muitos nunca foram RESPONSABILIZADOS por suas falhas, o que nos leva a um mundo de incertezas.. Portanto, continuarei, sim bloqueando este tipo de acesso e cobrando resultados, como qualquer empresa precisa, pois não geramos resultados de acordo com a disposição dos nossos funcionários e, sim com o planejamento e cumprimento de metas. Até porque, sem essas metas cumpridas, não geramos resultados e, isso quer dizer claramente MENOS DINHEIRO, demissão, ou até fechamento da empresa.... REALIDADE.. e SERES HUMANOS...

    Jerri Adriani Monson Moreira • 16/07/2010 - 13:01
  • A diferença entre Brasil e USA apontada pelo Washington Barbosa existe e deve ser considerada. Porém, rotular a geração Y no Brasil como "rebeldes" é simplificar demais um assunto tão vasto. O fato é que esta geração não aceitará mais simplesmente ordens "que vem de cima". Querem participar, discutir as decisões e entender a razão daquilo que lhe é atribuído. Alguns gestores são muito resistentes a esse novo paradigma pois implica exatamente em abrir mão de parte do "poder" associado à sua posição na hierarquia. Para isso, muitas vezes usam a própria burocracia organizacional da empresa para justificar a falta de criatividade em buscar soluções para estes conflitos.

    Willer Cristhian Coutinho Goulart • 29/06/2010 - 00:04
  • A geração Y demanda não só tratamento especial como funcionários, mas também como consumidores e clientes. E as alterações exigidas por esta geração irão melhorar os serviços como um todo, para todas as gerações. Tenho publicado o resultado de um grande trabalho de pesquisa e propostas de inovações para atendimento à geração Y: http://brainstormdeti.wordpress.com/2010/06/05/o-banco-do-futuro-para-a-geracao- y-parte-1/

    André Gomes • 16/06/2010 - 14:32
  • Um ds grandes problemas que vejo é que a forma de fazer gestão leva em conta hábitos das gerações anteriores e os gestores atuais (também de gerações antereiores) não possuem ferramentas para analisar essa nova maneira de se comportar. Não existe verdade absuluta. Na área de desenvolvimento de sistemas isso fica muito evidente quando confrontamos modelos de gestão tradicionáis (com métricas de produtividade) com modelos de operação modernos (metodologia ágil, por exemplo, onde a métrica é a satisfação do cliente). Acho que devemos repensar sobre a gestão para podermos incorporar esses novos hábitos nas coporações.

    Gustavo Tadao Okida • 15/06/2010 - 07:14
  • Sinceramente, acho que existem muitos equívocos na relação com a chama "geração Y". A começar pela insistência em tentar identificar no Brasil um fenômeno típicamente norte-americano. Existem diferenças abissais entre a geração nascida após 1980 lá e aqui. A começar pelo nível de instrução. Infelizmente, do lado de cá da linha do Equador as únicas características que nossa geração Y possui é a rebeldia, resistência a lidar com regras e normas e repúdio a qualquer forma de autoridade. Sugiro que façam uma pesquisa nas grandes corporações brasileiras sobre as dificuldades em lidar com a geração Y. Como consequência dessa dificuldade, é compreensível que cada vez mais empresas estão tirando da aposentadoria ex-funcionários. Será mera coincidência?

    Washington Fazolato Barbosa • 14/06/2010 - 14:46
  • O problema é quando se trabalha no serviço público, onde a resistência a mudanças é grande e as novas idéias, em geral, são vistas negativamente como meras tentativas de se promover na carreira. A máquina pública caminha a passos lentos devido a uma cultura estacionaria enraizada nas pessoas. Mesmo a renovação do quadro, por meio da posse de novos servidores, não é capaz de mudar esse paradigma. A inércia é muito grande e a taxa de renovação do quadro não consegue movimentar a cultura. O lema é "vamos manter o statu quo".

    Samuel Diniz Casimiro • 10/06/2010 - 12:55

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