Tecnologias verdes

Vidro líquido pode tornar alimentos limpos

Paula Rothman, de INFO Online Domingo, 07 de fevereiro de 2010 - 11h50


Vidro líquido pode tornar alimentos limpos
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  • Putz, o phd ali esqueceu de estudar portugues.
    enviado por: Nilson Gonçalves em 12/02/2010 - 10:07
  • ....será que o vidro líquido será vendido aqui em Taió tambem? wander@obv.com.br
    enviado por: wanderlei salvador em 10/02/2010 - 20:14
  • Senhores, O invento é realmente muito interessante, há inúmeras coisas boas que pode trazer, mas também acredito que pode trazer um lado negativo. Deixo aqui dois questionamentos para discução (ops!) discussão (não sou PHD... não tenho direito de errar... rs) : Vocês acham que este produto pode ferir a ordem da natureza, como por exemplo a cadeia alimentar, já que insetos deixarão de comer algumas coisas, e os animais que comem os insetos deixarão de comê-los (porque deixarão de existir), etc.? Uma segunda pergunta: as pessoas, com o passar do tempo não poderão ficar mais frágeis já que entrarão em menor contato com bactérias e outros "bichinhos", que de certa forma forçam nosso organismo a se proteger e a criar mecanismos de defesa?
    enviado por: Eduardo Oliveira em 09/02/2010 - 15:55
  • @Paulo Munir, http://www.physorg.com/news184310039.html creio que vc encontrará todos os links que necessita, com fotos inclusive.
    enviado por: Eder Gusatto em 09/02/2010 - 11:33
  • A única coisa que me preocupa é o mal que isso poderá causar a os nossos organismos, se tudo isso for verdade e começar a ser usando em lavouras. pois ninguém faz estudos concretos dos efeitos colaterais. Isso é óbvio pois não interessa muito a quem cria e comercializa tais produtos.
    enviado por: Rogerio Ferreira Marchetti em 09/02/2010 - 09:08
  • O mais interessante é ver um doutor de universidade federal que escreve "intensão" enquanto tenta corrigir o texto de uma jornalista. Nada contra, todos têm direito de errar, só acho que é necessário prestar mais atenção no nosso próprio texto antes de observar o dos outros. Sobre o produto citado na notícia, aguardarei mais informações antes de acreditar na revolução que isso iria trazer para todos os tipos de situações.
    enviado por: Leonardo Rodrigues em 09/02/2010 - 09:03
  • @Angelo: não sei se chato é a palavra certa, dispensável talvez. O fato é que este produto ta bem passível de ser uma mentirinha mesmo: Uma explicação rápida e vaga, a imagem de um produto formidável e revolucionário, sendo vendido a preço popular e ainda sem fontes ou link direto na matéria?
    enviado por: Paulo Munir em 09/02/2010 - 01:04
  • eu sempre pensei que o vidro é um líquido
    enviado por: Sandro Pereira Silva em 09/02/2010 - 00:44
  • muito bom msm isso ai hein!!! ótima invenção realmente.... e concordo com o Angelo, o nível de português na Info é péssimo...
    enviado por: Gabriel Cabral Anderson em 08/02/2010 - 21:55
  • Pretendo que isto seja uma crítica construtiva. O texto carece URGENTEMENTE de uma revisão!! (I) Si não é areia, é silício, e SiO₂ é sílica ou dióxido de silício. (II) Quando se escreveu "Não são adicionadas nanoparticulas, resinas ou aditivos" quer-se-ia dizer "Não são adicionadas ÀS nanoparticulas, resinas ou aditivos"; ou seja as nanopartículas em questão não carecem de adição de resinas ou aditivos visto que a "liga" é dada por interações moleculares. (III) Respirável é algo que pode ser respirado, e não preciso do meu PhD em ciências para saber que o dióxido de silício não é respirável, se o for pode, inclusive, causar uma patologia da família das silicoses. O termo que deveria ser usado é "permeável ao ar" ("permanece “respirável” – ou seja, o ar continua passando"). (IV) Estas duas orações juntas não fazem sentido: "Se todas as promessas do Vidro Líquido forem verdade, ele um produto extremamente ecológico:" me parece que a frase foi vítima de um copy/paste mal feito. Minha intensão não é ser um chato, simplesmente advogo que a divulgação científica, mesmo na imprnsa leiga, deva ser feita sem induzir a erros de interpretação. Atenciosamente, Dr. Angelo T Malaquias, Coordenador do Curso de Biomedicina da Universidade Federal do estado do Rio de Janeiro.
    enviado por: Angelo Telesforo Malaquias em 08/02/2010 - 21:11
  • Como todo produto que possa vir a ser revolucionário, mas ameaça muitas mega corporações, sempre são descobertos em empresinhas. Geralmente esta gente fica rica do dia pra noite e a patente do produto some. Assim como o carro movido a agua, e outro movido a vento e outros mais que poria um fim no império do petróleo, sendo inventados em uma garagem e depois sumindo completamente.
    enviado por: Mauricio Santos de Moura em 08/02/2010 - 16:59
  • noss se isso for msm vdd, melhor invençao que isso so a mulher e a cerveja! hahuahuahuahuhuauhauhaha
    enviado por: cesar augusto santana em 08/02/2010 - 16:52
  • Saint-Clair Stockler, tinha pensado em quase tudo, menos nessa possibilidade das indústrias boicotarem esse produto. Aparelhos cirúrgicos, tesouras, alicates, lanchonetes, quiosques, supermercados, carros, motos, bicicletas, uso infinito para o produto. Não vejo a hora de comprar um frasco disso e testar na cozinha aqui de casa e na minha geladeira!
    enviado por: Elias Pinheiro em 08/02/2010 - 16:28
  • Por culpa da ganancia pelo vil metal o mundo rastejará na sua evolução, esta e outras invenções somente serão vistas em filmes ou como "amostras". Carros elétricos (ou o movido a água que desapareceu) nunca serão utilizados até que o mundo esteja próximo do fim e quando decidirem salvar o planeta, será tarde demais.
    enviado por: Leonardo Sa em 08/02/2010 - 14:34
  • Agora pensa se num futuro, puder colocar isso dentro do corpo? O cara fuma, mas não afeta o pulmão. bebe não ferra em nada o fígado. E se aperfeiçoarem ainda mais, servirá até como colete a prova de balas. Imortalidade vem ai!
    enviado por: Alan da Silva Martinelli em 08/02/2010 - 14:21
  • Se for verdade, o filme 'De Volta para o Futuro 2' estava certo, ao comentar que já existiam papeis anti-poeira em 2015! :P
    enviado por: Daniel Almeida Chagas em 08/02/2010 - 11:53
  • @Saint-Clair: fiquei abismado ao ver um vídeo no YouTube onde um cara fez um "documentário" sobre os carros elétricos. Segundo a reportagem, as indústrias petroquímicas compram a patente assim que um carro elétrico sai, para que este nunca seja produzido em massa. Um carro e'létrico logicamente é o fim de carreira para os postos e gasolina e tudo mais. Aí eu afirmo: realmente acho que isso aconteça, pois sabemos que tecnologia para se produzir um carro elétrico já existe a pelo menos duas décadas, e já que o mundo precisa ser ecologicamente correto em tudo, porque afinal os carros elétricos não passam de lendas? Imagino o que os donos da Unilever, Procter e tantas outras podem fazer.
    enviado por: Fábio Horbach Garcia em 08/02/2010 - 11:53
  • Nossa adorei isso!!! É verde e ajuda na limpeza!!! Mas o preçinho disso deve ser bemmmmmmmm salgado....
    enviado por: Raquel Calil em 08/02/2010 - 02:21
  • Se isso vir para o Brasil ninguém vai comprar, o preço vai lá encima! Mercado brasileiro eh phoda! ;\
    enviado por: Hygor Donati Beck em 08/02/2010 - 01:09
  • Caraca... Legal esse lance... Beber essa meleca e nunca mais ninguém morrer de cirrose hepática? :) Brincadeira... Nada a ver... Mas legal isso, não sei como não apareceu a mais tempo.
    enviado por: Overbits Technology em 07/02/2010 - 23:20
  • Imagino as consequências de um mundo esterelizado... Vejo todo o sentido o produto na indústria de alimentos, mas faço ressalvas quanto à indução midiática do uso do produto. Imagine: bebês saindo da maternidade envotos em uma manta de vidro líquido? Será a volta da "bolha"?
    enviado por: Cristina O Fonseca em 07/02/2010 - 20:25
  • @Fabio: essa notícia pipocou aqui no Brasil e saiu em tudo quanto é canto. Eu, é claro, fiquei maravilhado. Mas é muito estranho um negócio desses ter sido descoberto por "uma pequena empresa familiar" (li isso em outro site) alemã. Isso é tecnologia de ponta... E descoberta por uma empresa "familiar" (pra não dizer "fundo de quintal")? Estranho, muito estranho... Ainda mais porque as aplicações desse produto são praticamente infinitas: agricultura, lar, saúde (imaginem uniformes, roupas, roupas de cama, chão e paredes de hospitais borrifados com isso? O fim das bactérias e da infecção hospitalar!). Vamos ver. Tomara que não se descubra que é mais uma historinha... Estou muito empolgado com essa substância!
    enviado por: Saint-Clair Stockler em 07/02/2010 - 13:22
  • Link do slashdot pra vocês: http://science.slashdot.org/story/10/02/02/1922218/Spray-On-Liquid-Glass
    enviado por: Caio Yuri da Silva Costa em 07/02/2010 - 13:12
  • Estou contigo Saint-Clair, da ordem de importância da penicilina. É bom demais pra ser verdade... Gostaria que a Info desse acompanhamento a essas notícias bombásticas que surgem as vezes. Do contrário seria só mais uma matéria sensacionalista.
    enviado por: fabio lima em 07/02/2010 - 12:43
  • Esse negócio é bom demais pra ser verdade. Será que não é um produto fake, não, hein? Outra coisa: ele, sozinho, praticamente acaba com a indústria de produtos de limpeza. Será que uma megacorporação do porte da Johnson & Johnson, por exemplo, estaria satisfeita com sua existência? E a Unilever? Sei não: se esse produto realmente existir ele pode A) se tornar a coisa mais revolucionária desde a penicilina ou B) desaparecer rapidamente (a J&J, a Unilever, e outras vão se juntar, oferecer uma oferta bilionária e irrecusável aos donos do produto, e depois jogar a fórmula na boca de um vulcão).
    enviado por: Saint-Clair Stockler em 07/02/2010 - 12:19

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