Ciência

Raios cósmicos podem ser problema da Toyota

Paula Rothman, de INFO Online Segunda-feira, 29 de março de 2010 - 16h42


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Raios cósmicos podem ser problema da Toyota
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  • Admitindo-se que não seja mais uma manobra do órgãos reguladores dos USA para desacreditar a Toyota, o que é difícil, bastaria envolver os tais chips em folhas de chumbo ou outro metal denso. Bem... aí vão dizer que os Toyota estão usando chumbo e são antiecológicos... de qualquer maneira, a Toyota não é nenhuma vitimazinha não... é briga de cachorro grande.
    enviado por: Josue Aseved do Silva em 08/04/2010 - 11:45
  • viu porque nao podemos atender o celular ao dirigir ,se fizer uma ligaçao errado o carro pode acelerar sozinho ,vou andar de carroça nao sofre efeito cosmico so GOSMICO do cavalo mesmo ai eu pego uma pa e resolvo.assunto serio se trata assim...
    enviado por: idomar fernando schibelsky em 31/03/2010 - 21:26
  • Acho que eesse tipo de matéria nem merece ser vinculada por aqui... parece se tratar apenas de mais uma manobra vil dos orgãos protecionistas americanos a favor de sua indústria que após essa última grande crise viu grandes montadoras tradiciobnais americanas quase que fecharem suas portas. Onde já se viu!!! E por acaso carro nenhum americano está carregado de chips e processadores, somente os japoneses e especificamente da Toyota, que por acaso é lider de vendas naquele país????
    enviado por: Carlos Alexandre Bacci em 31/03/2010 - 08:18
  • Raios cósmicos são sim um grande problema para os satélites. Naves espaciais tem sistemas redundantes com um esquema de votação para garantir que o mal funcionamento de um único sistema não afete a nave como um todo. A redução das dimensões dos componentes dos chips aumenta a chance de problemas, mesmo aqui no solo. A distância entre os átomos de silício no cristal é de ~ 0.5 nm. Os chips vem diminuindo o tamanho dos componentes: 130nm, 90nm, 45nm agora 32nm e depois 22nm (proporção de raiz de 2, para que área diminua pela metade, caso você esteja imaginando o porquê destes números). Logo, logo vão ter que embutir redundância em cada passo do funcionamento dos chips para garantir que raios cósmicos não afetem seu funcionamento. A IBM e a Intel já estão pesquisando contra-medidas. Mas duvido que este seja o problema da Toyota, a menos que eles tenham algum componente mais miniaturizado que o estado da arte.
    enviado por: rkalmeida em 30/03/2010 - 14:41
  • Ganhei o dia lendo esta notícia. Quando meu computador der pau, vou culpar os raios cósmicos a partir de agora!
    enviado por: Fábio Horbach Garcia em 30/03/2010 - 13:15
  • Conversa mole para boi dormir, os carros da Toyota são os que menos tem tencologia comparando com os modelos americanos da Ford, Crhisler e principalmente a GM. O governo americano está tentando de todas as formas denegrir a imagem da Toyota que é muito atrelada a qualidade e tem o modelo de produção enxuto mais copiado do mundo. É a decadencia das industrias automotivas americanas... não sabem mais o que inventar!
    enviado por: Umberto da Silva em 30/03/2010 - 11:56
  • Como sugestão, seria interessante a revista INFO pesquisar sobre sistemas operacionais e hardware utilizados em missões espaciais, fiz umas pesquisas e acabei descobrindo coisas interessantes. O compartimento que mencionei acima deve ser de notebooks pessoais dos astronautas. O RAD6000 utiliza tecnologia comercial, mas reforçada com sistemas de protecção contra radiação. Possuem funções que permitem o controlo remoto da memória local, algo que é vital numa missão espacial onde tudo ocorre a grandes distâncias e sem qualquer possibilidade de interferência local no sistema. O sistema, contudo, tem as interfaces de I/O comuns na maioria dos sistemas informáticos caseiros, nomeadamente o barramento de placas PCI, conectores RS232 e RS422 e portas Firewire. O RAD6000 da Phoenix não é o mais sofisticado computador fabricado pela BAE, sendo este o RAD750TM, o que indica desde logo como a contenção de custos foi um dos aspectos mais determinantes desta sonda marciana. O RAD6000 foi construído em torno de um processador RISC de 32 bits da IBM a 3,3 volts, o mesmo que esta empresa norte-americana utiliza nas suas workstations IBM RISC System/6000 e congrega uma cache interna de 8 Kb. O processador suporta entre -25 a +105 graus centígrados. Além desta cache, o Phoenix acede a 8 Mbytes de SRAM e uma PROM de 128 Kbytes pesando todo o conjunto menos de um quilograma.
    enviado por: Overbits Technology em 30/03/2010 - 11:42
  • Manifestação explícita de xenofobia... É a decadência da indústria automotiva americana ...mas não tem volta...
    enviado por: Jorge Atoji em 30/03/2010 - 11:37
  • Ué... E os computadores da NASA? Não são afetados? Vi uma foto de dentro da estação espacial, sei lá qual, um compartimento cheio de notebooks, rodando XP (com aquela tela de descanço típica)... Sem nenhuma espécie de proteção em volta, tudo bem que o compartimento é hermeticamente fechado, mas os chips também são.
    enviado por: Overbits Technology em 30/03/2010 - 11:16
  • Legal.
    enviado por: André José Albuquerque em 29/03/2010 - 19:50

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