Projeto quer melhorar aeronaves da Embraer

Por Agência Fapesp
• Quinta-feira, 10 de novembro de 2011 - 10h40
Divulgação
Três projetos da Fapesp, em parceria com a Embraer, poderão tornar as aeronaves da empresa brasileira mais confortáveis, silenciosas e seguras
São Paulo - Três projetos de pesquisa financiados pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE) da Fapesp, em parceria com a Embraer, poderão tornar as aeronaves fabricadas pela empresa brasileira mais confortáveis, silenciosas e seguras.

Os resultados parciais dos projetos foram apresentados durante o Workshop Fapesp-ABC sobre Pesquisa Colaborativa Universidade-Empresa, encerrado na terça-feira (8/11), em São Paulo. O programa PITE, iniciado em 1995, tem apoiado projetos de pesquisa desenvolvidos em cooperação entre centros de pesquisa de empresas e instituições acadêmicas e institutos de pesquisa, em regime de cofinanciamento entre a Fundação e as empresas.

O evento, promovido pela Fapesp e pela Academia Brasileira de Ciências (ABC), ocorreu paralelamente à Feira de Negócios em Inovação Tecnológica entre Empresas, Centros de Pesquisa e Universidades (Inovatec), realizada pela Confederação das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo.

Jurandir Itizo Yanagihara, professor da Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP), apresentou durante o evento o projeto “Conforto de cabine: desenvolvimento e análise integrada de critérios de conforto”.

Segundo ele, o projeto – que envolve a USP, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) – realiza diversos estudos voltados para incorporar às aeronaves tendências inovadoras de conforto no interior da cabine das aeronaves.

“A construção de uma aeronave tem requisitos de mercado, de estrutura, mas também de conforto. Dentro desse aspecto do conforto, estudamos parâmetros operacionais como o conforto térmico, a pressão, o ruído, a vibração, a ergonomia e até o odor dentro da cabine”, disse , Yanagihara.

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