Ciência
MIT desliga partes do cérebro usando luz
Paula Rothman, de INFO Online Quarta-feira, 27 de janeiro de 2010 - 09h41Brian Chow, Xue Han and Ed Boyden/MIT |
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Neurônios são desativados e ativados pela exposição à luz |
SÃO PAULO – Pesquisador do Massachusetts Institute of Technology desenvolve maneira de “ligar” e “desligar” partes do cérebro usando luz.
O método desenvolvido pelo neuroengenheiro Edward Boyden abre novos caminhos para o tratamento de doenças como epilepsia e cegueira e permite aos cientistas compreender melhor o funcionamento de cada parte do órgão.
Mas como é possível que os neurônios sejam desligados apenas sendo exposto à luz?
A resposta está em proteínas específicas encontradas pela equipe de Boyden. “Procuramos genes em bactérias, fungos, plantas...”, explica o pesquisador. “Alguns desses genes transformam luz em energia elétrica. As proteínas de diferentes organismos são ativadas por cores específicas - moléculas de fungos, por exemplo, geram eletricidade com a luz azul. Como o cérebro é elétrico, podemos usá-los inseridos nos neurônios”.
Essa inserção é feita por meio de um vírus inócuo, geneticamente modificado para entrar nas células com o gene responsável pela produção da proteína sensível a determinado comprimento de luz. Esses vírus podem ser injetados diretamente no local desejado ou podem ser programados para atuar em células específicas.
“O cérebro tem milhões de tipos de células diferentes. Em casos de epilepsia, um tipo de célula é afetado; em casos de Parkinson, são outros”, explica Boyden. A esperança da equipe é que o método possa servir para desativar as áreas responsáveis por doenças específicas. Ou, no mínimo, desligá-las temporariamente durante um ataque de epilepsia, por exemplo.
O método também permite estudar a importância de cada área da nossa massa cinzenta e suas interações. “Imagine tornar cada área do cérebro sensível a determinada luz colorida. Isso permitiria desligá-las individualmente e compreender não só como o cérebro funciona mas, por exemplo, como substâncias como o álcool atuam nele”, diz o neuroengenheiro.
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Não sei se, se aplica isso...
Mas até onde eu sei, golfinhos não dormem, eles apagam metade do cérebro, e por isso ficam 24 horas "ligados"... Será que com essa descoberta do MIT será possível fazer isso com cérebro humanos? Adeus cama, todos os projetos entregues antes do tempo, mas acho que viveríamos menos, o desgaste seria maior.
enviado por: Overbits Technology em 01/02/2010 - 01:01 -
o MIT descobriu o que eu já sabia: a luz me afeta severamente, pois quando eu vou dormir, eu apago a luz e meu cérebro desliga as atividades não ligadas ao sono. E se estou jogando no PC, velo a luz emitida pelo monitor que fazem meu cérebro agir de acordo com as ações "vou dar um headshot no zumbi". E por aí vai. /o/
enviado por: Fábio Horbach Garcia em 28/01/2010 - 11:14 -
Imagino se quando forem fazer teste em humanos não vao desligar oque não devem, será que funciona como um botão de liga/desliga? Imagine por um botao de liga/desliga choro/berros em crianças? ausheushauehsuaea
ta já voltei ao normal
enviado por: Clóvis Marceniuk em 27/01/2010 - 12:02 -
Caraca, é o que sempre digo, a last frontier é o cérebro mesmo... As descobertas feitas hoje em dia estão cada vez mais hard... Quantos ratos de laboratórios devem ter sido utilizados com a cuca piscando feito árvore de natal hein?... kkk Uma porrada... Mas é assim mesmo, é o preço ase pagar... Vai uma fibra ótica aí?!! :)
enviado por: Overbits Technology em 27/01/2010 - 11:59 -
Que maravilha. O MIT poderia iluminar a cabeça de alguns corruptos brasileiros. Entenderam? MIT, por favor! Faça mais! Ilumine o Internet Explorer!
enviado por: Fábïö em 27/01/2010 - 11:02





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