Ciência
IBM tenta sequenciar DNA humano por US$100
Paula Rothman, de INFO Online Quinta-feira, 08 de outubro de 2009 - 09h21Getty Images |
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SÃO PAULO – A Big Blue investe em um campo que atiça a imaginação das pessoas e anuncia pesquisa para construir seqüenciador de código genético humano acessível a qualquer um.
A pesquisa da IBM seria um “Transistor de DNA” baseado em silício, uma espécie de chip com nanofuros através dos quais o material genético seria lido de forma mais rápida e fácil.
Com isso, a empresa espera reduzir o custo de seqüenciamento a um valor que fique entre cem e mil dólares.
“Até o ano 2000, algo parecido custava bilhões de dólares”, explica Gonçalo Pereira, Chefe do Departamento de Genética e Evolução da UNICAMP. “A partir de 2005, 2006, aparecem novas tecnologias que fazem com que o genoma humano saia da escala de milhão para a de alguns milhares. Hoje, conseguimos fazer o trabalho por um valor na faixa de 100 mil dólares – o que ainda é muito caro”, diz.
A tendência, no entanto, é de que haja novas simplificações. Uma das formas mais atrativas, segundo Pereira, é justamente explorar a condutividade elétrica do DNA. É por isso que cientistas de quatro áreas da IBM (nanofabricação, microeletrônica, física e biologia) trabalham para conseguir passar uma molécula de DNA através de um buraco de três nanômetros (o nanoporo) em um chip de silício.
Um nanômetro é cerca de 100 mil vezes menor que a espessura de um fio de cabelo humano. A ideia é que, quando a molécula passar pelo nanoporo, um sensor elétrico faça a leitura desse DNA, obtendo informações que podem ser usadas para, no futuro, criar medicamentos personalizados.
“O futuro da genômica será a medicina customizada”, acredita Gonçalo Pereira. A projeção faz sentido se pensarmos que cada organismo é uma máquina única – não à toa, pessoas com a mesma doença reagem de forma diferente ao mesmo medicamento. “Embora sejamos muito parecidos, não somos iguais. Pense no DNA como no alfabeto: com poucas letras você constrói infinitas variações de informação”, diz o pesquisador.
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Gostei do ponto de vista da Wanessa. Acredito que a culpa pelo assassinato seja do atirador, não da arma usada.
enviado por: manoel messias em 20/10/2009 - 10:03 -
A informação pode nos trazer muitos benefícios e se Deus nos dá o privilégio de tê-las, porque não?
Só precisamos ser sábios em o que fazer com elas.
Da mesma for que uma empresa pode não admitir uma pessoa por ter tendência à alguma doença grave, também pode salvar esta mesma vida. Apenas alertando-a da prevenção.
enviado por: Wanessa Rayanne Carvalho de Castro em 08/10/2009 - 23:34 -
Isso é que é diversificar as atividades...
enviado por: sandro ferreira sousa em 08/10/2009 - 15:31





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