Ciência
Achado fóssil de aranha com 165 mi de anos
Paula Rothman, de INFO Online Quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 - 09h32Paul A. Saden |
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Fósseis de aranha encontrados na China têm detalhes muito bem preservados |
SÃO PAULO – Elas caminharam com os dinossauros, mas os detalhes gravados na rocha mostram que as aranhas da era Jurássica eram muito parecidas com suas descendentes modernas.
A série de fósseis de aranhas de 165 milhões de anos encontrada em Daohugou, no norte da China, impressionou os pesquisadores por estar extremamente bem preservada - afinal, vestígios de aranhas são muito raros, uma vez que seus corpos macios não são fossilizados tão facilmente.
O corpo dos animais encontrados, sem contar as patas, tem cerca de 2,5 milímetros; eles viviam em ambientes áridos, se alimentavam de praticamente qualquer coisa menor que si mesmos e saiam à noite – hábitos idênticos aos observados nas aranhas atuais da mesma família.
Nos fósseis, inclusive, é possível ver os pelos muito finos usados para detectar a vibração do ar.
Para Paul Saden, Professor Benemérito da Universidade do Kansas e um dos autores do estudo, o local em que os animais estavam permitiu este nível de preservação. “Eram cinzas vulcânicas, um material muito fino”, explica. “Quando a rocha foi comprimida, a delicadeza das cinzas permitiu que todos os detalhes fossem mantidos. Se fosse areia, por exemplo, cujos grãos são mais grossos, não teríamos tanta sorte”.
Foi o colega chinês de Saden, Diying Huang, do Instituto de Geologia e Paleontologia de Nanjing, quem encontrou os fósseis. Ele procurou o professor americano em 2008, mas só no final do ano passado a dupla terminou de descrever as Eoplectreurys gertschi. As seis aranhas encravadas na mesma rocha foram descritas este mês na Naturwissenschaften.
VEJA MAIS IMAGENS DOS FÓSSEIS E A CONTINUAÇÃO DO TEXTO NA PRÓXIMA PÁGINA

Professor Benemérito Paul Saden, um dos autores do estudo
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Para os evolucionistas de plantão, que julgam o evolucionismo como verdade absoluta e evitam duvidá-lo, recomendo-lhes a leitura, paciente e sincera, do artigo da Associação Cultural Montfort intitulado "Evolucionismo: dogma científico ou tese teosófica?". Segue o link:
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cadernos&subsecao=ciencia&arti go=evolucionismo&lang=bra
enviado por: Marcelo Aguiar de Fátima em 18/02/2010 - 01:47 -
Engraçado como os defensores do evolucionismo quando acuados pelos fatos verdadeiramente científicos polarizam a discussão em "fanatismo religioso versus Ciência" e fazem ataques a nível pessoal. Acredito que se deva as atrocidades e irracionalidades cometidas em nome da religião. Mas esse não é o caso.Não se trata de religião.Infelismente o que acontece é que os evolucionistas fazem é condenar a fogueira, assim como religiões conhecidas o fizeram na Idade Média a qualquer que se oponha a seus "dogmas".Mesmo que eles vão contra o método empírico.
Algo interessante é que na verdade, o evolucionismo requer fé tanto quanto o criacionismo. Até mais fé é necessário para assuntos que são inexplicáveis à macroevolução:
* Fé nas proteínas-L (levo-moléculas) que desafiam a formação por acaso;
* Fé na formação de códigos de DNA que, se fossem gerados espontaneamente, iriam resultar apenas em pandemônio;
* Fé num ambiente primitivo que na realidade iria devorar ferozmente quaisquer precursores químicos da vida;
* Fé em experiências (sobre a origem da vida) que nada provam senão a necessidade de uma inteligência no princípio;
* Fé num oceano primitivo que não tornasse mais espessos, mas diluísse irremediavelmente os produtos químicos;
* Fé nas leis naturais, inclusive as leis da termodinâmica e biogênese que na verdade negam a possibilidade da geração espontânea da vida;
* Fé em transformações que permanecem fixas;
* Fé nas mutações e na seleção natural que não passam de uma dupla negativa da evolução;
* Fé nos fósseis que embaraçosamente revelam fixação no tempo, e ausência regular de formas de transição.
É necessário ter mais fé para crer na inconsistência da Evolução do que na Criação, cuja complexidade e diversidade dos seres vivos somente um planejamento inteligente poderia explicar.E como a superinteressante publicou certa vez: "Eles odiariam admitir, mas ser cientista também é uma profissão de fé"
http://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-questao-fe-447815.shtml
Amém! =D
enviado por: João Paulo De Souza em 13/02/2010 - 10:13 -
HAHAHA... " o que diabos essa noticia esta fazendo aqui!!!" (andre rocha de menezes), é a vida, ja ja a national geographic acha fosseis do primeiro computador com interface grafica, vão achar que a teoria de darwin tava errada, por que evoluiram primeiro que nós.
(juntando todas as ideias tolas.)
enviado por: Emanuel Henrique Almeida Alves em 12/02/2010 - 23:13 -
Ou não.
enviado por: Lucas César Mourão em 12/02/2010 - 15:18 -
As aranhas já estavam evoluidas nessa época, nós não!
Darwin diria isto hj!
enviado por: Moisés Bulow em 12/02/2010 - 10:55 -
"Os religiosos também acreditam na ciência... quando essa lhe convêm"... Temos centenas de provas a favor da teoria da evolução, estudos e tudo mais, porém esses fanáticos negam todas... Agora basta aparecer um caso isolado que ainda não foi seques estudado a fundo para que esses falem de boca cheia "viu como a teoria da evolução está errada"...
enviado por: Danilo Gomes em 12/02/2010 - 09:49 -
Claro! Vamos condenar toda a teoria de Darwin baseado em uma unica aranha. =)
enviado por: Leandro Montanari Braz em 12/02/2010 - 08:57 -
"A espécie pertence a uma família moderna, a Plectreuridae, que vive atualmente em locais áridos como a Califórnia, Arizona e México. As semelhanças entre os fósseis e as atuais aranhas dessa família são tantas que é quase como se elas não tivessem mudados em milhões de anos." Se em 165 milhões de anos, não houve mudanças, CERTAMENTE afirmo que o evolucionismo de Darwin e sua filosofia são inválidos, incorretos e absurdos.
enviado por: Marcelo Aguiar de Fátima em 12/02/2010 - 01:13 -
Atualmente, depois de mais de um século de extensivas escavações, vieram a lume amplas quantidades de fósseis. Ainda permanecem “imperfeitos”? Comenta o livro Processes of Organic Evolution (Processos da Evolução Orgânica): “A documentação de formas passadas de vida é agora extensiva e constantemente aumenta em riqueza à medida que os paleontólogos descobrem, descrevem e comparam novos fósseis.”E Porter Kier, cientista do Instituto Smithsoniano (EUA) acrescenta: “Há cem milhões de fósseis, todos catalogados e identificados, nos museus ao redor do mundo.”Assim, a obra A Guide to Earth History (Guia Para a História da Terra), declara: “Com o auxílio dos fósseis, os paleontólogos podem agora fornecer-nos excelente quadro da vida nas eras antigas.”
Após todo esse tempo, e a coleta de milhões de fósseis, o que diz agora a documentação fóssil? O evolucionista Steven Stanley declara que tais fósseis “revelam novas e surpreendentes coisas a respeito de nossas origens biológicas”.O livro A View of Life (Uma Visão da Vida), escrito por três evolucionistas, adiciona: “Os fósseis estão repletos de tendências que os paleontólogos não conseguem explicar.”O que é que tais cientistas evolucionistas têm achado tão ‘surpreendente’ e que “não conseguem explicar”?
O que tem confundido tais cientistas é que a maciça evidência fóssil agora disponível revela a mesmíssima coisa que revelava nos dias de Darwin: As espécies básicas das coisas vivas apareceram subitamente, e não sofreram consideráveis mudanças por longos períodos de tempo. Não foram encontrados quaisquer elos transicionais entre uma e outra espécie principal das coisas vivas. Assim, o que os fósseis afirmam é justamente o oposto do que se esperava.
O botânico sueco, Heribert Nilsson, descreveu a situação do seguinte modo, após 40 anos de suas próprias pesquisas: “Não é sequer possível fazer uma caricatura duma evolução, à base de fatos paleobiológicos. O material fóssil é agora tão completo que . . . a falta de séries transicionais não pode ser explicada por se lançar a culpa na escassez de material. As deficiências são reais; jamais serão supridas.”
enviado por: João Paulo De Souza em 11/02/2010 - 23:22 -
"As semelhanças entre os fósseis e as atuais aranhas dessa família são tantas que é quase como se elas não tivessem mudados em milhões de anos."
O geneticista G. L. Stebbins comentou certa vez: “Nenhum biólogo realmente viu a origem, por evolução, de um grupo principal de organismos.” Assim, não se observam as atuais coisas vivas na Terra evoluindo em outras coisas. Antes, são todas completas e distintas de outros tipos. Como observou o geneticista Theodosius Dobzhansky: “O mundo vivo não é uma única coleção . . . conectada por uma série ininterrupta de formas intermediárias.” E Charles Darwin admitiu: “Uma [contestação] que constitui uma dificuldade evidente, é a distinção bem nítida das formas [vivas] específicas, e a ausência de inumeráveis elos de transição que os liguem entre si.”
Assim, as distintas variedades de coisas agora vivas não dão apoio algum à teoria da evolução. É por isso que os fósseis se tornaram tão importantes. Julgava-se que, pelo menos, os fósseis fornecessem a confirmação de que carecia a teoria da evolução.
Não obstante, é a documentação fóssil bastante completa para se fazer um teste justo de se apóia a criação ou a evolução? Há mais de um século, Darwin não julgava que o fosse. O que havia de “errado” com os fósseis no tempo dele? Não continham os elos de transição exigidos em apoio de sua teoria. Esta situação o moveu a afirmar: “Portanto, por que não regurgita de formas intermediárias cada formação geológica, em cada camada das que a compõem? A geologia não revela seguramente uma série orgânica bem graduada, e nisto é, talvez, que consiste a objeção mais séria que se pode opor à minha teoria.”
Os fósseis nos dias de Darwin também o desapontaram de ainda outro modo. Explicou: “Muitos paleontólogos . . . salientaram a aparição súbita de grupos inteiros de espécies em determinadas formações como um fato inconciliável com a teoria da transformação [das espécies].” Acrescentou: “Há uma outra dificuldade semelhante, porém muito mais séria. Quero falar da aparição repentina de espécies pertencendo às divisões principais do reino animal nas rochas fossilíferas mais antigas que se conhecem. . . . Por enquanto o problema permanece inexplicado, insolúvel, e pode continuar a servir de sério argumento contra os pareceres [evolucionistas] emitidos aqui.”Darwin tentou explicar estes avassaladores problemas por atacar os fósseis. Disse: “Considero os arquivos geológicos . . . como uma história do globo incompletamente conservada, escrita num dialeto sempre modificado [“imperfeitos em extremo grau”, original em inglês].” Ele e outros presumiram que, à medida que o tempo passasse, encontrar-se-iam com certeza os elos fósseis que faltavam.
enviado por: João Paulo De Souza em 11/02/2010 - 23:21 -
E não colocaram a foto do chinês que tb fez parte da pesquisa. Sacanagem.
enviado por: Elson Eustáquio Martins em 11/02/2010 - 14:38 -
"Cara da Dona Florinda" é muito engraçado... rsrsrsrs
enviado por: Augusto Marreiros em 11/02/2010 - 13:42 -
Se quer notícia de TI, acesse a opção de notícias de TI oras. A seção é destinada a ciência em geral. Se vocês só querem saber de TI, vai pra outra revista. Já diz o velho ditado "Os incomodados que se mudem".
enviado por: Fabio Kazuo Takahashi em 11/02/2010 - 09:09 -
Reclamações vem, reclamações vão, mas vocês sempre continuarão acessando o site =)
Não vejo problema em uma noticia diferente de vez em quando.. Não gostou não clica, ora! Por isso os links são formados pelo titulo da noticia, assim vc escolhe o q quer ver..
enviado por: Leandro Montanari Braz em 11/02/2010 - 08:57 -
Na verdade o titulo da materia ta bem claro, a coluna onde ela foi inserida ta bem distinto... nao sei qual o problema em "agregar" conhecimento variando um pouco o assunto entre uma materia e outra...
povo resmungao! bando de alma velha com 20~30 anos (e eu me viro do avesso de pavor de aranha... bixo que nao precisava existir nesse mundo ><)
enviado por: Bruno Marcelo em 10/02/2010 - 19:27 -
Hum... Estou muito surpreso: as aranhas pré-históricas tinham corpo de aranha, patas de aranha e cabeça de Dona Florinda! Dêem uma boa olhada na foto... vão ver o rosto da Dona Florinda!!!!! Só eu percebi?
enviado por: Fábio Horbach Garcia em 10/02/2010 - 16:51 -
Tem uns erros de digitação no meu contário ... mas para bom entendedor palavra digitada errada basta ... Sou leitor a mais de 15 da INFO e nunca tinha visto uma situação como as que tenho acompanhado nos últimos meses ... É DEPRIMENTE !
enviado por: Andre Rocha de Menezes em 10/02/2010 - 16:14 -
Concordo com o comentário de Ricardo e Lucas. O QUE DIABOS ESTA NOTÍCIA ESTA FAZENDO AQUI !!!!! Tudo bem, deve haver uma interação de conteúdo entre as publicações e seus focos de atuação. Mas desse jeito não ... O assinante e o leitor eventual que compra a revista quer TI e mais TI então vocês devem entregar TI e mais TI ... Vejo isso eum muitos comentários .. Pelo jeito quem deve ler os comentários não está lendo ou não está dando a mínima para as reclamações ... Azar da INFO ... (e não me venhga com história que o assunto é de interesse geral, é importante .. BLA BLA BLA ... Por que não é ... Ou só eu e os outros leitores que comentam sobre isso estão entendo errado o foco da revista ... Me faça uma garapa !!!
enviado por: Andre Rocha de Menezes em 10/02/2010 - 16:10 -
É mesmo... esse artigo deveria ser da Super Interessante ao invés da Info.
enviado por: Lucas César Mourão em 10/02/2010 - 14:52 -
ba, deve ter cido um bixo bem grande...pelo focil parece mais uma formiga a uma aranha, heheheh :)
enviado por: Jefer em 10/02/2010 - 11:36 -
Isto não seria artigo para a Super Interessante ao invés da Info?
enviado por: Ricardo Andre Varnier em 10/02/2010 - 10:55





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