
São Paulo – O Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia do Estado de São Paulo (Sindpd-SP) divulgou hoje (13) que definiu as metas da negociação que deve começar em janeiro.
A definição das metas ocorreu neste final de semana, na sede do sindicato. A assembleia de pauta definiu estratégias e reivindicações dos trabalhadores de TI do estado de São Paulo, que contam com reajuste salarial de 11%, implementação de novos pisos e consolidação dos direitos adquiridos este ano na Campanha Salarial, como a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e o Vale Refeição (VR).
Segundo dados divulgados em outubro de 2011 pela consultoria IDC, o crescimento previsto para o setor era de 13% neste ano.
“Os funcionários das empresas de TI conhecem esses números e querem ser valorizados pelas companhias nas quais trabalham. O mercado está aquecido e os trabalhadores irão fortalecidos à mesa de negociação”, diz em nota à imprensa Antonio Neto, presidente do Sindpd-SP.
A questão é simples: As empresas exigem cada vez mais certificações, cursos de capacitação, formação, polivalencia (faz tudo), resultado e no final ainda insistem em pagar salários medíocres.!!! Os funcionários lidam (em sua grande maioria) com tecnologias obsoletas, chefes "analfabetos-info", falta de recursos financeiros, além de uma constante "rotina" de atualização em busca de conhecimento. Informatica de certo modo é uma profissão ingrata, a busca por conhecimento eh uma constante. Mas se as empresas não reconhece o valor dos seus funcionários, ótimo!!! vão pagar o preço mais caro, seja mais cedo, seja mais tarde. Prova disso são os contratos de terceirização (governo), os quais devem "seguir" as regulamentações do Instrução Normativa 4 (IN 4 / SLTI), soma-se nesse contato co Pregão Eletronico (ganha quem oferecer menos preço), pronto, está formado um cenários apocaliptico! Um Analista de Segurança Linux não vai se contentar com um salário de R$ 4.000.00 ... Um DBA não vai aceitar um salario de R$ 4.000.00. Resumo da opera!!! "Turn Over" e "Falta de mão-de-obra".
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