
Segundo o relatório, atualmente o país conta com uma grande demanda por profissionais de SAP, de infraestrutura, gestão de projetos e analistas de negócios, cenário que deve se manter para os próximos anos, sendo que a proximidade de grandes eventos no país, como Copa de 2014 e Olimpíada de 2016, resultará no incremento das oportunidades no setor de telecomunicações.
De acordo com a Hays, para o Brasil receber tais eventos será preciso investir no avanço quantitativo e qualitativo nessa modalidade de prestação de serviços.
O mercado de trabalho está aquecido. No caso específico do segmento de TI, importantes fatores adicionais contribuíram para elevar a demanda de profissionais especializados.
O levantamento da Hays chama atenção para um movimento de internalização (insourcing) de alguns recursos pelas empresas da área de TI, especialmente em funções mais próximas aos negócios, como análise de negócios, segurança da informação e gestão de projetos e sistemas corporativos, fenômeno que impactará no formato da carreira, a forma de remuneração e aptidões exigidas do profissional de TI.
A internalização de algumas funções abre espaço para o crescimento, tanto do ponto de vista técnico quanto gerencial. O país vive a passagem do tradicional formato linear para um formato de carreiras paralelas (carreira em “Y”). Dessa forma, amplia-se o leque para diferentes vocações e expertises, com curvas salariais e de crescimento profissional diferenciadas, diz a Hays.
O movimento de insourcing nas empresas também impactará nas competências mais valorizadas pelos empregadores. Permanecem em alta itens como a certificação Project Management Professional (PMP) e Information Technology Infrastructure Library (ITIL), além do domínio da língua inglesa, uma exigência do setor, porém habilidades gerenciais como gestão de pessoas, orientação para negócios e domínio do conceito e práticas de governança começam a despontar como importantes critérios de decisão na hora da escolha e da contratação de um profissional de TI para algumas áreas nas empresas.
Fora a falta de investimentos o que dificulta a contratação de profissionais é a alta carga tributária. As empresas pagam ao governo quase o mesmo salário que o profissional recebe por mes em impostos. Isso gera um gasto muito grande e dificulta o aumento da remuneração paga. Uma empresa com 20 funcionários somados salário + carga tributaria é como se a empresa tivesse 35 funcionários (pagando somente salário sem tributação). Talvez minha conta não esteja certa, mas os valores são aproximados. Não adianta apenas profissionais especializados, nem empresas dispostas a contratar, deve existir uma cooperação do governo em relação a isso. já que ele não o fez antes, deve fazer daqui pra frente já que corremos o risco de fazer feio no mercado tecnologico no Brasil. #forachina #foraChingLing
Devido a falta de investimento na area de TI hoje o mercado quer super profissionais para ontem. Agora com a chegada de eventos importantes como a copa do mundo e olimpiadas essa escassez de profissionais qualificados fica mais evidente ainda. O governo deveria estar preocupado com a area da educação, contruir centros de tecnologia não somente voltado a TI. Pelo que eu leio, o mercado quer profissionais especializados em administração, infraestrutura, gerente de negocios, gestão de pessoas tudo em um unico profissional. Hoje em dia muitos profissionais da área de TI ainda torcem o nariz para aprender uma nova lingua (esses estão com os dias contatos). Na terça feira 10/05 eu vi uma entrevista com o Senador Cristovam Buarque que falava sobre a federalização da educação no pais, carreira de professor e outros assuntos em relação à educação no Brasil. Segundo ele se começassemos hoje a implantação de novos centros de educação, técnico e na área de ciências humanas, levaremos 20 anos até que a educação no Brasil seja considerada "eficiente". Ele ainda concluiu a entrevista dizendo: só falta começar!
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