Carreira
Qual é a sua, geração Y?
Daniela Moreira, de INFO Online Sexta-feira, 24 de julho de 2009 - 09h02Erik Charlton/Creative Commons |
![]() |
Conheça o perfil da geração Y, que está tomando conta do mercado de trabalho |
SÃO PAULO - Quem é o profissional da geração Y? O que ele busca, quais são as suas contribuições e desafios? Qual é a dele, afinal?
Uma geração que se desenvolveu em tempos de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica, que foi adulada e superprotegida por seus pais, que cresceu cercada de estímulos e ação e não quer saber de monotonia nem suporta ser contrariada. É mais ou menos assim que se define a geração Y, os jovens que nasceram a partir da década de 80 e que nos últimos anos vêm provocando uma transformação radical do ambiente de trabalho.
Se de um lado eles trazem dinamismo e inovação ao mundo corporativo, de outro causam estranhamento e desconforto aos gestores de gerações anteriores. O especialista Sidnei Oliveira, autor do livro Geração Y, falou conosco sobre essa geração, que está tomando conta do mercado de trabalho.
Qual é o perfil do profissional da geração Y?
A primeira característica é a conectividade. É uma geração mais plugada nas coisas – não só na tecnologia. Claro que a tecnologia é a maior manifestação, mas a questão vai além. É o jovem que vê conexões em coisas do cotidiano que aparentemente não têm ligação nenhuma, que soam abstratas para outras gerações. Por exemplo, um jovem pode conectar uma experiência de trabalho com uma experiência de lazer, o que é inconcebível para gerações anteriores. Expressões como “primeiro o trabalho, depois o lazer” não fazem sentido para ele. Outra característica é que essa geração é muito mais colaborativa. Não no sentido de espírito coletivo, comunitário da geração anterior, mas no sentido de trabalhar em equipe, se envolver em ambientes em que possam manifestar uma parte da coisa e não o todo. Ele quer pessoas em volta e acredita que as coisas só acontecem em colaboração. Outra característica é a individualidade. Não é no sentido do egoísmo, mas de deixar sua marca, mesmo que seja pequena. Ele quer participar de um projeto e deixar sua marca na experiência que está vivendo. Essas características estão cada vez presentes na forma de pensar e agir dos jovens.
-
Concordo com Tiago. A geração Y pode até ter acesso a informação, mas pelo mesmo motivo, a informação fácil, está se tornando preguiçosa.
Quem são os programadores COBOL de hoje? A maioria é a mesma de 20 anos atrás, sendo chamado após a aposentadoria.
Quando comecei a mexer com informática (nem existia o termo TI) a curiosidade de ver aquele cursor piscando e digitar a linha de comando e ver funcionar era irresistível.
Hoje o que temos? Jovens contando sua vida pessoal no Twitter. Quem abre o DOS? Quantos conhecem uma linha de comando? Aliás, quantos falam português corretamente?
Vejo a geração Y como a geração da preguiça... É a profetização do filme idiocracy.
[]'s
enviado por: Luiz Augusto Alves Gonçalves em 27/07/2009 - 11:52 -
Para mim, sem a conexão, nem acessos diarios, pra mim, seria a mais pura desvalorização da técnologia brasileira, e o Presente para futuro do brasileiro seria o desatre no cerébro hoje digital do brasileirinho Y!
enviado por: Maciel Felismino em 27/07/2009 - 01:30 -
Concordo plenamente com o que o Tiago escreveu, Posso dizer que sou da geração X mas com mentalidade da geração Y, sempre conectado e sempre obtendo o maximo de informações possiveis, mas, dentro ou proximo a minha area de atuação. Tais conhecimentos necessita de ser quardado para uso na hora apropriada. Conheço um gestor que usa de tantas teorias sobre o que ele aprendeu, ajuda em poucas coisas para aquilo que realmente deveria funcionar.
enviado por: Carlos Roberto Comingues em 24/07/2009 - 16:15 -
Informação, todo mundo tem acesso. Informação que se transforma em conhecimento útil e alimenta as conexões e alianças é a premissa para que venham resultados. A maioria está perdida num mar de informações e vivendo na estrutura, antes correta e boa, agora antiquada e ineficiente da geração anterior. Enquanto as exigências se derem sobre o ensino formal, realimentaremos a cadeia estrutural da qual queremos nos desvencilhar.
enviado por: Tiago Nunes Da Costa em 24/07/2009 - 10:42
|
|








19






