Marissa Mayer, executiva do Google, quer saber quem o candidato é - para além do que está no currículoApesar da ofensiva do Facebook (e de outras empresas cool por aí), o Google segue como uma das companhias dos sonhos da Geração Y.
Fato que implica em processos de seleção mais concorridos do que o vestibular da Universidade de São Paulo, como afirmou o presidente da operação brasileira Fábio Coelho em entrevista recente.
Na busca pelos melhores (e mais coerentes com a proposta de Larry Page e Sergey Brin), o Google inova (e, em alguns casos, apavora) nos processos de seleção. As questões reveladas por Marissa são exemplo disso. Confira:
Qual é a coisa mais legal que você viu nos últimos seis meses?
O que você tem que você ama?
De acordo com André Asseff, essas perguntas buscam investigar a essência do candidato – tópico caro para as empresas atualmente.
Por isso, “não interessa qual foi o momento, a situação, a notícia ou a ocorrência que chamou mais atenção”, diz o especialista. “O que ela busca é uma resposta que efetivamente seja a sua essência”.
Diante de perguntas como essas, é quase impossível bancar algo que não se é. Por conta disso, não só o Google, mas outras empresas estão investindo em etapas do processo de seleção com o objetivo de investigar indícios dos valores que movem cada candidato.
Para não escorregar, a dica é simples: não tente bancar algo diferente do que você realmente é apenas para agradar. “Você nunca consegue ser o que você não é e estar onde voce não está”, diz Asseff.
Confira outras 12 perguntas de entrevista do Google na próxima página e 6 lições que elas trazem.
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