Carreira

O novo jeito de planejar a carreira

Renata Avediani, de Você/S/A Segunda-feira, 30 de agosto de 2010 - 10h20


Divulgação
O novo jeito de planejar a carreira
João Carlos Pastore Chieregati, 27 anos, gerente de relacionamento do Google: ele deixou um setor tradicional para buscar um trabalho com mais autonomia
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  • Das melhores matérias que já li aqui. Sr. Rodrigo Porto, vou dar minha opinião sobre o assunto: A matéria trata de desenvolver e aprimorar novas habilidades constantemente, e em outas áreas de atuação. De buscar e enfrentar novos projetos e desafios que o realize e o liberte, não necessariamente obtendo salário superior. No setor público ou, no seu caso de economia mista, a estabilidade as vezes se confunde com estagnação, o que faz refletir sobre o assunto abordade na matéria. Até.
    enviado por: André Luiz da Silva em 07/09/2010 - 21:29
  • Excelente matéria, a melhor que eu já neste site. Eu vivo um pouco dessa realidade, tenho 22 anos, curso Administração de Empresas e sou funcionário publico. Me pergunto constantemente o que devo fazer, procurar estágio para ganhar experiência profissional na área e largar um emprego estável? Acho também que seria interessante fazer uma matéria relacionando essas questões do "Público X Privado".
    enviado por: Douglas Pereira Pires em 01/09/2010 - 11:15
  • Muito boa a matéria! Eu tenho dúvidas em relação ao futuro da minha carreira, gostaria de me tornar um gerente de projetos, penso em fazer pós, mas como não tenho experiência, imagino que não seja a hora e como as empresas dificilmente abrem espaço para um desenvolvedor/analista se tornar um gerente sem especialização. Se alguém tiver uma idéia como devo proceder fico grato.
    enviado por: Gabriel Lago em 31/08/2010 - 14:46
  • Excelente matéria! Nos faz refletir profundamente. Mas, tenho uma dúvida: Como os profissionais que do setor público ou de ecomia mista (bancos públicos, por exemplo), podem se encaixar neste contexto? Sou Analista de TI do BB e, até o momento, não traço planos de sair para o mercado aberto porque os salários pagos são bem inferiores ao meu. Isso sem falar nos benefícios. Vocês têm alguma dica ou orientação que auxilie na análise? Grato.
    enviado por: Rodrigo Amorim Porto em 31/08/2010 - 12:42
  • Ótima matéria, parabéns! Abraço!
    enviado por: Alan L. Bergmann em 31/08/2010 - 09:50

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