Carreira
Como ter sucesso na seleção do Google
José Eduardo Costa, de Você S/A Segunda-feira, 28 de junho de 2010 - 12h14Ilustração 3D de João Ferraz e Andressa Reigadas |
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Mais de 50% das contratações do Google se dão por indicação de profissionais da própria empresa. A outra metade é preenchida por candidatos que enviam currículo pela internet |
SÃO PAULO - Mais de 50% das contratações do Google se dão por indicação de profissionais da casa. A outra metade é preenchida por candidatos que enviam o currículo online.
Em ambos os casos, o procedimento de seleção é o mesmo. Veja quais são as etapas e como se preparar bem.
1 - ANÁLISE INICIAL DO CURRÍCULO DO CANDIDATO
Etapa tradicional no recrutamento de qualquer empresa. O que o Google considera aqui: avalia-se que escola o candidato fez, que cursos ele realizou e a quais atividades extracurriculares se dedicou. Para os recém-formados, ter experiência profissional não é relevante. Para postos mais graduados, conta a experiência anterior da pessoa.
O que faz a diferença: deixe explícito no seu currículo o alinhamento existente entre o curso que você fez e a área profissional que quer seguir dentro da companhia. Para isso é importante conhecer minimamente o posto para o qual você está se candidatando.
O Google valoriza muito as atividades extracurriculares. Por isso, se tiver feito algo digno de nota, invista algum tempo para demonstrar no currículo por que optou pela atividade, qual o impacto do trabalho para você e para os outros.
2 - ENTREVISTA TELEFÔNICA
Bate-papo com um gestor que procura saber mais detalhes do candidato além dos citados no currículo. O que o Google considera aqui: o recrutador faz uma análise em cima de quatro dimensões: 1 - experiência profissional; 2 - característica de liderança; 3 - habilidades cognitivas e 4 - aderência à cultura.
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Tudo isso pra entrar lá no Google, é? Muita coisa, mew.. por isso que no site lá da empresa no Brasil, sede em São Paulo, só tem poucas pessoas, o bom é que entrando lá.. vocês sabem dos "luxos" e "extras" que os funcionários tem..
enviado por: André Miranda Repolho em 29/06/2010 - 10:59 -
Acredito que o Rico Inside está apto a ser porta-voz do Dunga.
enviado por: Ney RJ em 29/06/2010 - 00:06 -
Rico, acho que você não percebeu que na matéria disseram que o Google explora habilidades que se encaixam em ambientes multidisciplinares. Acredito que isso signifique que, consequentemente, existirão pessoas com habilidades mais confiáveis em determinados ambientes, noutros não. Assim todos possuem a oportunidade de preencherem lacunas e tonar o trabalho menos penoso e mais produtivo. Pessoas com fobias que se afastam muito de perfis dos que sabem tomar à frente em determinadas situações atrapalharia o processo.
enviado por: Rodrigo de Matos Silva em 28/06/2010 - 18:13 -
Não sei porque esses imbecis de RH colocam esse espírito de liderança como um ponto a ser levado em conta PARA TODOS OS CARGOS!!!
A ideia é ter então uma multidão de funcionários LIDERES é isso??? Todos mandando em todos??? Uma verdadeira torre de Babel???? Todos querendo comer uns aos outros???
Existem e muitos profissionais que não querem liderar nada, querem apenas fazer seu serviço da melhor forma possível, só isso!!!!
O raça de ignorantes esse pessoal de recrutamento e seleção, viu...
enviado por: Rico Inside em 28/06/2010 - 13:09





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