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Analistas de Sistemas são regulamentados

James Della Valle, de INFO Online Sexta-feira, 21 de agosto de 2009 - 14h57


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Analistas de Sistemas são regulamentados
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  • Acho que a forma que eles estão propondo a regulamentação não acho justo, pois sou formado em administracao com habilitação em sistema de informação tenho pos graduação em gestao de seguranca de sistema de informação, e estou fazendo um mestrado na area de seguranca de redes, passe 3 anos como tecnico de suporte e tenho 8 de administração de rede. Conforme eles estão propondo eu tambem estaria fora dessa desse grupo. acho valido a regulamentação, alis acho de suma importancia, para nos que trabalhamos na area, mas acho q o progeto tem que abranger uma gama maior, pois a proposta por eles, não abrange as outras areas de informatica.
    enviado por: marcus vinicius santana de oliveira em 02/03/2010 - 16:45
  • Estou me formando em Sistemas de Informação, não poderi ser uma analista de sistemas então?
    enviado por: Rosiane Constante em 23/09/2009 - 11:41
  • Mário Ribeiro, se você faz Gestão em TI, um curso que acredito formar tecnólogos, você não poderá ser analista de sistemas. O projeto de lei te exclui. Ao que me parece o Gustavo Henrique da Silva também está na mesma situação, já que estuda na Fatec, uma instituição que sabidamente ministra apenas cursos que formam tecnólogos. Não sou contra a regulamentação, apenas o sou da forma como está sendo proposta por esse projeto de lei. A proposta que a SBC fez parece ser boa, mas foi esquecida para que uma nova lei fosse elaborada, para que um senadorzinho que não entende nada de tecnologia pudesse ganhar os "créditos" por uma lei.
    enviado por: João Paulo Mafra em 01/09/2009 - 10:04
  • Na opinião é só mais um orgão que vai arrancar dinheiro nosso, para dizer que "fiscaliza", quando na verdade não se fiscaliza e nada.
    enviado por: Rogerio Ferreira Marchetti em 01/09/2009 - 08:46
  • Eu sou programador a 16 anos tenho simplesmente o curso de programação de uma escola de informatica. O restante a minha biblioteca que eu forme de livros de programação que hj e que vale +- 14.000,00 so de material didatico para mim eu nao vi vantagem nenhuma o diploma nao diz o que a pessoa sabe ba pratica eu colocaria alguns dos meus alunos a qual eu dei aula na mesma escola a qual eu me formei qualquer projetos eles em questão de semanas desenvolva um projeto totalmente habil para o mercado entao para mim nao e um diploma mais sim a capacidade do profissional.O que faz um bom profissional é a dedicação e a Leitura e o Conhecimento nao e um diploma.
    enviado por: Sergio Falco Daniel em 31/08/2009 - 22:25
  • Já dei minha opinião a respeito. Indico aqui uma excelente matéria publicada nesta mesma data, 31/08, a qual remete a reflexão de ambas as partes defensoras de seus interesses individuais. O texto serve, ainda, para quem compara a regulamentação à abolição do diploma aos jornalistas. Dentre toda a matéria o trecho que mais me chamou a atenção: "O questionamento acerca da exigência de diploma em outras profissões extrapola a aplicação dos mesmos critérios. Isso porque, segundo Mello, a sugestão de que os diplomas de outras profissões possam cair contraria a evolução." http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=18033
    enviado por: João Roberto em 31/08/2009 - 17:57
  • Faço faculdade de Gestão em TI, estudo muito, queimo as pestanas para dar conta do curso, e no mercado tem um monte de neguinho se dizendo programador que faz um curso no SENAC de dois meses e se diz Analista. Tem que regulamentar mesmo e acabar com falsos profissionais.
    enviado por: Mário Ribeiro em 31/08/2009 - 15:53
  • Sou graduando em Informática pela FATEC-SP. Minha dúvida é quanto a regulamentação desta profissão. No texto desta notícia diz apenas que 3 tipos de graduações serão aceitas para conferir o título de Analista de Sistemas. Porém, já trabalho com desenvolvimento de softwares tanto para desktops quanto para web e será que não poderei ser Analista de Sistemas regulamentado? Parabenizo os que defenderam a "classe" dos autodidatas. Se uma coisa que os profissionais de TI têm de ser é autodidatas, principalmente aqui no Brasil.
    enviado por: Gustavo Henrique da Silva em 31/08/2009 - 15:19
  • A regulamentação será sempre uma coisa boa. O pessoal do congresso deveria apenas socilicitar a classe a sua opinião, não apenas usar como sabemos o interresse das instituições particulares. Tenho colegas aqui do meu pequeno estado, Sergipe, que fizeram curso de administração com enfase em análise de sistemas. Fiz o curso de tecnólogia em Processamento de Dados, (1986). Esse curso o MEC não reconheceu a epoca. Trabalho com informática desde 1983. Tive que estudar economia para me tornar apto a excer a função de analista de sistemas. Tenho como vários outros colegas inclusive o registro em carteira. Como fica todo esse pessoal. Acho que o Brasil esta cheio de leis criadas sem fundamentação constitucional, pois esta seria uma delas. Esta deixando de lado muita gente de já trabalha e tem como provar que exerce a função. Um Absurdo.
    enviado por: Nadjo Lisboa em 30/08/2009 - 17:32
  • 1) Pelo que consta, não houve regulamentação e sim, aprovação de projeto de lei na CCJ do Senado. Tal projeto deve ainda passar por mais uma comissão para depois seguir para a Câmara dos Deputados. Os profissionais insatisfeitos deveriam unir forças para pressionar representantes (deputados e por que não senadores) para, pelo menos, uma discussão mais democrática e aberta sobre o tema. 2) Todos conhecem bem a competência educacional de nossas universidades (de todo o sistema de educação). Eu tenho certeza de que hoje saem de nossas ricas faculdades, engenheiros que não sabem somar duas frações. Pergunto: nessas condições, pode-se atribuir ao título (diploma) a importância que lhe é dada pela legislação ? 3) Com todo o respeito, nosso país me parece um ótimo negócio para as grandes empresas do setor. Compramos tudo delas. Licenças para sistemas operacionais, compiladores, ferramentas diversas, hardware de todos os tipos para processamento, armazenamento, redes etc. Compramos treinamentos para tudo quanto é novidade que criam: ITIL, COBIT, PMBOK, UML, BPEL, AJAX, .NET (seria um exercício interessante tentar prosseguir nessa listagem). É uma grande ironia ver tantos profissionais assumindo o papel daquela figura alvo de tantas e injustas chacotas: o usuário. Com raras exceções, somos usuários, corremos atrás das tecnologias que brotam e se renovam a todo momento (sempre vindas de fora) em um mercado de pessoas jurídicas descartáveis. 4) Alguém aqui já viu um programador Java certificado que não saiba programar java ? 5) O Sistema tem que estimular aqueles que querem aprender e aqueles que querem ensinar. Se aprendeu, que prove que aprendeu. Como aprendeu ? não é da minha nem da sua conta. 6) Querem profissionais bem qualificados no mercado ? a formação profissional passa por ciclos duas fases: instrução e avaliação. Tornem a instrução aberta e totalmente desregulamentada. Retirem o processo de avaliação da alçada das faculdades mas tornem-no obrigatório e rigidamente controlado. A avaliação de aprendizado é o verdadeiro controle de qualidade, que naturalmente se difundirá pelo restante do sistema (quem vai querer fazer um curso que não dê condições de conseguir uma boa avaliação se esta for imprescindível ?). A avaliação deve ser fiscalizada e auditada (nada dessa palhaçada que se vê nas salas de aula: colas por celular, professores enfatizando a "importância" de estudo de determinada questão para a prova etc.). 7) Como vão desmontar toda nossa burocracia educacional ? É muita gente trabalhando para garantir o controle de qualidade da nossa educação. Os donos de faculdades (que certamente têm seus representantes no congresso) vivem em mansões e o seu amigo que ganha menos de 4 salários mínimos é obrigado a deixar R$ 50.000,00 nas mão deles para "ganhar"/comprar um estúpido diploma (se não quiser não precisa - pode prestar o vestibular da usp ou continuar alijado das nobres profissões regulamentadas). O ensino superior é extremamente lucrativo e ainda vai crescer muito. 8) No Brasil, se você não for autodidata (aliás, mesmo que você o seja) - e o sistema deveria primar por educar as crianças para que sejam autodidatas no futuro - você tem que deixar muito dinheiro na mão de alguém e dispor de muito do seu tempo em uma sala de aula de qualidade duvidosa. 9) Guerra às faculdades e à incompetência alarmante do ensino nesse país. Liberdade para aprender o que quiser, como quiser e quando quiser. 10) Mais um ponto para a ordem e para a ignorância em detrimento do progresso.
    enviado por: Cristiano Ferreira Teles em 28/08/2009 - 15:31
  • Leandro D. Branquinho, respeito é um direito que todos têm no país. Se você acha que está sendo desrespeitado por ser chamado de "o técnico", pode dizer às pessoas que prefereria ser chamado de outra maneira (mas cuidado para não ser arrogante!). Sinceramente, prestígio social pode massagear o ego de muita gente, mas não te torna mais importante. Pegando emprestado algumas das palavras do Fernando Pessoa, um dia você vai morrer, e depois a língua em que você foi prestigiado vai morrer, depois o planeta vai desaparecer, e isso no fim vai fazer muito menos diferença do que você se esforçar para tentar fazer a vida de alguma pessoa, uma que seja, melhorar no mundo. Enfim, voltando à lei, você ter que pagar um pedaço do seu dinheiro suado para um órgão que, francamente, eu duvido muito que vá fazer algo por você, não vai te tornar uma pessoa digna de pompas, pelo menos na minha opinião. Antonio Arley, é exatamente esse tipo de ideal de você achar que se você passou por algum problema, todos têm que passar, contribui fortemente para criar uma cultura muito ruim entre as pessoas. Se você acha que seu esforço foi insuportável poderia ao menos desejar que menos pessoas precisassem passar por isso, e até ficar feliz que outras pessoas tenham conseguido se tornar bons profissionais trilhando outros caminhos. Pense bem, se arranharem seu carro você vai arranhar o carro de outra pessoa por que você tem algum direito? Isso não vai te deixar menos irritado, seu carro vai continuar arranhado, e outra pessoa vai ficar irritada e com o carro arranhado. Sinceramente, meu diploma não me dá absolutamente direito nenhum de exigir que um cara que aprendeu sem precisar de formação oficial, por assim dizer, tenha que ter um diploma também. Eu quero mais é que o cara se dê bem, e possa dar uma boa educação para os filhos dele, quem sabe patrocinar algum estudante promissor que não pode pagar por sua educação. Uma mentalidade mesquinha tipicamente faz tanto mal ao portador quando ele costuma desejar aos outros.
    enviado por: Bernardo Avila Pires em 28/08/2009 - 05:19
  • Gostaria, antes de tudo, de expressar minha indignação com respeito à aprovação desta lei. É da minha crença que se um profissional precisa de uma lei como esta para manter seu emprego, ou ele deve começar a se questionar sobre a qualidade de seu trabalho, ou o mercado está impropício até para os bons profissionais. Independentemente de qual caso seja - porém felizmente eu acho que este segundo não se aplica à área de TI - a lei em questão é da mesma maneira um retrocesso no que diz respeito ao exercício da profissão de cientista da computação no país. Gostaria de acrescentar que o argumento de não se poder advogar sem ser um profissional regulamentado, ou exercer medicina, por exemplo, são casos diferentes, pois o exercício leviano dessas profissões pode colocar em risco a vida e o bem-estar das pessoas. Em segundo lugar, esses profissionais lidam diretamente com aqueles a quem prestam seus serviços. Esse evidentemente não é o nosso caso, dos cientistas da computação, e favor não mencionar software de avião, equipamento médico ou usinas nucleares como contra-exemplo, porque ninguém "bate na porta" de um programador para pedir um desses.
    enviado por: Bernardo Avila Pires em 28/08/2009 - 05:00
  • O que eu acho mais curioso de tudo é que bem difícil achar uma pessoa sequer que tenha estudado em uma universidade *decente* que apoie essas medidas. Reserva de mercado só serve pra proteger incompetentes e são esses que são a favor deste projeto de lei. Como disse o amigo aí embaixo... ele "pagou" pela universidade e agora tem direito de reserva de mercado. Talvez se ao invés de pagar, tivesse estudado um pouco mais e buscado uma pública de qualidade teria aprendido que bons profissionais não precisam disso.
    enviado por: Nilson Santos Figueiredo Junior em 28/08/2009 - 02:09
  • Só no Brasil mesmo pra essas coisas acontecerem. Realizam a regulamentação, *contra a vontade da Sociedade Brasileira de Computação*, que é a entidade que representa os profissionais da área de Ciência da Computação no Brasil. Quem quiser ler mais informações sobre a posição da SBC, olhem em: http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=107 Isso é o fim da picada para acabar com a inovação na área no país. Vamos todos pro buraco. Parece piada, uma lei proposta por um senador do PR de RO, um estado que não possui a menor relevância no cenário nacional de TI. E assim o Brasil vai pra frente...
    enviado por: Nilson Santos Figueiredo Junior em 28/08/2009 - 02:05
  • "Em tempo, resolvi ler o resto do post, é um "graduado" e profissional abilitado" (sic), a faculdade deve ser das boas mesmo.
    enviado por: Marcos Oliveira em 27/08/2009 - 22:01
  • Hehehe, tá saindo uma pérola atrás da outra, tem gente aqui que não sabe que graduação em Sistemas de Informação é a mesma coisa que Análise de Sistemas. Será que está "fazendo faculdade"? Se estiver deve ser das boas...
    enviado por: Marcos Oliveira em 27/08/2009 - 21:58
  • A questão não é ser autodidata... Muito analista, assim com eu, desenvolve sistemas para comércio em geral e o que mais precisamos ser é autodidata em legislação "disso e daquilo" e mesmo assim não podemos ser contabilistas e afins... Além disso, posso comprar livros de direito mas pergunta em qualquer Forum se eu posso realizar solicitações diretamente a um juiz... Tenho formação em técnico, graduação em tecnologia da informação e especialização em redes e já tive sim que competir por serviços com "autodidatas" que na verdade acaba por muitas vezes "puxar" a qualidade dos serviços para baixo. Enfim, a regulamentação veio tardiamente...
    enviado por: Ricardo Lopes Queiroz Neto em 27/08/2009 - 21:55
  • Eu acho justo a regulamentação, até mesmo porque vai amparar aqueles que não tem diploma e atuam na área há mais de 4 anos. Os que estão entrando na área agora que estudem e façam uma faculdade ou um curso técnico, da mesma maneira que nós. Eu passei 4 anos e meio na faculdade, rodava 270Km por dia, pois morava em uma cidade distante de onde fazia a faculdade. Acho injusto que eu tenha as mesmas chances daquele que não fizeram faculdade. Porque médicos, advogados, engenheiros, arquitetos, enfermeiros, contadores, etc, têm restrição quanto ao exercício da profissão e informática não? Aqueles que estão revoltados que estudem, direitos iguais!!!!!!!
    enviado por: Antonio Arley Rodrigues da Silva em 27/08/2009 - 19:29
  • Medicina para médicos, Engenharia para engenheiros, Contabilidade para contadores, Arquitetura para arquitetos, Odontologia para dentistas, etc... por que Análise de Sistemas, Ciência da Computação é para QUALQUER UM ??? Tem que regulamentar mesmo !
    enviado por: Nilton dos Santos em 27/08/2009 - 17:43
  • Marco Aurelio Simao, você acha que conhecimento auto-didata não requer esforço? Acha que as pessoas vão dormir acordam sabendo?   Leandro D. Branquinho, você quer a regulamentação só para ser chamado de "Doutor"...que ótimo eim...   Essa regulamentação não vai melhorar em nada a vida do profissional de TI, só vai burocratizar uma área que hoje funcionam perfeitamente. Quem é contra é provavelmente concluiu uma faculdade e acha injusto competir com quem é autodidata. E só para informação, apesar de eu ser contra a regulamentação, eu sou sim formado.
    enviado por: Danilo Gomes em 27/08/2009 - 17:13
  • Acho válida essa lei. É algo por muito tempo aguardado pelos profissionais da área. Entretanto, é, no mínimo, ridículo uma lei que não cita o profissional graduado em Sistemas de Informação (meu caso) como profissional abilitado para exercer atividades relacionadas com os sistemas de informação!!! Isso demonstra claramente que esta lei foi feita "nas coxas" e sem o acompanhamento ou consultoria profissionais da área. Outra reclamação vai para a obrigatoriedade da vinculação e do pagamento de anuidades ao conselho. Quanto será esta anuidade?! Será que os profissionais de informática (que em sua maioria ganham mal) serão capazes de pagar essa anuidade?! Acredito que essa lei, se não for melhor formulada, vai tornar mais complicado ainda a tarefa de encontrar profissionais qualificados. Acho que o objetivo real de quem elaborou esta lei não é de realmente regulamentar o setor e sim de "embolsar" algum dinheiro no começo do ano!!!
    enviado por: Diego Marcos Miranda em 27/08/2009 - 16:21
  • O grande impecílio da nossa atuação definitivamente são os profissionais que pensam pequeno e são mediocres. Ao invés de nos unirmos para sermos fortes como advogados, medicos, engenheiros, farmaceuticos e etc, nós nos dissipamos. Quem vê problema na regulamentação não tem futuro, ou não é um bom profissional. O mercado é o grande seletor de profissionais.A regulamentação trará força e respeito aos profisisonais de Analista de Sistemas. Para enfatizar, chegue você e um advogado em uma empresa e peça para lhe anunciar e veja como você e o Advogado são anunciados. Você fatalmente será anunciado assim: "Sr fulano o técnico está aqui" e o Advogado assim: "Sr fulano o Doutor Ciclano esta aqui" .... Sinceramente, vejo a regulamentação como um reconhecimento do estado pelo valor que a nossa profissão exerce na sociedade, e acredito que é o que nos falta para sermos respeitados como profissionais qualificados e responsáveis.
    enviado por: Leandro D. Branquinho em 27/08/2009 - 16:02
  • Bem, a quem trabalha mto tempo e nao e formado, so lamento, faculdade custa caro e requer muito esforço e dedicação, muitas vezes sacrifício. Se não estudaram, a culpa não é de quem estudou. E quem pagou pela minha faculdade fui eu mesmo ok? Desculpem a sinceridade mas a verdade as vezes dói. um abraço a todos!
    enviado por: Marco Aurelio Simao em 27/08/2009 - 15:18
  • Pessoal, neste link (http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/11569.pdf) possui a regulamentação completa. Vi algumas pessoas questionando que trabalham a quase 40 anos na área de computação, pois no documento existe um trecho que diz: Analistas que exercem o cargo a mais de cinco anos, poderão manter o título. Abraços!
    enviado por: Otávio Augusto de Queiroz Reis em 27/08/2009 - 14:17
  • Danilo, eu falei que Pintor e etc são coisas diferentes porque essas áreas não tem nenhuma influência no tema, é só isso. Gostaria de explicar melhor a minha opinião sobre o assunto, mas infelizmente não dar e também acho que você não iria querer. Espero que com ou sem regulamentação ninguém perca seus empregos e que continuem se desenvolvendo com falculdade ou sem faculdade o importante é que conhecimento nunca é demais e todo dia é dia de aprender. Abraços e fique com Deus.
    enviado por: Marcelo Bastoni Acruche em 27/08/2009 - 14:07
  • Eu não estou mudando o foco da discussão, a discussão é em torno do que a regulamentação pode ajudar ou atrapalhar. Até agora não vi em nada que ela vai ajudar, só vai burocratizar um setor que hoje funciona perfeitamente, e vai fazer isso somente para arrecadar dinheiro. Afinal porque nenhum outro pais no mundo tentou regulamentar o setor? E imagine o Larry Page no Brasil, descobriu um mecanismo de busca muito bom, aprendeu uma linguagem de programação, e quando ia disponibilizar o seu novo sistema, o governo pediu uma carteirinha e um documento assinado, então ele encosta o projeto até se formar na faculdade. Que ótimo, quantas vantagens. Olha o lado bom, um "micreiro" não iria conseguir fazer isso.... verdade...
    enviado por: Danilo Gomes em 27/08/2009 - 14:06
  • Em primeiro lugar criticar não quer dizer que a pessoa não esteja discutindo algo de forma sadia. Em segundo lugar você quer comparar genialidade como uma regulamentação, com eu disse já em outro post, eu acho que além de você não conseguir responder minhas perguntas, você muda o foco uma regulamentação ou uma lei não iria atrapalhar a genialidade de ninguém.
    enviado por: Marcelo Bastoni Acruche em 27/08/2009 - 13:55
  • Continuando Marcelo, porque você acha que para músico / pintor o tema é outro? Quando você comparou a profissão de Engenheiro com a de Analista de Sistema, você não parou para pensar que nesse casos o tema também é outro?
    enviado por: Danilo Gomes em 27/08/2009 - 13:43
  • Marcelo, você não está discutindo de forma sadia, no seu primeiro comentário você criticou os posts anteriores falando que deveriamos fazer uma analise sobre o assunto, eu só argumentei falando que você não se deu ao trabalho de fazer isso. E o que eu tento lhe dizer é que pessoas como Bill Gates, Steve Jobs, Larry Page, não fariam o que fizeram se o governo dos EUA exigisse regulamentação na Área. Outro caro são os de Hackers, recentemente um invadiu os sistemas de vários bancos no Brasil. Na reportagem que ele deu no fantastico ele disse que não consegue interpretar um simples texto como esse, mas no entando ele é um gênio da informática...
    enviado por: Danilo Gomes em 27/08/2009 - 13:33
  • Caro Danilo Gomes, não sei o que vc tem contra faculdades para a área de TI, não sei se vc frequentou uma e se frequentou e era de quinta como vc mesmo diz, não quer dizer que todas as faculdades são =.
    enviado por: em 27/08/2009 - 13:23
  • Caro amigo Danilo, não sei quantos anos você tem estou discutindo de forma sadia sobre um assunto importante, agora você não me respondeu e ainda por cima fez um deboche, isso não contribui em nada para o tema. Só para encerrar o papo já que com você o assunto não vai chegar a lugar algum, tanto o Pintor ou compositor ou Músico, é outro tema.
    enviado por: Marcelo Bastoni Acruche em 27/08/2009 - 12:14
  • Lembrei de outra pérola sobre nossa querida profissão nos proporciona, não sei se os amigos ANALISTA hiper competentes já leram sobre o assunto que já foi até matéria aqui mesmo na info, o assunto era o seguinte que algumas empresas estavam contratando pessoas que sabem falar inglês somente para vaga de Analista/Programador e que a empresa iria desenvolver o candidato a vaga que beleza não. A já ia esquecendo Danilo, não entendi a sua indagação sobre a faculdade, acho que vc entrou em contradição, afinal o que importa é a competência e não a qualidade da faculdade não isso ? ou eu me enganei.
    enviado por: Marcelo Bastoni Acruche em 27/08/2009 - 12:06
  • Marcelo Bastoni Acruche, você disse: "vou estudar engenharia por contra própria e vou tentar exercer a profissão".... UAL, que belo argumento, acho que você é o primeiro a utiliza-lo eim... Por que você não faz o que você mesmo disse e faça uma ANALISE sobre o assunto. Já que o seu argumento é repetido, vou usar uma resposta repetida ok? "Vamos regulamentar os pintores, cantores, compositores, porque se não qualquer mendingo pode ser um cantor"....
    enviado por: Danilo Gomes em 27/08/2009 - 11:59
  • Danilo, acho que você não entedeu a minha ANALISE amigo, não sou eu que não sabe distinguir e sim quem te contrata, pois essa pessoa não é ANALISTA com eu com você e outros amigos que estamos na luta a bastante tempo, esses contratantes podem ser qualquer um afinal você sabe muito bem que hoje em dia o que te diferencia do outro candidato é o QI se você disser que é a competência vc esta em um conto de fadas.
    enviado por: Marcelo Bastoni Acruche em 27/08/2009 - 11:50
  • Eu queria saber quem foi o inteligente que inventou que ter canudo é esconder a inconpetência, eu não vejo por esse lado. Eu gostaria de saber o seguinte, como sou autodidata vou estudar engenharia por contra própria e vou tentar exercer a profissão aí depois vou tentar tirar o CREA será que vou conseguir, agora o contrário pode, porque não temos conselho, não temos regulamentação é uma piada, qualquer pessoa formada em qualquer carreira até mendigo pode ser Analista de Sistemas, será que ninguém percebe isso, esses comentários e seus postadores não sabem nada. ACORDA !!!!!
    enviado por: Marcelo Bastoni Acruche em 27/08/2009 - 11:41
  • Marcelo Bastoni Acruche Você disse que a lei vai nos proteger "daqueles que escevem duas linha de código e se acham Analista"... Se você não consegue distinguir um profissional capacitado de um "micreiro", realmente, pessoas como você precisam dessa lei... E a propósito, boa sorte dando preferências para contratar analistas formados em faculdade de esquina...
    enviado por: Danilo Gomes em 27/08/2009 - 11:39
  • É por causa dessas ideias que li em alguns comentários que qualquer micreiro se entitula Analista de Sistemas e nem sabe o que significa isso. É óbvio que nós precisamos de um Conselho não só para regular regras de salário entre outras coisas importantes que todos os que tem "profissão" exige, além do mais como um colega falou a Lei não vai excluir as pessoas que já exercem a função de Analista, o interessante disso é que vao nos proteger daqueles que escevem duas linha de código e se acham Analista, é melhor a velha guarda pensar melhor antes de postar comentários sem nenhum critério ou ANÁLISE, afinal isso é mínimo exigido para quem se diz ANALISTA, ou vocês são os tais micreiros que eu citei.
    enviado por: Marcelo Bastoni Acruche em 27/08/2009 - 11:28
  • Mas que tal, hehehe, eles só esquecem que na maioria dos casos os "Analistas" não são CLT justamente pelas altos impostos que as empresas pagam, a grande maioria tem EMPRESA e emite nota fiscal pra receber o salário no fim do mes, será que teremos que ter o diploma para abrir a empresa ? hahaha Palhaçada, mais uma coisa pra inglês ver e pra eles dizerem que estão trabalhando e, preocupados conosco, ao invés de reformarem a CLT que só existe graças ao Getúlio Vargas, e lá se vão mais de 50 anos sem mudanças no código.. isso ninguém quer mexer né, é mais dificil as negociações e propinas.... Um ATRASO COMO SEMPRE...
    enviado por: Jerri Adriani Monson Moreira em 27/08/2009 - 09:49
  • Os dois lados tem pontos positivos e negativos, mas acho essa regulamentação completamente desnecessária. Poderia se exigir o diploma somente em determinados projetos de importância relevante perante alguna instituição e não para se exercer a profissão. Na prática vai acontecer igual à engenharia, onde terão pessoas com diploma assinando para quem não tem. Isso vai criar mais problemas do que soluções. O senhores políticos ignoram que do jeito que está já há falta de profissionais no mercado, as coisas já iam piorar sem a "ajuda" deles. Só queria saber de quem é o interesse que eles estão defendendo, eles não fazem uma coisa dessas se não tiver alguém interessado por trás.
    enviado por: Marcos Oliveira em 26/08/2009 - 19:46
  • A regulamentação é boa para quem tem canudo e não tem competência, para proficionais competentes ela só estorva e envergonha.
    enviado por: Alecio em 26/08/2009 - 17:23
  • Prezados colegas: Os comentários estão tomando outro rumo, não se discute aqui o quão será ou não importante a regulamentação, estão sim discutindo quem tem ou deixou de ter diploma de curso superior. Já foram feitos vários comentários de que não será necessário o canudo para a certificação, basta ler os comentários já postados. Outro comentário que foi repetido é quanto ao posicionamento da SBC, uma sociedade científica, civil e sem fins lucrativos, que coloca-se contra a regulamentação, mas faz ressalvas, quanto a regulamentação pretender estabelecer reserva de mercado ou for injusta na avaliação diploma x conhecimento. Por outro lado, o Prof. Roberto da Silva Bigonha, titular da Universidade Federal de Minas Gerais e Conselheiro da SBC, o qual vem acompanhando este processo de longa data, defende piamente que o caminho mais eficiente para se obter competência profissional é o da diplomação em curso superior da área específica ministrado por universidades ou faculdades de qualidade.
    enviado por: João Roberto em 26/08/2009 - 17:18
  • Encontrei um post bem interessante em um blog: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/made-brazil-regulamentacao-de-analistas-de-si stemas-ja-foi-discutida-pelo-congresso-e-o-qu-0 . O texto mostra uma opinião muito próxima da minha, em especial sobre faculdades.
    enviado por: João Paulo Mafra em 26/08/2009 - 16:43
  • Isso está muito parecido com o caso de jornalistas. Se o que vale é o conhecimento e a experiência para se exercer esta função, o diploma superior tão específico não garante o nível de conhecimento de um profissional que trabalha como analista de sistemas a 10 ou 20 anos. Tenho muitos amigos, formados em engenharia que são Analista de Sistemas ou programadores muito competentes. E muitos que não possuem o diploma mas que tem um nível de experiência e conhecimento que podem muito bem ministrar aulas para qualquer "Analista de Sistemas" que acabou de sair da faculdade. Falo isso por experiência.
    enviado por: Alexsandro dos Santos Pimenta em 26/08/2009 - 15:02
  • Complementando meu comentário: entre essa questão de ter ou não diploma isso é irrelevante. A área de informática sempre regulou-se por si mesma. Não é um diploma que vai fazer alguém ser contratado por uma empresa, é o conhecimento. Sempre foi assim e não vai mudar, mesmo se essa Lei for aprovada.
    enviado por: Julio Henrique em 26/08/2009 - 14:01
  • Antes de comentar, sugiro que deem uma lida no Projeto de Lei em questão: http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/Detalhes.asp?p_cod_mate=82918 . Está previsto no seu Artigo 2º, inciso III, que aqueles que não possuem diploma de curso superior, mas que exercem a profissão há cinco a contar da data de entrada em vigor da Lei poderão registrar-se no CRI - Conselho Regional de Informática - quando este for criado. Aliás, todos os profissionais (Analistas e Técnicos) deverão estar registrados no CRI de seu estado para poder exercer a profissão. A meu ver isso é um fato positivo. O único 'porém' na Lei, a meu ver, está no artigo 4º, "Parágrafo único. É privativa de Analista de Sistemas a responsabilidade técnica por projetos e sistemas para processamento de dados, informática e automação, assim como a emissão de laudos, relatórios ou pareceres técnicos." Ou seja, os Analistas e os Técnicos poderão fazer laudos, relatórios e pareceres técnicos, mas tais documentos só terão validade se estiverem assinados por um Analista de istemas devidamente registrado no CRI. Tal qual nos CRMs, CREAs, CRCs, etc.
    enviado por: Julio Henrique em 26/08/2009 - 13:56
  • Gë, você fez um comentário infeliz ( utilizo essa palavra para não descer o cometário ao seu nível ). Estamos aqui discutindo os impactos negativos, preocupados com o que isso pode afetar em nossas carreiras futuramente, e você acha que somos os fodões? Garanto que assim como eu, muitas pessoas que são contra a regulamentação, são pessoas formadas porém viu que a faculdade não é capaz de formas profissionais competentes. Então da próxima vez que quiser fazer um comentário inteligente desse, por favor não o faça...
    enviado por: Danilo Gomes em 26/08/2009 - 13:25
  • Aê galera que não tem diploma comecem a fazer uma faculdade. Já que vcs são muito "fodas" vão tirar de letra. kkkkkkkkkkkkkkkkk
    enviado por: em 26/08/2009 - 13:00
  • Desde quando um Conselho é garantia de qualidade do profissional ? Mais um cabide de emprego criado, mais uma fonte de arrecadação de dinheiro de trabalhadores (que já pagam impostos absurdamente). Antes de sermos profissionais de TI, devemos ser pessoas antenadas com este tipo de manobra, não devemos ser alienados e pensarmos apenas no que supostamente nos interessa. Por exemplo: se não sou tecnólogo, que se danem os tecnólogos. A sociedade mais desenvolvida no planeta é uma MERITOCRACIA, e o mérito não está em diplomas, e sim na competência do profissional. Regulamentar a profissão de médico, de engenheiro, de advogado, tudo bem. Mas analistas de sistemas, no meu entender, é completamente desnecessário, é só mais uma forma de burocratizar as coisas, de criar dificuldades para vender facilidades. Olho vivo, pessoal !
    enviado por: Andreh Almeida em 26/08/2009 - 10:46
  • Quem está argumentando a favor da regulamentação se esqueceu de um detalhe básico: o órgão que a quem isso realmente diz respeito, que tem o conhecimento correto para decidir regulamentar ou não, é CONTRA. Esse órgão, a Sociedade Brasileira de Computação (SBC), posicionou-se contra após anos de estudo e debate sobre o assunto. Vejam em http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc.html
    enviado por: João Paulo Mafra em 26/08/2009 - 10:25
  • Correção: ... melhorar o conceito dela no MEC... [desculpem o erro primário]
    enviado por: Flávio Cysne Ferreira Gomes em 26/08/2009 - 09:59
  • Li a regulamentação e não creio que ela vá trazer prejuízos nem para os profissionais auto-didatas, nem para os diplomados. A partir de cinco anos como Analista de Sistemas, aqueles que não são diplomados podem solicitar seu registro no Conselho Regional. A contratação das empresas não está restrita aos profissionais registrados, o que não as impede de contratar profissionais não-diplomados mas que tenham conhecimento condizente com o cargo. Não entendi/concordei muito com o seguinte "Art. 24 Qualquer pessoa ou entidade poderá representar ao Conselho Regional de Informática contra o registro de candidatos.". Não está claro, a forma como esta contra-representação é formalizada. Acho que o Conselho, se bem aplicado e administrado, trará muitas vantagens para todos os profissionais. Os maus profissionais é que devem temer a regulamentação, pois, a partir da concretização da PLS 607/07, eles poderão ser severamente punidos e a cassação do registro de Analista de Sistemas vai ser um fardo carregado para o resto da vida (talvez para este caso sirva o Art.24). Concordo que as instituições de ensino superior deveriam ser melhor fiscalizadas e retirar do corpo docente os professores picaretas que não acrescentam em nada na formação profissional do aluno deveria ser obrigação destas instituições (que muitas vezes só querem saber se o "cara" tem mestrado/doutorado para melhorar o conseito dela no MEC).
    enviado por: Flávio Cysne Ferreira Gomes em 26/08/2009 - 09:54
  • É galera que não fez faculdade!!! A batata tá assando!!!
    enviado por: Junior em 26/08/2009 - 09:50
  • Eu gostei da regulamentação. Quanto se ela vai gerar bons frutos ou não isso e outra história. Não vejo grandes mudancas a curto prazo no cenário. Para mim essa regulamentação Não vai mudar em nada a vida de quem ja trabalha na area. Quanto aos que defendem que curso o curso superior e imperativo para trabalhar na Area digo que isso e relativo. Porque conhecimento até que se adquire na faculdade mas compência para resolver problemas isso meus amigos são poucos os que tem.
    enviado por: Lindolfo Silveira Kemmerich em 26/08/2009 - 00:20
  • Que maravilha! Mais uma reserva de mercado para os incompetentes extorquirem o mercado em troca de porcarias digitais. Principalmente quando o mundo marcha para a desburocratização, um cabeça de bagre como o Expedito Junior quer regulamentar no Brasil. Parabés aos incompetentes e omissos, que agora não mais precisam temer concorrência, como ocorre em qualquer país do mundo, agora terão uma reserva de mercado só para si, aonde poderão desfilar suas porcarias digitais e serem regiamente pagos por isso.
    enviado por: Amilton Maciel em 25/08/2009 - 21:09
  • DIPLOMA PARA OS POLÍTICOS, ÉTICA COMO DISCIPLINA OBRIGATÓRIA!!!!
    enviado por: Renato José em 25/08/2009 - 17:53
  • Não entendo porque o tema gerou tanta polêmica, principalmente por profissionais da área e que inclusive estão empregados. Mesmo se aprovada a regulamentação (muitos estão sofrendo por antecipação) ninguém será obrigado a filiar-se, salvo de isto trouxer algum benefício, e da noite para o dia ninguém perderá seu precioso e atual emprego. Em verdade, havendo aprovação, este é um dado ou certificado que poderá ser exigido em grandes projetos principalmente aqueles que ofereçam um determinado nível de periculosidade e por sua vez responsabilidade. O grande foco da polêmica me parece que é no sentido de se ter ou não, fazer ou não fazer um curso de graduação para tal, ora, o mercado de maneira geral está cada vez mais exigente, há alguns anos atrás nos era cobrado o curso de "digitação", depois passaram a cobrar "conhecimentos básicos de informática", hoje até para um gari estão exigindo o ensino médio, imaginem em outros níveis profissionais. Esta polêmica serve para nos alertar que independente da área, se é tecnológica ou não, estão exigindo cada vez mais conhecimento do ser humano, assim, só a graduação não basta, quanto maior for o nível de graduação, conhecimento e experiência na área em que se atua melhor. Também por este motivo sou a favor da regulamentação.
    enviado por: João Roberto em 25/08/2009 - 17:52
  • Ricardo, e o que IF tem a ver com cálculo? Se o Brasil regulamentar a profissão, simplesmente as empresas grandes vão enviar os projetos para países onde não há essa burocracia toda, onde certamente a mão-de-obra será mais barata. Todos perderemos. E onde os tecnólogos ficarão? E o webdesigner, não vai poder escrever mais nenhuma linha de código PHP? Os interesses dessa regulamentação são claros, interesses de ganhar dinheiro fácil. E quem diz que quem não tem faculdade não estudou se engana. O auto-didata TEM que estudar para resolver os problemas do dia-a-dia. Já consertei muita cagada de recém-formado, desses que se consideram profissionais "qualificados". O conhecimento não é limitado às paredes da faculdade. E na área de tecnologia praticamente TODOS os conhecimentos podem ser adquiridos de forma auto-didata. Regulamentação absurda.
    enviado por: João Paulo Mafra em 25/08/2009 - 17:28
  • Cara nao vou nem debater isso contigo + vezes ! esses equipamento controlados por computador ainda mais cirurgicos passao por uma homologação ! para entrar em produção, essas homologação nao deixa passar nada ! outra coisa nao acho que a faculdade vai ensinar a colocar tds os IF's em uma rotina !! ate mesmo porque somos humanos e sempre estamos sujeitos aos erros ! agora oque faz a diferença é a capacidade intelectual do individuo e a experiencia na area que atua !! isso faculdade nenhuma ensina !! Entao é por isso que muitas empresas na area de TI nao liga p/ curso superior e sim para certificações, capacidade e experiencia ! valew...
    enviado por: Pedro ISaac em 25/08/2009 - 17:14
  • Você acha que o grau de importância hoje é menor?? Imagine que o cara que projetou o software que controla um robô a distância num procedimento cirúrgico faltou numa aula de cálculo e esqueceu de colocar um simples IF. A responsabilidade é menor? Se não houvesse necessidade de organismos para controle, então pra que a existência de leis?? Não quero discutir aqui a deficiência desses órgãos de controle que deveriam funcionar, nem tão pouco discutir a qualidade de ensino de um modo geral.
    enviado por: Ricardo Requena em 25/08/2009 - 16:40
  • Ricardo acho que vc esta sendo infeliz na comparação ! penso que uma coisa nao tem nada a ver com a outra ! Medicina vs. Tecnologia seguindo seu raciocínio vamos pegar tds os cantores, pintores, escultores etc... e colocarem p/ se graduarem em musica, artes plasticas etc... so depois poderao execurar a profissao !
    enviado por: Pedro ISaac em 25/08/2009 - 16:18
  • Ótima sugestão. Vamos permitir também que os médicos auto didatas comecem a clinicar!
    enviado por: Ricardo Requena em 25/08/2009 - 16:09
  • Ricardo, por que um bom programador precisa de faculdade? Se ele pegar todo o dinheiro e tempo que gastaria na faculdade e investir em cursos voltados para a área ( uma linguagem de programação específica por exemplo ), ele seria um profissional mil vezes melhor do que aquele que se forma na faculdade. Você como um dono de empresa contrataria um recem formado regulamentado ou um cara com uma certificação Java? As empresas quebram hoje não por falta de um orgão regulamentador, mas sim por falta de capacidade de contratar profissionais competentes. Você acha que concluir o ensino superior torna uma pessoa capaz de gerenciar projetos? Se você acha que sim, logo teremos o dobro de empresas quebrando por mal gerencia de projetos.
    enviado por: Danilo Gomes em 25/08/2009 - 16:08
  • Boa tarde, sou contra essa regulamentação restritiva !! tenho 25 anos ainda nao sou formado meu curso é de engenharia mecatronica + ja trabalho como desenvolvedor desde 2000 e desde 2005 meu cargo é de analista pleno !! hj sou responsavel pelo sistema de previdencia do estado do Tocantins, sistema desenvolvido pela Evoluti Tecnologia, um sistema de grande porte, que custou + de 1.5 milhoes !! ja estou administrando esse sistema ha 1 ano e meio "manutenção evolutiva", a evoluti estava procurando outra pessoa p/ colocar aqui depois de + de 30 entrevistados e testados ! ninguem foi contratado, nao conseguiriao executar o serviço! obs. tds ja eram graduados em cursos na area de TI !
    enviado por: Pedro ISaac em 25/08/2009 - 15:43
  • Danilo, como eu disse, um diploma de nível superior não determina se o profissional é competente ou não, mas como toda profissão tem que existir um organismo que regulamente a área, assim como todas as outras. Um contador pode até mesmo ser preso pelas suas ações, não vejo a área de TI como excessão, mas sim como algo que deve ser regulamentado como as demais áreas. Um profissional que assume um projeto de sistemas, ou até mesmo de redes ou qualquer outra vertente, tem responsabilidades sob esse projeto, que pode inclusive levar uma empresa a prejuizos incalculáveis. Uma outra questão muito importante é que os profissionais com 5 anos de atuação no mercado(o que já é um bom termômetro), podem se enquadrar nessa legislação. Comparar mentes brilhantes com mais de 10.000 profissionais por ano jogados no mercado de trabalho como uma forma de argumentar que não há necessidade de controle, não é o caminho. Já conheci muitas empresas que quebraram por má gerência de projetos. E não são todas que tem condições de bancar um PMO. Talvez no futuro essa regulamentação se aprovada oficialmente, deva ser revista, mas eu vejo como muito positivo esse passo, e todas as regulamentações existentes passaram por isso: Um passo inicial e posteriormente um aprimoramento com o tempo. Independentemente daquilo que existe fora do Brasil, creio não existir qualquer impecílio para que seja feito no Brasil, que aliás é uma referência em bons profissionais no exterior.
    enviado por: Ricardo Requena em 25/08/2009 - 15:05
  • Isso mesmo. Pode regulamentar, eu autorizo! E sou a favor de aplicarem prova ainda a todo mundo que se formar... estamos cheio de instituições sem vergonha no nosso pais, a qualidade de ensina é digamos que... ridicula!
    enviado por: Filipe F B em 25/08/2009 - 14:16
  • Tem que regulamentar mesmo! Ou então que tal acabarmos logo com as faculdades e pronto? Fica fácil, ninguém senta mais a bunda na cadeira pra estudar, né? Não é pq algo está sendo feito de forma X quer dizer que ela está correta. Como podem dizer que "constroem software corretamente" se nunca estudaram isso? Paciência.. quem não é da área que procure se especializar e depois conversamos.
    enviado por: uiratan cavalcante em 25/08/2009 - 13:45
  • Ricardo, me fale outro pais no mundo que essa área é regulamentada? Imaginem se o Bill Gates não pudesse lançar o MS-DOS porque não tinha concluido a faculdade? Steve Jobs não poder trabalhar na Apple, ou Larry Page ter que fechar o Google por que nenhum desses concluiu a faculdade. Regulamentar é querer apenas ganhar dinheiro do profissonal. Isso não vai melhorar em nada. Nem para o profissional de TI, e nem para as empresas que contratam esses profissionais.
    enviado por: Danilo Gomes em 25/08/2009 - 13:30
  • Por acaso alguem aqui faria uma cirurgia com um médico sem CRM??? Alguem consultaria um advogado que não foi aprovado na OAB?? Vejo como um grande avanço a regulamentação da profissão, isso tende a valorizar o profissional no mercado e ajudar as empresas a evitar os maus profissionais. Isso, óbvio que não avalia a capacidade do profissional, mas é um bom filtro. Um ensino superior não envolve apenas a área técnica, mas sim outras áreas tão importantes quanto a técnica para o exercício da profissão. E para complementar a informação, os profissionais com mais de 5 anos podem fazer parte deste núcleo mesmo sem formação. Ricardo Requena
    enviado por: Ricardo Requena em 25/08/2009 - 12:13
  • TEMOS DOIS TIPOS DE PROFISSIONAIS: O COM TALENTO E O SEM TALENTO. O DIPLOMA E A PÓS É PARA A ENTREVISTA COM O RH. A EXPERIÊNCIA É O QUE VAI MANTER A INTEGRIDADE DO SISTEMA - E O SEU EMPREG(O-UINHO). AFINAL, É A QUANTIDADE DE VOTOS QUE REVELA O MELHOR ADMINISTRADOR DE SUA CIDADE, DE SEU ESTADO E DE SEU PAÍS? QUANTOS POLÍTICOS CORRUPTOS ESTÃO "DIPLOMADOS" POR AI? ONDE É QUE VOCÊ SE COLOCA?
    enviado por: Flavio Ferreira Inacio em 25/08/2009 - 11:59
  • Obter um diploma hoje não quer dizer absolutamente NADA. As faculdades estão uma porcaria abrindo uma a cada esquina, onde ensinam somente básico. Nas entrevistas de emprego as certificações são de maior peso do que qualquer faculdade. Esse tipo de regulamentação para a categoria de tecnologia não adianta, não funciona. Quem é contra é porque fez uma faculdadezinha e não tem conhecimentos sufuciente para competir com pessoas capacitadas com certificações, ou conhecimentos auto-didatas.
    enviado por: Danilo Gomes em 25/08/2009 - 11:22
  • Gostei muito, estava na hora. Da mesma forma que pontes e prédios caem e matam pessoas, softwares devem ser feitos por pessoas capacitadas, não aquele cara que "saiu da faculdade no primeiro semestre porque achava tudo uma bobagem". Só vai contra essa regulamentação exatamente esses caras que não se formaram e acham que isso não tem/tinha necessidade. Enquanto eu estudava Tanenbaum de madrugada, essa turma fazia "telinhas", ganhava dinheiro com sistemas porcos e achava que isso era desenvolver sistemas. Corram atrás do prejuízo agora.
    enviado por: Fernando Oliveira em 25/08/2009 - 10:20
  • Perfeito, tem que regulamentar mesmo, chega desse pessoal que nunca estudou e acha que sabe o que está fazendo, não gostou vai estudar amigo! Esta é a unica forma de uma sociedade mais justa! Estudar muito e ter que aguentar piada de quem nunca estudou e "mexe" com informatica chega disto!!!
    enviado por: Cristiano Uniga Bajdiuk em 25/08/2009 - 09:53
  • Até que enfim. Incrível que tenha que ser um senador de Rondônia a apresentar o projeto de lei, quando as maiores faculdades de Ciências da Computação e Engenharia da Computação estão no Sudeste do país, e sem desmérito a qualquer outra unidade da Federação. Como qualquer área de conhecimento o estudo oficial é necessário sim, e milhares de cidadãos que estudaram a vida toda para uma profissão devem ser reconhecidos pelo mérito que conquistaram. Se assim não for então podemos fechar as universidades e voltar ao tempo do mestre e aprendiz, como na idade média. Milhares de profissionais da área que não tem diploma estão preocupadíssimos em que a lei não seja aprovada, enquanto os que tem se veem obrigados a lutar desigualmente num mercado cheio de "entendidos", engenheiros, arquitetos e até médicos atuam na área de informática. Não haveria problema nenhum se um cientista de computação pudesse assinar plantas de construção civil ou prescrever remédios, que, afinal, qualquer um aprende a prescrever com a experiência, correto? Evidente que não.
    enviado por: Carlos A D Sanches em 25/08/2009 - 09:24
  • Os conselhos deveriam "proteger a sociedade contra os maus profissionais". Não sejamos hipócritas. Na prática, os conselhos fazem apenas reserva de mercado. Assista o documentário disponível no site do Senado Federal intitulado "República dos bacharéis", leia o artigo no site do Superior Tribunal de Justiça intitulada "Profissões regulamentadas disputam no STJ espaço de atuação" e por fim leia também o artigo publicado na Folha de São Paulo por Hélio Schwartsman também intitulado "República dos bacharéis". Use o Google para encontrar os links.
    enviado por: Vinícius Silva em 25/08/2009 - 03:40
  • Algumas questoes: vc faria uma cirurgia com alguem que possui "experiencia" na medicina, mas que nunca estudou a Anatomia humana? Construiria sua casa com uma pessoa que tem "experiencia" na arquitetura e/ou engenharia? A tecnologia hoje move grande parte da nossa vida; nos terminais de atendimento do banco a avaliacao fisica da academia. Estamos, nos analistas, envolvidos em praticamente todos os fatores humanos, ate mesmo nas relacoes interpessoais com o uso das redes sociais. O impacto que causamos com a quantidade de softwares e plataformas que colocamos disponiveis para o usuario eh gigantesca e caminhamos cada vez mais para um sociedade voltada para a tecnologia. Nossa profissao ja deveria ter sido regulamentada a muito tempo. (P.s: tudo sem acentuacao)
    enviado por: Guilherme Kangussu Gomes de Almeida em 24/08/2009 - 23:56
  • Os que possuem experiência não foram esquecidos confiram no Art. 2°: "os que, na data de entrada em vigor desta Lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período de, no mínimo cinco anos, a função de Analista de Sistemas e que requeiram o respectivo registro aos Conselhos Regionais de Informática." Link para o texto inicial: http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/11569.pdf
    enviado por: Fábio Borges Gonçalves em 24/08/2009 - 23:24
  • faca de dois gumes, por um lado regulamenta, burocratiza, cobra taxas e afastas os micreiros, por outro lado desqualifica pessoas que tem mais de 25 anos de experiencia trabalhando na area, pessoas capazes de dar aula para os diplomados e que tem muito a ensinar.
    enviado por: gerson oliveira em 24/08/2009 - 23:00
  • Interessante como tem gente jovem iludida com essas coisas... Só no Brasil mesmo que político quer regulamentar até cabeça de alfinete... "Regulamentação" de profissão (que não implique em risco de vidas humanas) significa apenas e tão somente criar e SUSTENTAR mais sindicatos de vagabundos e mais Conselhos, todos cobrando suas contribuições e mensalidades, carteirinhas e o diabo a quatro. Mais burocracia e mais dinheiro para ser gasto, apenas isso. Pobres diabos que acreditam no aumento da burocracia como solução para todos os problemas. Tomara que o Supremo Tribunal Federal derrube mais esse absurdo, do mesmo modo que derrubou a exigencia de diploma de jornalista.
    enviado por: Rubens Alves em 24/08/2009 - 22:23
  • Valorosos companheiros de atividade profissional, lembrem-se daquela máxima: "nada é tão ruim que não possa piorar!" Infelizmente sempre somos traídos por aqueles que colocamos no poder. É aquilo, de cabeça de político e de b... de bebê, nunca se sabe a m... que vai sair dali. Vamos em frente.
    enviado por: ANDRÉ ANDRADE DOS SANTOS em 24/08/2009 - 21:28
  • Bom.... sou formado em informática...Bacharel em informática...recentemente o curso mudou de nome para ciências da computação! apenas o nome, pois a grade, professores são todos os mesmo... pergunta.... estou incluido ou não!?... se for não... pensa numa sacanagem!!! isso vai dar pano pra manga!!
    enviado por: Luis Fernando Biondo em 24/08/2009 - 20:06
  • Carissimos, A regulamentação é bem vinda e vai fazer valorizar bastante a profissao. Nao se esquecam que, mesmo os autodidatas sofrem com a concorrencia desleal dos "fuçadores de computador". Aquele cara que, nas horas vagas, fazem bicos como "programadores" e vendem seus produtos sem qualidade a preco de banana. Outra coisa que ninguem comentou aqui é que, se existem beneficios na regulamentacao, também existem as obrigações, as responsabilidades. Tudo tem seus pros e seus contras.
    enviado por: Glauber Costa em 24/08/2009 - 18:03
  • Existem profissionais por ai que dão de mil a zero em caras diplomados, nesse campo vale muito mais a experiencia e pesquisas do que somente o "canudo" na mão. Quando fui fazer ciencia da computação na PUC, ja tinha curso de analista de uma outra escola que na epoca era tecnica, posteriormente tambem virou faculdade. Como trabalho desde 1990 na area, quando cheguei para o curso na PUC, dava aulas para alunos do primeiro periodo. Isso pode melhorar o piso salarial, mas a qualidade pode cair, tomara que haja uma avaliação tecnica antes de contratações, caso contrario, teremos um "diplomado" ganhando nas costas de um "sem diploma", mas com muito conhecimento, citando como exemplo o nosso amigo Cesario Simões, um profissional com uma bagagem dessas podera ser e$quecido, com todo o conhecimento que tem....
    enviado por: Carlos Roberto Comingues em 24/08/2009 - 17:49
  • Tudo tem dois lados, quem é contra o diploma é por que não tem um. Concordo que para TI não é preciso te-lo, mas e vcs aí aprenderam tudo sozinhos? Ou foi depois que tiveram uma oportunidade em uma empresa que estava disposta a ensinar-lhes, e que sorte vcs deram hein! Pelo menos aqui na minha cidade para se ter uma oportunidade melhor é muito relevante ter cursos e diplomas. Se puderem me digam onde é esse lugar onde vcs conseguem fazer pelo menos um processo seletivo sem ter conheciemnto comprovado(ou seja, cursos). que provar que conhece é fácil o difícil é ter a oportunidade de mostra-lo.
    enviado por: em 24/08/2009 - 17:40
  • Eu acho valida a regulamentacao. Minha primeira formacao foi em computacao, depois design grafico, depois belas artes e tento misturar estas areas hoje com o uso da tecnologia para desenhar produtos voltados para usuarios especificos (design de interacao) e artes visuais. Acho que toda categoria merece e deve ser reconhecida, afinal, necessitamos de um sindicato proprio, de alguemn que nos represente juridicamente. Muitos citam Bill Gates, Estev Jobs, dentre outros. Bill Gates frequentou a Havard... No fundo eu concordo que o diploma valida o estudo, mas nao valida o conhecimento que muitos profissionais obtem com a pratica. Mas sera que os profissionais de tecnologia sao simplesmente autoditadas? ou o conhecimento vem de algum lugar? Quando vc iniciou seu trabalho com tecnologia, em determinado momento, teve alguem que te passou algum conhecimento maior? Esse profissional era graduado? ou era simplesmte "treinado"? No frigir dos ovos, o que vale eh curriculo e nao diploma; experiencia e portfolio somados a um bom grau de instrucao sempre levam vc pra frente. E lembro que fiz minha primeira graduacao, o que existia de picareta no mercado entitulando-se "Analista de Sistemas"...
    enviado por: Guilherme Kangussu Gomes de Almeida em 24/08/2009 - 17:29
  • Concordo plenamente com você Catiane... Não custa nada entrar em uma faculdade e adiquirir seu diploma ja que tem experiencia, vai ser mais facil...
    enviado por: Alexandre Jorge Dias em 24/08/2009 - 17:16
  • Nunca vi tanto erro de português nestes comentários, se estes que dizem não ser necessário diploma para fazer sistemas, fizerem como escrevem em português, estamos em boas mãos mesmo. Sou a favor da regulamentação, uma vez que na faculdade, você aprende a fazer sistemas, como fazer da maneira correta e documentada.
    enviado por: Paulo Henrique de Carvalho Batista em 24/08/2009 - 17:14
  • E a profissão de designer? Essa até hoje nada...
    enviado por: Eduardo Maruxo em 24/08/2009 - 17:12
  • Concordo que existem bons profissionais apenas com formação empírica, ou mesmo autodidatas... Porém, não vejo nisso impedimento para sentar no banco de faculdade e adquirir seu diploma como a maioria das pessoas. Até professores de ensino básico que davam aulas há anos sem formação específica tiveram que fazê-lo... Qual a diferença para os analistas e afins? superioridade? Saudações
    enviado por: Catiani Pereira em 24/08/2009 - 17:01
  • Boa Tarde! Concordo com muitas coisas que li nos comentarios aki, mas acho o seguinte se a um curso superior onde a pessoa se esforça para estudar, por causa de alguns diplomados, mas que infelizmente não tem tanto interesse assim para a profissão e muitos que gostam do que fazem e vão atras do conhecimente e aprimoramento saem prejudicados por isso... Mas esse caso de quem aprendeu de forma autodidata saber mais doq quem estudou (e ainda estuda) acho um comentario meio equivocado... mas cada um com sua opinião.. Concordo tambem que a burocrasia pode aumentar, mas isso será muito bom para os bons profissionais que existem por ai, acabaria com esses que dizem saber e acabm tiram a oportunidade de quem realmente sabe fazer, e o pior de tudo que este que se diz saber fazer não ficaria muito tem e a empresa acabaria tendo um gasto maior por ter que mandar concertar o q foi feito errado ezonerando ainda mais a empresa e contratando um profissional devidamente profissional...
    enviado por: Alexandre Jorge Dias em 24/08/2009 - 16:29
  • Olá a todos, Isto é um absurdo. Até acho bom o profissional ter faculdade, mas o que vejo estas masmas "faculdades" despejando profissionais incapacitados que não sabem nem formatar um micro e, estes sim, tomando vagas de pessoas que, mesmo sem ter diploma, são infinitamente melhores. O primeiro a ser feito e termos boas faculdades que ensinem realmente, depois podem "regulamentar" a profissão. Mas atá então, sou mais é de uma boa entrevista e testar o candidato do que escolher por ter ou não formação superior. Aproveitando, Luri, de que adianta ter conselho de medicina e OAB se nosso país está cheio de "açougueiros *" e advogadozinhos de porta de cadeia? *(Sem desmerecer a profissão de açougueiros :-) )
    enviado por: Edson Lima em 24/08/2009 - 16:18
  • Para Presidente da Republica que é o maior cargo neste País, não precisa de diploma nenhum, é só falar "nóis vai, nóis vem" e está tudo certo. Agora para uma profissão que diploma não faz diferença nenhuma, veja Steve Jobs (Apple) ou mesmo o controverso Bill Gates (Microsoft), onde o mais importante é o raciocínio, a visão macro, a intuição e a criatividade. Tem político burro querendo burocratizar, por que não faz uma lei que para ser senador, deputado, presidente, governador ou prefeito é necessário ter um diploma de 3o grau, nós cidadãos vamos rir muito, pois os citados com certeza irão falsificar diplomas ou comprá-los.
    enviado por: Alberto Kuwano em 24/08/2009 - 15:59
  • O Bill Gate é formado em quê ? E o, considerando todas as profissões, Boris Casoy ? Silvio Santos ? Presidente, fundador, do Bradesco ?
    enviado por: Joel do Prado Junior em 24/08/2009 - 15:09
  • Eu ja trabalhava na área a 15 anos como analista e depois como consultor de sistemas, qdo uma empresa onde trabalhei me exigiu curso superior. Foi complicado assistir às aulas visto q o conhecimento academico dá muitas voltas em relação ao que é realmente necessário no dia-a-dia, isto qdo os professores nao falavam algo q na pratica nao era a melhor opcao. Vi vários colegas no ultimo ano q nao sabiam sequer usar programas simples como word, excel ou access e sairiam de la podendo falar que eram analistas de sistemas concorrendo com profissionais de verdade. Bom conclui meu curso e vi meu nivel salarial aumentar em seguida por causa do mesmo, depois começou uma chuva de pessoas despreparadas entrando na area e os salarios despencaram. meus ultimos 10 anos de profissao tem sido concertar programas mal escritos ou inacabados em empresas de grande porte. Sou da opiniao que regulamentar é importante desde que nao seja feito somente para tirar dinheiro dos profissionais. Mas da forma como as faculdades tem formado pessoas, estes tendem a ser menos vantajosos para as empresas do que os que aprenderam de forma autodidatica porem com afinco e dedicacao... Como no brasil tudo é feito de qq jeito, acredito q esta regulamentacao sera somente mais uma forma de nos penalizar aumentando mais a carga de taxas e impostos que ja pagamos. tomara q eu esteja errado... Leandro Maciel.
    enviado por: Leandro S. Maciel em 24/08/2009 - 14:02
  • Graças a Deus eu sou PJ.
    enviado por: Bruno de Oliva Bemfica em 24/08/2009 - 14:01
  • a melhor noticia do dia, fim aos picaretas :D que fazem sistemas fracos e fazem a área cair em desgraça
    enviado por: Denise Abbade em 24/08/2009 - 13:48
  • Caro Samuel gostei muito da sua opinião me fez enxergar outra forma de ver isso.
    enviado por: em 24/08/2009 - 13:47
  • Esse tipo de regulamentação restritiva é um absurdo. Mais ainda é ler pessoas dizendo que "Ver qualquer um fazendo o trabalho e "roubando" nossos postos de trabalho". Sinto dizer, mas existem pessoas que possuem muito mais conhecimento que alunos formados e pós-graduados. Regulamentar a área não vai diminuir a incidência de besteiras que as pessoas fazem nem melhorar o nível daqueles que a possuem.
    enviado por: Rafael da Cunha em 24/08/2009 - 13:47
  • É mudei minha opinião caro Samuel, melhor deixar do jeito que está.
    enviado por: em 24/08/2009 - 13:46
  • Acho que o problema é engessar as profissões. Uma coisa é PERMITIR que um profissional se filie à algum conselho. Outra coisa é OBRIGÁ-LO a fazer isso. Acho que deveriam aprovar a criação de um conselho e deixar a critério dos profissionais se filiarem ou não. Tudo iria depender da vantagens que um eventual conselho oferecesse a seus membros e também das exigências do mercado. Se o conselho fosse realmente atuante e provesse melhores condições de garantir a qualidade do profissional, o mercado acabaria optando por profissionais filiados. Se não, como alguns conselhos por aí que NÃO garantem coisa nenhuma, o mercado simplesmente ignoraria a presença de tais conselhos. Só não pode é engessar o mercado de trabalho. Teoricamente, JÁ EXISTE UM CONSELHO responsável por garantir a qualidade dos profissionais formados: o MEC. Ele é responsável por aprovar os cursos e avaliá-los. Se o MEC não é capaz de garantir a qualidade dos formados, o que lhe faz acreditar que um outro órgão vai conseguir isso? Minha opinião é: conselhos são cabides de emprego e formas fáceis de TIRAR dinheiro dos profissionais. Estes sim estão dando duro para exercer suas profissões da melhor forma possível. Acabe com os conselhos e melhore a qualidade dos cursos, como alguns leitores já comentaram. Criar conselhos NÃO GARANTE NADA! Acreditar nisso é ilusão! Os conselhos são tão corruptíveis quanto as instituições de ensino. Se alguém pode COMPRAR um certificado de nível superior, pode também comprar um registro profissional.
    enviado por: Samuel Diniz Casimiro em 24/08/2009 - 13:37
  • Informática precisa de um conselho tbm. Por que senão veremos qq um fazendo o nosso trabalho e roubando nossos postos de trabalho.
    enviado por: em 24/08/2009 - 13:20
  • Vi alguém por aí dizendo que os tecnólogos não podem trabalhar como analistas, mas que barbaridade é essa que vc esta dizendo meu filho! Acho que seria ótimo se acontessece isso, pois já tem nego formando me administração e programando e técnicos que fazem um curso qq e depois vão para uma empresa pela mão-de-obra barata e aí viram analistas na fuñção.
    enviado por: em 24/08/2009 - 13:07
  • Bom, segundo o texto da lei, no artigo segundo, inciso primeiro, só mencionam os diplomas de cursos de Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados. Acho que pode haver uma discrepância quanto à isso pois existem grades curriculares de cursos de análise de sistemas, iguais a de sistemas de informação. Inclusive já vi faculdades que ofereciam o bacharelado em análise de sistemas e apenas trocar o nome para sistemas de informação, que é o nome da moda. Isso com toda certeza vai virar alvo de briga também junto ao MEC e as instituições de ensino.
    enviado por: nicolas leite baptista em 24/08/2009 - 12:57
  • Olá a todos, Estão falando do analista e outros, mas e os Eng. de Computação, pela obrigação dos mesmos segundo regulamentação ele pode aplicar e assinar todo e qualquer projeto relacionado a computação. Acho muito bom a perspectiva de regulamentação, a minha preocupação é se as pessoas que estão fazendo a mesma estão pensando em todas as ocupações de mercado, e se um Eng. da Computação, Eng. de sistemas, terá que pagar dois conselhos (CREA e outro) e se as atribuições de cada profissão estão sendo devidamente atribuídas. Como podemos confiar em pessoas que votam o salário mínimo e nem sabem exatamente o valor que votaram.?
    enviado por: Samuel Moro Bergamo Cavalcante em 24/08/2009 - 12:14
  • Se querem cobrar diploma invistam em melhores faculdades. Trabalho com programação a 10 anos e vejo pessoas saindo da faculdade sem um mínimo de conhecimento. Não me formei em nenhuma das carreiras citadas na reportagem e mesmo assim desempenho muito bem minha função. Talvez devam cobrar diploma de um curso para política onde ética seja a disciplina mais cobrada, vamos apoiar? DIPLOMA PARA POLÍTICA
    enviado por: Renato José em 24/08/2009 - 10:52
  • Não acredito que isto se aplicaria também a Analista de Negócios, Analista de Requisitos ou funções pertinentes. Nestes casos muitas vezes o conhecimento ou especialidade no negócio seria mais importante.
    enviado por: José Gilberto Tissei em 23/08/2009 - 22:35
  • to pagando pra ver outro conselho emplacar.Mais facil acabar com os que já existem.=P
    enviado por: Charles de Sena em 23/08/2009 - 15:00
  • ih! cacilds... e agora ? se fosse primeiro de abril até que eu entenderia essa notícia, hehehe. até parece que é qualquer empresa que contrata um Analista de Sistemas. Será que o contratante não tem condições de saber se o funcionário é bom ou não para o que foi contratato ? tem problema não. mantendo meu salário, pode colocar qualquer função na minha carteira de trabalho, hehehe.
    enviado por: Paulo Alexsandro Freitas de Miranda em 23/08/2009 - 10:53
  • Pessoal. Sou Analista de TI do SEBRAE/Ce, professor universitário e já fui vice-secretário da Exec. Nacional dos Estudantes de Computação. Olhem... tudo nessa vida tem prós e contras.Quanto a questão de exclur todos os profissionais existentes, isso é falso, pois no projeto original, todos que hoje jam trabalham tem por meio de tempo de experiência, se confirmado como Analista ou Técnico. Quanto é necessidade de nível superior por instituições, creio que o mercado já é auto-crítico suficiente para essas escolhas, CONTUDO, fiquem atentos que um "conselho" não tem por obrigações correr atrás de punir alguém "errado", mas sim, de "proteger" quem está certo. É uma questão que há muito tempo se discute, ainda virá muito a discutir e sempre terá gente contra e à favor. Mas lembrando que estamos numa democracia, que não seja obrigatório o diploma (como jornalismo) mas que também não deixe de existir para proteger analistas corretos e acusados propositalmente - TELEFÔNICA É UM CASO.
    enviado por: Joseh Sáfilo Gomes Silva em 23/08/2009 - 10:33
  • Burocratas? Pessoal, vamos ver as coisas com o olhar critico, para ser advogado precisa o q? fazer a facul e ainda prestar a OAB. E claro que isso irá prejudicar muita gente excelente que o conhecimento supera o conhecimento de mtos, mas existem os "desatres" que fazem cada coisa que ficamos horrorizados. Foi como disse um colega, não adianta fazer um curso na SOS/Microlins..etc..etc.., não desmerecendo tais instituições, mas não dá.....
    enviado por: Rodrigo Lopes Santos em 23/08/2009 - 10:06
  • Eu tinha uma visão diferente... Mas dando uma olhada nas opiniões aqui, me fez repensar vários pontos... Realmente burocracia é péssimo... Eu não quero me gabar que fiz isso ou aquilo mesmo sem ter diploma, mas acho importante ter diploma, no meu caso a simples frequência nos semestres iniciais de Ciência da Computação me abriram várias portas (saí da faculdade no sexto semestre, mudei de cidade, só agora estou me formando com um diploma de Tecnólogo pois, são dois anos e meio de um curso EAD em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, e tivesse terminado seria bacharel), eu ainda sobrevivo com pequenos contratos de consultoria, softwares específicos e manutenção. Hoje almejo um mestrado. Em relação a regulamentação, acho que seria uma garantia para as empresas de que o profissional está regularizado, etc... Tomem como exemplo o caso da Telefônica/Speed, acusando um programador e/ou analista de sistemas... Aí a imagem do restante dos profissionais caem abismo abaixo... Já aconteceu comigo de ser chamado numa empresa para prestar serviços e ser pressionado a não "sumir", pois já estavam cansados de contratarem profissionais da área de TI e eles arranjarem outros serviços e deixarem as coisas pela metade... Tenho ciência que isso acontece em qualquer área, só acho que regulamentados, estaríamos mais "protegidos"... Mas talvez eu esteja errado, e a coisa flua melhor assim cada um por si.
    enviado por: Overbits Technology em 23/08/2009 - 01:30
  • Eu aprovo. Tem gente que acha que fazendo um curso no SOS .... virou analista, tem gente que faz qualquer curso superior e como não consegue emprego na sua area, vira ANALISTA DE SISTEMAS. Depois o coitado do K-Max descobre uma falha no sistema da Telefonica e ele vira BANDIDO, bandido é quem montou o sistema.
    enviado por: RICARDO BRASIL em 23/08/2009 - 01:06
  • Mais uma palhaçada de quem não entende nada do que tenta legislar.
    enviado por: Rodrigo Melo em 23/08/2009 - 00:00
  • Eu só quero saber se Sistemas de Informação entra ou não nesse Criterio ?
    enviado por: Wesley Heron Gonçalves de Farias em 22/08/2009 - 21:55
  • Várias correções a serem feitas: A começar pelo título que diz que os analistas de sistemas ESTÃO regulamentados. Gente, a proposta foi aprovada por UMA comissão do Senado, até isso virar lei haverão várias outras comissões, votação, re-votação, sansão presidencial, publicação, regulamentação......... Quanto à Sistemas de Informação, Tecnólogos, Engenheiros da Computação e outros cursos: O texto da proposta é antigo, eu creio que hoje nem existe um curso chamado de Análise de Sistemas, quando isso entrar em vigor, se entrar, a regulamentação vai fazer os devidos ajustes. Trabalho desenvolvendo sistemas a vinte anos, nunca precisei de diploma, recentemente estou cursando um curso de Tecnólogo em Sistemas de Informação que, provavelmente, não vai mudar nada na minha vida.
    enviado por: Claudio Roberto Cussuol em 22/08/2009 - 19:46
  • O diploma e muito importante mais não podemos afirmar que o fato o ter torne a pessoa capacitada, Se a regulamentação trazer benefícios será sempre bem vinda na área da tecnologia da informação (informática) o que vale e o quanto você sabe ou pode aprender afim de gerar soluções para as mais diversas necessidades que encontramos em nossos dia dia experiência esta que somente a pratica pode nos dar. Só para termos um idéia um dos mais homem mais ricos do mundo não tem diploma na realidade apenas simbólico com isso não dizendo que ninguém deva ter mais não atribuir capacidade profissional por ele Paz a todos.
    enviado por: fredson jorge j santos em 22/08/2009 - 19:22
  • Isso vai ser um problemão para os tecnólogos, pois apesar de ter uma graduação não podem trabalhar como analistas... Os tecnólogos ficaram no limbo!
    enviado por: Carlos E. Rodrigues Junior em 22/08/2009 - 18:31
  • Acho que é melhor não ser nem alfabetizado. Aqui, no Brasil, você pode acabar virando Presidente da República...
    enviado por: Dimas José de Macedo Siggia em 22/08/2009 - 17:42
  • Gente, política é uma ***** hehehe... Sarney, me arruma um cargo aí... nem precisa ser regulamentado... basta ser alfabetizado !
    enviado por: Gilmar Bertolote Junior em 22/08/2009 - 17:14
  • O pessoal achar que médicos ganham muito é piada né, os médicos do principal hospital de BH outro dia estavam em greve porque o salário base deles é de R$ 2.407,00 e o salário médio é R$ 4.662,06, se isso é muito, é melhor dar uma olhada nos salários de analistas pois há vagas com salários superiores há R$ 10.000,00. A lei vai servir para criar um exôdo ainda maior de profissionais do Brasil, que já sofre com o problema, afinal, um bom profissional no Brasil, com ou sem diploma, chega um momento que acaba saindo do país. Nada que cria dificuldade é bom, para as empresas então, isso será pessímo, muitas companhias internacionais que estão vindo para o Brasil vão acabar desistindo e procurando outro destino para seus escritórios internacionais, afinal, computação não é igual medicina, se você fica doente no Brasil, você precisa de um médico aqui no Brasil, se tem um processo na justiça brasileira, precisa de um advogado brasileiro, mas se você precisa de serviços de computação, pegue em qualquer lugar do mundo, menos no Brasil, pois aqui o mercado estará incrivelmente atrasado. O Brasil deu um passo pra frente ao derrubar a regulamentação da profissão de jornalista, mas deu uns 20 passos pra trás com essa agora. Acho que o governo não é "Lula", tá mais pra "Caranguejo".
    enviado por: Jair Elton Batista de Souza em 22/08/2009 - 16:50
  • Vai ser mais um conselho que será controlado pelos políticos para arrancar dinheiro dos profissionais. Engana-se que os analistas de sistemas vão lucrar alguma coisa com isso. Quem defende hoje será o cara que amanhã vai ficar na fila para conseguir uma carteira profissional e vai pagar taxas de R$200,00 ao ano e não ter a prestação de contas para onde vai esse dinheiro....
    enviado por: JOSIR CARDOSO GOMES em 22/08/2009 - 15:14
  • Pessoal, ser formado já é uma exigência do mercado há muito tempo, não acredito em valorização do profissional com o registro, a única diferença é que terão o ônus de pagar o conselho anualmente, mais nada. O bom profissional não precisa de reserva de mercado através de um registro, pois já conquistou isso pela sua competência. O que teremos no mercado e isso vai ser ridículo, serão os incompetentes de carteirinha.
    enviado por: André Ricardo em 22/08/2009 - 13:58
  • O pessoal esta so pensando na questao de competicao entra diplomados e nao-diplomados, mas na realidade a questão que vai melhorar é nos salários, pois ao competirmos com qualquer um a oferta de profissionais fica alta forçando a desvalorização do profissional, enquanto que regulamentando isso, nos (diplomados) valorizará mais, pois a cada dia estavamos ficando desvalorizados. Tomamos exemplos de advogados e medicos, todos ganham muito, enquanto os analistas na sua grande maioria, principalmente nos interiores ganham muito mal.
    enviado por: Ronan Pereira Damasceno da Silva em 22/08/2009 - 10:41
  • Concordo com o José da Silva. Mais uma meio de "burocraciar" o trabalho no país. Queria saber, se Sistema de Informação entra nesses críterios?
    enviado por: FILIPE DIOGO DA SILVA em 22/08/2009 - 10:21
  • Caramba... Depois do STF recusar a exclusividade aos jornalistas, chove categoria querendo seu pedaço de bolo. Já pensou se isso valesse para o mundo todo? Bill Gates seria um simples nerd, jamais criaria o MS-DOS, afinal, ele não tinha diploma. O mundo ficaria privado de diversos gênios da informática. É lógico, que assim como os jornalistas, as boas empresas querem alguém diplomado, com formação superior. Mas esta exigência para todos é descabida até porque muitos analistas de sistemas também acabam virando analistas de métodos, especialidade da administração. O melhor seria deixar como está e não se fala mais nisso.
    enviado por: Ney Carline Limonge em 21/08/2009 - 18:56
  • Eu estou terminando a faculdade de Informática e acho que isto é muito importante, porém ainda é pouco para solucionar a problemática do profissional de T.I., pois é preciso que haja uma lei completa, assim como em direito e medicina, para que suma de vez o 'muleque' da esquina que faz gambiarra nos pc's alheios.
    enviado por: Iuri em 21/08/2009 - 17:52
  • Pra mim só vai servir para alimentar algum Conselho da vida, como acontece com a OAB, CRM, CREA e tantos outros. Eu tenho diploma de Ciência da Computação e não veja injustiça em competir com pessoas com e sem diploma, cabe ao contratante selecionar isso.
    enviado por: Juliano Cunha em 21/08/2009 - 17:47
  • Cesário Simões, o curso se chama Ciência da Computação. Até porque ninguém é cientistas. E sim, você é um repetidor do que aprendeu.
    enviado por: Rodrigo Marangon em 21/08/2009 - 17:08
  • Isso é só para quem procura emprego, faço meus programas e vendo, se danem os políticos!!!
    enviado por: Robson Dantas de Aguiar em 21/08/2009 - 16:46
  • Antes tarde do que nunca, já tinha virado bagunça há muito tempo.
    enviado por: Itamar Ribeiro em 21/08/2009 - 16:37
  • Cesário Simões: No projeto consta uma informação se vc comprovar que trabalha a mais de 5 anos nestra profissão vc será registrado. Marcos Vinícius Garcia do Nascimento: O curso de Analise de sistemas mudou para sistemas de informação, como o projeto de LEI é antigo(2007), pode ser que tenha "equivalência".
    enviado por: Iron Martim Ferreira Júnior em 21/08/2009 - 16:34
  • E os Engenheiros da Computação não podem mais prestar concursos para Analista de Sistemas? Estamos ferrados!!
    enviado por: Edla Milhomem Bandeira em 21/08/2009 - 16:32
  • Analista de Sistemas envolve muitas áreas, fica um tanto quanto genérico pois pode ser um analista de negócios, DBA, arquiteto de sistemas, engenheiro de software, analista programador. E outra, sistemas para processamento de dados ? Muito genérico também pois a maioria senão todos os sistemas processam dados. Vejo essa regulamentação como a forma de responsabilizar alguém nos projetos de TI, assim como é feito em projetos de engenharia civil com o engenheiro responsável.
    enviado por: RODRIGO NITTA TADA em 21/08/2009 - 16:16
  • Pois! Não tenho o curso técnico, nem o curso médio completo... Mas em 1970 eu já prestava manutenção a mainframes. Em 1968, aos 15 anos montei meus primeiros contadores binários, com flip-flops artesanais. Troquei transistores de Unidades Lógico-aritméticas de CPUs. Programei em linguagem de máquina, assembly, cobol, C, C++, Java... Conheci os microprocessadores desde o 4004, passando pelo 8008, 8080, Z80, até programar em assembly de DSPs, processadores digitais de sinais... Já fui supervisor de vários engenheiros e analistas de sistema com curso superior... E agora não posso aexercer a profissão? Quá, quá, quá! Posso dar aula para muitos professores dos cursos de ciências da computação! Políticos cara-pálidas! Vocês não tem mais o que fazer?
    enviado por: Cesário Simões em 21/08/2009 - 15:58
  • e Sistemas de Informação? Onde fica?
    enviado por: Marcos Vinícius Garcia do Nascimento em 21/08/2009 - 15:55
  • Gostaria de saber se os Engenheiros de Computação foram incluidos também nesta regulamentação?
    enviado por: Alceu Fiuza em 21/08/2009 - 15:53
  • O Brasil entrando para a vanguarda do atraso. Nenhum país possui tal regulamentação restritiva... Os burocratas agradecem!
    enviado por: José da Silva em 21/08/2009 - 15:48

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