Carreira
A carreira tá no mapa!
Ana Lúcia Moura Fé - INFO Sexta-feira, 07 de agosto de 2009 - 18h12![]() |
SÃO PAULO - Navegadores GPS, Google Maps e outras ferramentas de geotecnologia estão abrindo novas oportunidades de emprego.
A primeira viagem internacional de Rafael Martinez, de 24 anos, em setembro de 2008, foi longa, de São Paulo a Pequim. Na capital chinesa, o estudante de informática da Unicamp fez treinamento na Destinator Technologies, dona de um software de navegação para GPS. Martinez trabalhava como estagiário há quatro meses na Movix, especializada em aplicações de navegação. Com seis meses de casa, foi efetivado como analista de sistemas júnior. “Não imaginava que em pouco tempo estaria em projetos importantes, participando desde a análise de fontes de informação até sua inserção em um mapa digital”, diz.
A carreira rápida de Martinez é um exemplo de como a popularização de ferramentas de geotecnologia, como GPS e mapas online, vem acelerando a demanda de profissionais nessa área. “Trabalhar com mapas hoje é um grande negócio. As aplicações associadas a bancos de dados são incontáveis”, diz o engenheiro cartógrafo Emerson Zanon Granemann, que dirige o site MundoGEO. Segundo ele, serviços de localização são o mercado que mais cresce, por exigir constante atualização. Já as aplicações mais populares são as de celulares, navegadores e rastreamento com GPS.
O aquecimento do mercado contou com um empurrão de empresas como Google, Microsoft e Yahoo!, que atraíram o interesse dos internautas para seus serviços. Marcelo Quintella, gerente do Google Maps no Brasil, diz que cresce o número de empresas que incluem suas informações em mapas do Google e que passam a exigir mais sofisticação e personalização da ferramenta. “Nesse caso, elas precisam de um profissional apto a usar tanto o módulo gratuito de programação e base de dados quanto o API Premier, a versão paga do Google Maps.”
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O mercado na área de geoprocessamento está aquecendo e a formação de profissionais qualificados é importante. O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás - IFG (antigo CEFET-GO) oferece o curso de Tecnólogo em Geoprocessamento desde 2005. Esse curso tinha a denominação, antes do reconhecimento pelo MEC, de tecnólogo em Sensoriamento Remoto e a oferta iniciou em 2000.
enviado por: Nilton Ricetti Xavier de Nazareno em 13/08/2009 - 16:19 -
Esta reportagem esqueceu dos Institutos Federais de Educação Ciência e Tecnologia, existem pelo menos dois que oferecem o curso Superior de Tecnologo em Geoprocessamento, em Goiás e na Paraiba, cursos reconhecidos pelo MEC e de grande prestígio. São cursos gratuitos de graduação oferecidos pelo governo federal.
enviado por: Marcelo Gomes Fidelis em 13/08/2009 - 09:19





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