
Apesar de possuir configurações modestas, o Spark — primeiro tablet com o ambiente Plasma Acitve — tem boa chance de dar certo. Segundo Aaron J. Seigo, lider do projeto Plasma Active, o Spark custará 200 euros (pouco mais de 500 reais sem impostos) e terá a seguinte configuração:

O evento de segurança H2HC que ocorreu no último final de semana em São Paulo chamou a atenção do público com apresentações de alto nível técnico. Para entender um pouco mais sobre o universo de segurança, entrevistei Alex Kirk, que palestrou no evento. Ele é o líder de um grupo de pesquisa da Sourcefire, principal responsável pelas atualizações das regras do Snort (um sistema de detecção de intrusão open source), assinaturas e novos métodos do antivírus Clamav. É conhecido também por ser um dos autores do livro: “Practical Intrusion Analysis: prevention and detection for the twenty-first century”.

Com a explosão do uso de software com o código aberto, tendo como expoente o Android, não faltam projetos que infringem licenças. Para um projeto caseiro, apesar de errado, as consequências são pequenas (mas não aceitáveis). Já no uso comercial, há implicações legais sérias. E como resolver este problema?
A solução está na prática do termo conformidade (mais conhecido no mercado como compliance). Pois é nessa prática que a Linux Foundation tem apostado suas fichas, com o Open Compliance Program. A organização tem publicado constantemente artigos e ferramentas para avaliar qualquer projeto. Elas incluem as seguintes práticas:
- Checador automático de dependências;
- Diferença em código de componentes (Bill of Material Difference);
- Limpeza de código, que pode inclusive remover trechos de comentários, codinomes etc.
Entre as ferramentas propostas pelo programa, a que chama mais atenção pela utilidade é a FOSSology, desenvolvida inicialmente pela HP. Ela permite avaliar licenças dos componentes utilizados identificando trechos de código, comentários comuns e arquivos de licenças anexos. É capaz de investigar também especificações dos pacotes de instalação RPM e descompactar arquivos como: tar, gz e iso para avaliar seus componentes. As informações aparecem em uma interface web.
A seguir estão cinco projetos que utilizam a plataforma de prototipagem open source arduino. Não são exatamente novos, mas garantem boa diversão para quem gosta de criar hardware e software.

Os desenvolvedores do MIT Media Lab não perderam tempo e desenvolveram um projeto chamado DepthJS para aproveitar os recursos do Kinect. Trata-se de um software que permite controlar a navegação com gestos captados pelos sensores do Kinect. O projeto ainda está no início. Segundo um dos criadores, Aaron Zinman, o projeto ainda sofrerá modificações no sentido de ajustar os comandos e torná-lo fácil de instalar. Veja como foi a aventura para fazê-lo funcionar.

Se você está interessado em desenvolver para iPhone ou iPad, mas não tem grana ou paciência para comprar um Mac e pagar a conta de desenvolvedor, este post é para você. Conheça a história do brasileiro que organizou uma distribuição para desenvolvimento de compilação cruzada para essa plataforma.

Red Hat gerou Conectiva; Conectiva e Mandrake geraram Mandriva; e Mandriva gerou Mageia.
O mundo de hardware Open Source é certamente limitado, mas é incrivelmente criativo. O RepRap é um dos projetos que fazem as pessoas pensarem em como a tecnologia está evoluindo. O projeto mantém dois modelos de hardware open source para impressão de objetos 3D, utilizando diferentes materiais.
Não se trata de um robô que surgiu da literatura do escritor russo Isaac Asimov, mas do sistema operacional Android que pode invadir os eletrodomésticos da sua casa em pouco tempo. Pelo menos esta é a aposta da empresa Touch Revolution. Ela lançou no mercado norte-americano um kit de desenvolvimento com configurações semelhantes a um smartphone e uma bela tela de 7 polegadas.
A Intel e Nokia juntaram forças para criar uma plataforma móvel chamada Meego, baseado em Linux. O projeto é hospedado e protegido pela Linux Foundation.