
O lançamento do Google drive decepcionou muitos usuários de Linux. Não ter um cliente nativo para o sistema é quase um paradoxo, algo bem ilógico. Infelizmente a mesma estratégia de lançamento foi adotada em outros produtos, como é o caso do navegador Google Chrome, que teve incialmente versão apenas para Windows. Vale ressaltar que a tecnologia que sustenta quase tudo que é produzido de novo no Google vem do mundo do software livre. Claro que há muita coisa proprietária também. Mas é inegável a queda pelo que é livre e pode ser alterado para melhor aproveitamento.

O esperado plano do Google de possuir uma loja de aplicativos na plataforma de TV parece estar a apenas um passo de se realizar. A empresa liberou um software adicional para emular o Google TV, via kit de desenvolvimento do Android (SDK).

Resolvi reunir quatro dicas para aproveitar melhor a nova rede social do Google. Elas valem para o Ubuntu 11.04, com a interface Unity rodando.
Quando pensamos em análise de capacidade para sites web, ou seja, quantos servidores e quais serviços serão necessários para suportar uma alta demanda de tráfego, quase sempre a análise parte do tamanho dos objetos servidos, ou seja, todos os elementos necessários para a exibição da página (leia-se imagens, folhas de estilo, código html, javascript etc). Não é necessário entrarmos na discussão sobre servidores de aplicação e sites dinâmicos (a complexidade obviamente aumenta).

Não, você não está no filme Inteligência Artificial, do Steven Spielberg. O que acontece é que a pouco tempo atrás a versão 1.6 do Android, codinome Donut, alterou uma caracterísitica que impedia resoluções diferentes de 320 x 480. Na prática, telas próximas de 3,2 polegadas. E após o lançamento na última quarta-feira da versão 2.0, os Androids muradão de tamanho. De fato, alguns modelos já deram as caras. Por exemplo, o Motorola Droid e provavelmente o MID Dell.

O Google Chrome OS nem saiu a público para mostrar seus dotes, mas já possui concorrentes de peso há algum tempo. O conceito de sistema operacional leve e totalmente voltado para aplicações web não é novo e, com a crescente onda de vendas de netbooks e dispositivos de acesso a internet (MIDs), é bem provável que outras empresas lancem seus próprios sistemas ou suportem projetos Open Source. Mas quais seriam os atuais rivais?
Google Wave, ferramenta de comunicação lançada pelo Google com acesso fechado apenas para desenvolvedores, segue um protocolo chamado Google Wave Federation Protocol. Trata-se de um projeto open source, cuja especificação pode ser baixada.
Pois bem. Um grupo alemão intitulado PyGoWave Dev Team não conseguiu aguardar a liberação oficial. Eles pegaram o documento da especificação do protocolo e implementaram uma versão própria em Python. A solução utiliza o framework Django, SGBD MySQL, servidor web Apache, middleware Orbited e um sistema de mensagens RabbitMQ.

Quem tem espírito aventureiro pode testar o browser do Google no Linux. Ele está disponível via Launchpad (repositório de arquivos e controle de versão de projetos open source). Vale mencionar que esta versão pré-alfa e open source do browser, chama-se Chromium e não Chrome. Talvez até por questões legais. A maior parte do projeto está sob a licença BSD, a mais permissiva do meio.

Arquitetura da plataforma
O Android é desenvolvido pela The Open Handset Alliance, um grupo de mais de 30 empresas de tecnologia e telefonia celular. Trata-se de uma plataforma composta por sistema operacional, middleware e aplicações de código aberto e gratuito. As aplicações para esta plataformas são desenvolvidas basicamente na linguagem Java. Elas rodam em uma máquina virtual criada para dispositivos embarcados, cujo nome é Dalvik.

Visão da popularidade através da busca do Google.
O Google Insights é uma poderosa ferramenta para descobrir como é a aceitação de determinadas distribuições Linux no mundo. Ele utiliza a base de dados das buscas realizadas no Google. Permite separar por períodos de tempo, por termos específicos ou localizações. Registra ainda, os termos relacionados em ascensão e os termos mais buscados.