
Estamos numa época curiosa. Sempre questionamos a viabilidade do modelo de computação em nuvem – referência quase sempre utilizada como forma de propaganda para muitas definições técnicas implícitas. Há quem diga que é extrema maluquice deixar todos os dados pessoais em servidores espalhados geograficamente (sem saber onde estão).

Segundo a Eletronic Frontier Foundation (EFF), uma organização que auxilia na proteção dos direitos digitais, a maioria das empresas com presença na internet guardam informação dos internautas e nem todas são reveladas.

Quem tem espírito aventureiro pode testar o browser do Google no Linux. Ele está disponível via Launchpad (repositório de arquivos e controle de versão de projetos open source). Vale mencionar que esta versão pré-alfa e open source do browser, chama-se Chromium e não Chrome. Talvez até por questões legais. A maior parte do projeto está sob a licença BSD, a mais permissiva do meio.