
Estamos numa época curiosa. Sempre questionamos a viabilidade do modelo de computação em nuvem – referência quase sempre utilizada como forma de propaganda para muitas definições técnicas implícitas. Há quem diga que é extrema maluquice deixar todos os dados pessoais em servidores espalhados geograficamente (sem saber onde estão).

Foi liberada ontem, 29 de maio, a versão 3.0-rc1 do kernel (núcleo) do sistema operacional Linux. Segundo o próprio Linus Torvalds, criador da primeira versão e atual mantenedor, a série 2.6 se arrastava por muito tempo e quase chegou a ultrapassar o número 40 (atualmente o kernel está na versão 2.6.39).

O Unity foi muito criticado na época do lançamento. Em parte com razão, porque mudou muito a forma como o usuário interage com o sistema. Mas passado o susto, o Unity tem se mostrado eficiente. Eficência no sentido de ser customizável e no sentido de estar antenado em novas tecnologias, inclusive vislumbrando interfaces sensíveis ao toque. A seguir, algumas dicas de customização para deixá-lo mais útil e bonito. Testei as dicas em um notebook Positivo N8570 com o sistema em Português.

Ontem, no evento Google I/O 2011, a equipe do Android anunciou um hardware oficial, baseado em Arduino, para automação doméstica. Na apresentação demonstraram a capacidade de controlar luzes e servo motores (através de um jogo controlado pelo Motorola Xoom).

O desenvolvedor Linux Alessandro de Oliveira Faria disponibilizou o código fonte da aplicação TwitterMe para smartphones Android. Trata-se de uma aplicação criada para gerar e ler um código bidimensional(QRcode) associado a uma conta Twitter.

No começo da grande rede mundial de computadores havia uma enorme preocupação com a divulgação de informações. Muitos usavam pseudônimos para entrar em intermináveis horas de chat, faziam cadastros com endereços falsos e usavam senhas cada vez mais fortes. Pois bem, o tempo passou e há hoje uma exposição cada vez maior de informações em redes sociais. Só para listar alguns: interesses, perfis, currículos, localização etc. A complexidade dos sistemas, que hoje se arquitetam em diversas formas, também aumentou exponencialmente. Como manter a segurança em um ambiente como este?
Veja abaixo uma entrevista com Gustavo Lima. Atualmente ele trabalha na HP e tem mais de 15 anos de experiência com TI. Além de manter um blog, o Coruja de TI, agora organizou o evento Web Security Fórum, que acontece nos dias 9 e 10 de abril em São Paulo.
A seguir estão cinco projetos que utilizam a plataforma de prototipagem open source arduino. Não são exatamente novos, mas garantem boa diversão para quem gosta de criar hardware e software.

Após a aquisição da MySQL AB pela Sun, Brian Aker, diretor de arquitetura da empresa, iniciou um projeto para criar um derivado do MySQL (fork), o Drizzle, com algumas características:
• otimizado para aplicações web;
• componentes para nuvem;
• banco de dados sem lógica de negócio (stored procedures);
• arquitetura orientada a multiplos núcleos.

Enquanto os fabricantes de aparelhos e de navegadores disputam acirradamente o mercado de smartphones, desenvolvedores experientes buscam soluções para deixar seus aplicativos compatíveis com o maior número possível de aparelhos. É nesse ambiente hostil que a biblioteca Javascript jQuery Mobile quer se firmar.
O próximo Ubuntu, a versão 11.04, codinome Natty Narwhal – algo como elegante baleia do Ártico –, promete uma interface mais prática e fácil de usar.
Essa promessa está implícita nas afirmações de Mark Shuttleworth, o milionário sul-africano fundador da Canonical, empresa responsável pelo desenvolvimento do Ubuntu. Ele escreveu em seu blog: