Já pensou em encontrar uma lata de lixo com conexão Wi-Fi nas ruas? No Brasil, essa ideia parece muito distante, mas em Londres já é uma realidade.
Com a proibição da distribuição gratuita de sacolas plásticas nos supermercados de SP, muitos consumidores estão em busca de opções para substituir o produto durante as compras. Mas, o que fazer com as sacolinhas que sobraram em casa? A arquiteta Alison Patrick, de Nova York, pode te ajudar.
A boneca mais famosa do mundo, produzida pela maior fabricante de brinquedos do mundo, não é mais o alvo de protestos da maior ONG ambiental do mundo – uma boa notícia, bem às vésperas do Dia das Crianças…
A Mattel anunciou uma nova política ambiental, para a Barbie e toda a sua linha de brinquedos, se comprometendo a usar madeira certificada e papel reciclado (70% até o final do ano e 85% até 2015).

Uma nova tecnologia está sendo testada na Irlanda e na Escócia para minimizar o problema do lixo nas cidades.
Na verdade, não é exatamente uma nova tecnologia, somente uma velha ideia repaginada e “esverdeada” com energia limpa.
Várias cidades já instalaram as ‘Big Belly’, lixeiras computadorizadas, movidas a energia solar. Além de compactarem o lixo, o que as faz armazenar oito vezes mais material do que um compartimento normal de mesmo tamanho, elas ainda enviam um e-mail alertando quando precisam ser esvaziadas.
Em uma mistura de origami com reciclagem, o designer Ed Chew encontrou uma maneira bacana de reutilizar as embalagens vazias.
Dobrando o material nesses tubos triangulares, ele conseguiu formar montinhos de hexágonos e pentágonos que ficam unidos sem a necessidade de cola.
Mais imagens abaixo e na página dele.

Computadores no chão, no teto, nas paredes. Ou melhor, partes deles espalhadas por todos os lados.
A notícia está um pouco velha – mas achei a iniciativa tão legal que vale o post.
Até o final de novembro, a empresa de lingerie italiana Intimissimi estava com uma campanha para recolher sutiãs usados.
Todas as unidades arrecadadas em suas lojas no país foram recicladas para formar painéis de isolamento térmico e acústico instalados em construções.
Com a ajuda da Ovat Campagnari, as fibras dos sutiãs eram misturadas a outros têxteis para formar os painéis.
O legal é que a campanha também dava um belo incentivo às clientes: a cada sutiã usado doado, eram dados 3 euros para a compra de um novo.
Nessa época do ano o espírito solidário de todo mundo fica aflorado, e aquela vontade de fazer o bem, ajudar o próximo e deixar todo mundo feliz aumenta.
Bom…. a ideia do artista Brian Marshall passa um pouco por esse conceito de solidariedade. Ele criou o primeiro orfanato de robôs do mundo (ou o primeiro de que se tem notícia).
Os taxonomistas provavelmente teriam muito trabalho para descrever, ao certo, a espécie acima. O sapo possui dois olhos de faróis, pernas feitas de freios, lanternas e porta-espelhos de um carro.
A obra é do artista francês Edouard Martinet, que transforma “objetos do dia a dia” em arte. Ele retira a matéria prima dos chamados “Mercados de pulgas” (grandes feiras de móveis e objetos velhos) e de vendas de carros usados.
E aí você lê esse título e se pergunta: tá, todo aspirador é de plástico.
Mas esses cinco modelos “Vacs From The Sea” são diferentes porque foram produzidos com material retirado diretamente dos mares e oceanos. Da esquerda pra direita: edição Mar do Norte, Oceano Índico, Mar Mediterrâneo, Oceano Pacífico, Mar Báltico.
A equipe da Electrolux, em parceria com organizações de todo o mundo, passou meses recolhendo os detritos de recifes, praias, rochas e etc… O resultado são esses cinco modelos, cada um com material de um oceano diferente.
Os modelos são completamente funcionais e foram construídos com a mesma estrutura dos modelos Electrolux Ultra One Green, uma linha da marca que é feita com 70% de plástico reciclado.
Os cinco Vacs From The Sea não serão colocados à venda, mas sim apresentados em eventos em todo o mundo para tentar conscientizar as pessoas do paradoxo do plástico: enquanto os oceanos estão cheios dele, aqui em terra há uma carência de plástico reciclado para produzir os aspiradores de pó.
A empresa pensa em leiloar uma das peças e reverter o dinheiro para uma causa ambiental.
Tudo bem que cinco aspiradores não vão mudar o mundo – mas o movimento chamou a atenção e, quem sabe, pode render novas ideias por aí….