Com a proibição da distribuição gratuita de sacolas plásticas nos supermercados de SP, muitos consumidores estão em busca de opções para substituir o produto durante as compras. Mas, o que fazer com as sacolinhas que sobraram em casa? A arquiteta Alison Patrick, de Nova York, pode te ajudar.
E aí você lê esse título e se pergunta: tá, todo aspirador é de plástico.
Mas esses cinco modelos “Vacs From The Sea” são diferentes porque foram produzidos com material retirado diretamente dos mares e oceanos. Da esquerda pra direita: edição Mar do Norte, Oceano Índico, Mar Mediterrâneo, Oceano Pacífico, Mar Báltico.
A equipe da Electrolux, em parceria com organizações de todo o mundo, passou meses recolhendo os detritos de recifes, praias, rochas e etc… O resultado são esses cinco modelos, cada um com material de um oceano diferente.
Os modelos são completamente funcionais e foram construídos com a mesma estrutura dos modelos Electrolux Ultra One Green, uma linha da marca que é feita com 70% de plástico reciclado.
Os cinco Vacs From The Sea não serão colocados à venda, mas sim apresentados em eventos em todo o mundo para tentar conscientizar as pessoas do paradoxo do plástico: enquanto os oceanos estão cheios dele, aqui em terra há uma carência de plástico reciclado para produzir os aspiradores de pó.
A empresa pensa em leiloar uma das peças e reverter o dinheiro para uma causa ambiental.
Tudo bem que cinco aspiradores não vão mudar o mundo – mas o movimento chamou a atenção e, quem sabe, pode render novas ideias por aí….
Eu não sei exatamente se o conceito de um presente comestível é verde – ou não – em todo caso, considerem este post uma homenagem tardia ao dia das crianças
A Neiman Marcus, uma loja de departamento americana, começou a vender um casinha de doces em tamanho real para o Natal.
Sabe a história do João e Maria? Aquela, em que as duas criancinhas abandonadas na floresta acabam chegando na casa da bruxa? É tipo isso, só que sem a parte da bruxa querendo devorar as crianças.

Esse interruptor criado pelos designers Zhou Yide, Euphe Mo, Hang Zhou e Christine Liu sorri quando a luz está apagada e fica triste quando acesa.
A forma do botão aliada aos olhinhos de bola fazem dele um alerta muito meigo para quem vive esquecendo a luz acesa ao sair de um cômodo.
Todo mundo já ouviu falar dos três R’s né?
Reduzir, reciclar e reutilizar.
O grande problema é que, na maioria das vezes, a reutilização de materiais não produz um resultado satisfatório (daí que a maioria das pessoas não quer ter produtos que têm aquela carinha de segunda-mão, usado, reaproveitado….né?)
A Movers and Shakers lançou um produto para aqueles dias em que até mesmo cortar uma banana parece um grande sacrifício.
Um kit de saleiro e pimenteiro que se sacode sozinho.
Sim.
Grande parte das ideias tidas como “verdes” são simples variações de produtos que a gente já usa.
Isso porque, para tornar algo menos agressivo ao meio ambiente, muitas vezes basta só uma medida simples, como remover matéria-prima, diminuir embalagens, substituir algumas etapas de fabricação ou simplesmente dar mais de uma utilidade ao produto.
As coisas 2 em 1 podem não ser a solução ideal para tudo, mas com certeza são um meio de caminho legal enquanto a gente pensa em outras alternativas.
Por isso, achei bem bacana o trabalho do designer Chris Panopoulos, que se inspirou nos copos de café da Starbucks e criou objetos que têm dupla serventia.
Taí uma boa alternativa para os copinhos plásticos: recipientes comestíveis.
Os Jelloware são completamente feitos de Agar-agar, um tipo de alga, e vêm em diferentes sabores.
Adoro as ideias simples porque elas geralmente são as mais geniais.
E se ao invés de colocar um canudinho plástico nos sucos de caixinha a gente simplesmente usar a própria embalagem?
O designer Kyung-soo Park parece ter tido este momento “eureka” e resolveu transformar uma camada fina do tetra pak no canal para sugar a bebida. Isso não só elimina o plástico extra dos canudos como resolve aquele velho problema de comprar a embalagem e o canudinho se perder pelo caminho…
Para nos fazer refletir sobre o consumo e a reutilização de produtos, uma exposição usa cinzas humanas para criar objetos.
Eu li a nota no Design Boom e fiquei bastante impressionada com o trabalho do Studio Wieke Somers.