Parece cenário da “Fantástica Fábrica de Chocolate”, mas não é. Um parque em Seattle, nos EUA, foi projetado para ser comido.
Sem lactose, sem gluten, sem colesterol, sem proteínas ou gorduras animais. Parece mais anúncio de produto dietético, mas é o que está no rótulo do sorvete Lupinesse.
Ele foi criado pelos pesquisadores do Instituto Fraunhofer, na Alemanha, a partir de uma planta do gênero Lupinus (olhe foto abaixo).
O sorvete aí de cima, dizem, é bem cremoso e 100% vegetal- sem nenhum pingo de leite.
O terremoto de 11 de março que atingiu o Japão e danificou a usina nuclear de Fukushima trouxe de novo á mesa o tema da radiação.
Literalmente.
Os vazamentos fizeram com que o governo japonês alertasse para o fato de que alguns alimentos poderiam estar contaminados – o que fez com que alguns países suspendessem a importação de produtos do Japão.
Para tentar acalmar as pessoas, o designer Nils Ferber imaginou um aparato capaz de alertar sobre o que se está prester a por na boca. O “Fukushima Plate” é um prato com um medidor de radiação embutido que te alertaria, por meio de sinais luminosos, dos níveis de radiação da comida.

Depois de um tempo ausente aqui do blog (férias, quem não precisa?
), volto a postar hoje falando de uma iniciativa muito bacana da Pepsi.
A empresa anunciou esta semana a primeira garrafa PET 100% reciclável e feita inteiramente de plantas.
Aliás, vale dizer que a garrafa nem se chamaria PET de verdade, né? Já que não contém os elementos químicos do petróleo que lhe são tão característicos.
Para quem leva almoço para o trabalho, a Sunflower Lunchbox é, com certeza, uma bela ideia verde.
Em formato super fofo de flor, seus painéis repletos de células solares armazenam energia em uma bateria interna.
Basta então acionar um botão para aquecer ou esfriar, individualmente, os itens em cada compartimento. Existe um controle de temperatura para cada área, o que é super prático para quem quer uma sopa quentinha e uma fruta gelada de sobremesa
Num futuro não tão distante assim, o chocolate poderá ter se tornado um item tão caro, mas tão caro, que seu preço será comparável ao do caviar.
E não estamos falando de chocolates finos. As marcas populares que hoje povoam o supermercado, o doce básico que permeia 50% das sobremesas, o pó que você adiciona ao leite pela manhã: em 20 anos, todos eles podem deixar de existir.
Ou, pior: vão continuar existindo mas serão inacessíveis à maioria da população.
A história foi publicada em uma matéria incrível no The Independent (que eu realmente recomendo) que abre os olhos para a necessidade de investirmos mais em agricultura sustentável.
Taí uma boa alternativa para os copinhos plásticos: recipientes comestíveis.
Os Jelloware são completamente feitos de Agar-agar, um tipo de alga, e vêm em diferentes sabores.
O vídeo acima é do pessoal do Green Power Science. Eles cozinharam um peixe usando um conhecimento básico, que toda criança tem: uma lupa no jardim pode virar arma para fritar formigas.
Hoje é um dia triste na vida do Ronald Mc Donald: o Mc Lanche Feliz foi proibido em partes do condado de Santa Clara, na Califórnia.