Já pensou em encontrar uma lata de lixo com conexão Wi-Fi nas ruas? No Brasil, essa ideia parece muito distante, mas em Londres já é uma realidade.
Com a proibição da distribuição gratuita de sacolas plásticas nos supermercados de SP, muitos consumidores estão em busca de opções para substituir o produto durante as compras. Mas, o que fazer com as sacolinhas que sobraram em casa? A arquiteta Alison Patrick, de Nova York, pode te ajudar.

Você mora em São Paulo e separou em casa aquela pilha de gadgets velhos, sem uso, sozinhos e esquecidos em um canto?
Se sim, essa semana você tem mais um local para deixar seu lixo eletrônico: a Praça Victor Civita, em Pinheiros (aqui do lado da Editora Abril).
A coleta acontece somente entre os dias 10 e 14 de agosto (quarta a domingo) e tudo o que for recolhido será encaminhado para tratamento e reciclagem pela Silcon Ambiental.

Uma nova tecnologia está sendo testada na Irlanda e na Escócia para minimizar o problema do lixo nas cidades.
Na verdade, não é exatamente uma nova tecnologia, somente uma velha ideia repaginada e “esverdeada” com energia limpa.
Várias cidades já instalaram as ‘Big Belly’, lixeiras computadorizadas, movidas a energia solar. Além de compactarem o lixo, o que as faz armazenar oito vezes mais material do que um compartimento normal de mesmo tamanho, elas ainda enviam um e-mail alertando quando precisam ser esvaziadas.
Em uma mistura de origami com reciclagem, o designer Ed Chew encontrou uma maneira bacana de reutilizar as embalagens vazias.
Dobrando o material nesses tubos triangulares, ele conseguiu formar montinhos de hexágonos e pentágonos que ficam unidos sem a necessidade de cola.
Mais imagens abaixo e na página dele.

Computadores no chão, no teto, nas paredes. Ou melhor, partes deles espalhadas por todos os lados.
A Airbus apresentou ontem uma visão do que seriam os aviões no ano 2050.

A OneMoment é essa sapatilha-alpargata que serve, como o nome diz, para o uso em UM momento. Quer dizer, não só em um, mas em apenas alguns
Fabricada pela Figtree Factory Studios, ela é 100% biodegradável e tem apenas 2 mm de espessura. Dá para usar um pouco e, quando a sola começar a gastar, você joga fora sem culpa pois, em 6 meses, 80% dela já foi degradada na natureza.
Dos três R’s, reduzir, reutilizar e reciclar, o do meio é, na minha opinião, o mais fácil de se fazer.
Redução envolve mudança de hábito – o que é sempre uma coisa difícil na vida das pessoas.
O chinês Yang Junlin, de Huizhou, é um auto-declarado apaixonado por Transformers.
Tanto, que o rapaz abriu uma fábrica para produzir suas próprias estátuas robôs feitas de… partes de carro velho!