Esta semana, a Samsung começou a vender, nos Estados Unidos, uma nova linha de sete lâmpadas LED projetadas para durar mais e consumir menos.
A linha A19 duraria por até 36 anos (uso diário de 3 horas) e consome até 75% menos energia do que as lâmpadas incandescentes de 40W comuns. Em média, os LEDs consomem 1/3 de uma lâmpada incandescente.
O Google revelou que seus data centers usam cerca de 260 milhões de watts todos os dias. Isso é mais energia do que algumas cidades inteiras consomem– o suficiente para abastecer de 100 mil a 200 mil casas.
Como a maioria dos leitores da Info deve saber, toda vez que alguém faz uma das um bilhão de buscas no Google por dia, ou acessa um e-mail no Gmail, assiste a um vídeo no YouTube ou abre sua página do Orkut ou Google+ (ou usa qualquer serviço do Google), os data centers da empresa usam eletricidade.
Uma pesquisa bastante curiosa chamou minha atenção hoje: um trio de cientistas desenvolveu um método para captar energia do voo de besouros.
Ethem Aktakka e Khalil Najafi, da Universidade de Michigan, e Hanseup Kim, da Universidade de Utah, criaram insetos ciborgues com dois geradores em cada asa. Os dispositivos piezoeléctricos (que captam energia do movimento) produzem 45 µW para mover equipamentos nos insetos.
Li hoje uma notícia da AFP muito interessante sobre um novo projeto da Nissan para seu carro elétrico Leaf.
Ele permite que o veículo abasteça uma casa com sua bateria por até dois dias – e, detalhe, como vários eletrodomésticos ligados.

Para você nunca mais ficar sem som no seu iPod quando estiver na praia.
O designer Americano Andrew Schneider usou um fio com material condutor para consturar 40 dessas células foto-voltaicas sobre um biquíni.
O terremoto de 11 de março que atingiu o Japão e danificou a usina nuclear de Fukushima trouxe de novo á mesa o tema da radiação.
Literalmente.
Os vazamentos fizeram com que o governo japonês alertasse para o fato de que alguns alimentos poderiam estar contaminados – o que fez com que alguns países suspendessem a importação de produtos do Japão.
Para tentar acalmar as pessoas, o designer Nils Ferber imaginou um aparato capaz de alertar sobre o que se está prester a por na boca. O “Fukushima Plate” é um prato com um medidor de radiação embutido que te alertaria, por meio de sinais luminosos, dos níveis de radiação da comida.
A Shangai World Expo 2010 acabou há algum tempo, mas só agora algumas das coisas mais bacanas apresentadas lá começaram a aparecer.
O cimento transparente, por exemplo, é uma invenção do grupo italiano Italcementi e foi usado para construir o pavilhão do país na China durante a exibição.
O projeto ainda é uma ideia, mas seria bem legal sealguém decidisse transformá-la em realidade.
O Skinny Player oferece espaço para armazenar apenas um álbum em um dispositivo do tamanho de um band-aid.
O player auto-colante é todo flexível e simples de tudo: tem só um botão de play/stop e vem sem fones de ouvido. A ideia é que as pessoas o usem ao ar livre, para praticar atividades.
Para quem leva almoço para o trabalho, a Sunflower Lunchbox é, com certeza, uma bela ideia verde.
Em formato super fofo de flor, seus painéis repletos de células solares armazenam energia em uma bateria interna.
Basta então acionar um botão para aquecer ou esfriar, individualmente, os itens em cada compartimento. Existe um controle de temperatura para cada área, o que é super prático para quem quer uma sopa quentinha e uma fruta gelada de sobremesa
Esse plug, chamado de “Insic Wall Socket”, é uma tentativa de fazer as pessoas desligarem os aparelhos da tomada.
Ele se acende para mostrar quantos watts você está puxando da rede com o que quer que esteja plugado – tipo o Grilo Falante, que serve como sua consciência…
A ideia do designer Muhyeon Kim é simples: ao ver quanto você gasta, você é encorajado a desligar o aparelho o mais rápido possível.
Fofo, né?