Um grupo de pesquisadores do MIT conseguiu desenvolver uma bateria quase-líquida que pode ser a chave para a popularização dos veículos elétricos.
Os carros verdes são projetados há bastante tempo, mas seu desempenho ainda deixa a desejar quando comparado aos movidos a gasolina/álcool.
O Reino Unido irá testar um programa piloto neste verão com 130 famílias que irão utilizar biogás gerado a partir de seus próprios dejetos.
Aquilo que for mandado descarga abaixo acabará abastecendo a casa e substituindo o uso do gás natural. Segundo informou a BBC, o Reino Unido gera 1,73 milhões de toneladas de dejetos humanos por ano – e vê nesse material uma potencial fonte de energia.
Pode parecer nojento, mas tudo passará por um processo antes de voltar para a casa das pessoas. Após chegar a uma estação de tratamento especial, o esgoto recebe bactérias que fazem a digestão anaeróbia das substâncias e as transformam em metano, deixando um resíduo sólido que será usado como fertilizante.
O gás metano então é limpo de impurezas resíduas e recebe um aroma artificial para ter “cheiro de gás natural”. Será que funcionaria por aqui?
A final da NFL (a liga de futebol americano dos Estados Unidos) foi no domingo à noite, mas ainda está em tempo de postar aqui um comercial incrível que foi ao ar durante o intervalo do Super Bowl.
Para quem não é muito fã, vale dizer que o intervalo da final da NFL é o mais caro da televisão americana: este ano, estima-se que 30 segundos custaram US$3 milhões.

O designer Daizi Zheng projetou um celular que dispensa o uso de baterias de lítio: ele só precisa de um pouco de Coca Cola para funcionar.
Nick Griffin é um parlamentar de extrema direita da Inglaterra. Ele é um dos 15 representantes selecionados para falar em nome da União Européia na conferência climática das Nações Unidas em Copenhague este mês.
Enquanto alguns fashionistas afirmam que o “nude” (o tal de branco que não é branco) é a cor da estação, eu arrisco dizer que o verde é que está na moda.
Ser verde, comprar verde, usar verde… Tudo isso é “in”, especialmente com a aproximação da COP15, a conferência das Nações Unidas para mudanças climáticas. O problema é que, na tentativa de ser “in” demais, algumas pessoas acabam é dando bola fora.