Um cavalo do tamanho de um gato. Para você parece impossível encontrar um desses? Então, tente se acostumar com a ideia porque quando os primeiros cavalos apareceram há cerca de 56 milhões de anos eles eram bem menores.
Uma pesquisa bem interessante – um pouco mais “séria” do que as coisas que costumo postar: cientistas criaram uma esponja comestível que captura CO2.
Seus ingredientes são açúcar, sal e álcool.
Normalmente, as chamadas MOFs (metal-organic frameworks) são feitas de petróleo e seus derivados – materiais tóxicos.

Cientistas australianos estariam sendo ameaçados de morte por defenderem que o país precisa alterar sua política ambiental para combater as mudanças climáticas.
As ameaças só esquentam o debate no país, dividido pela proposta do governo de taxar as emissões de carbono a partir de 1º de julho de 2012 (veja explicação abaixo).
Um buscador alternativo da Alemanha me chamou a atenção esses dias por causa dois motivos: o primeiro é que eles têm um projeto muito legal de reverter dinheiro para proteção da floresta amazônica; o segundo é que dá certo: até agora, já foram mais de US$347 mil (245 mil libras) arrecadados.
Em 18 meses de funcionamento, a página já doou US$164 mil ao projeto Jureuena, da WWF, na Amazônia. E a quantia que continua entrando deve ter um fim parecido.
Mas como?
A autora da frase-título deste post é ninguém menos do que a secretária do Meio Ambiente da Inglaterra, Caroline Spelman.
Em um discurso em Londres, ela falou sobre conseqüências das quais quase ninguém lembra quando fala de aquecimento global: ele pode afetar algumas das bases sobre as quais nossa sociedade está estruturada. No caso: transporte e comunicação.
Num futuro não tão distante assim, o chocolate poderá ter se tornado um item tão caro, mas tão caro, que seu preço será comparável ao do caviar.
E não estamos falando de chocolates finos. As marcas populares que hoje povoam o supermercado, o doce básico que permeia 50% das sobremesas, o pó que você adiciona ao leite pela manhã: em 20 anos, todos eles podem deixar de existir.
Ou, pior: vão continuar existindo mas serão inacessíveis à maioria da população.
A história foi publicada em uma matéria incrível no The Independent (que eu realmente recomendo) que abre os olhos para a necessidade de investirmos mais em agricultura sustentável.
A BBC realizou uma pesquisa em mais de dez países africanos para avaliar o quanto a população do continente sabe e compreende sobre mudanças climáticas.
O resultado impressiona: na região responsável por menos de 4% das emissões causadoras do efeito estufa, as pessoas culpam a si mesmas e a seus vizinhos pelos problemas ambientais enfrentados.
A BBC realizou uma pesquisa em mais de dez países africanos para avaliar o quanto a população do continente sabe e compreende sobre mudanças climáticas.
O resultado impressiona: na região responsável por menos de 4% das emissões causadoras do efeito estufa, as pessoas culpam a si mesmas e a seus vizinhos pelos problemas ambientais enfrentados.

Chegou em casa cansado, cheio de problemas, e tudo o que quer é esquecer o mundo e tomar um chá?
Não vai ser possível se você optar por uma das Global Warming Mugs – as canecas do aquecimento.