O título-pergunta deste post é a conclusão de uma pesquisa feita por uma seguradora britânica.
Vale esclarecer que a Sheila’s Wheels é voltada para o público feminino e tem uma abordagem um tanto quanto estereotipada das mulheres (vide o site Rosa-Barbie da empresa que empresta a imagem aí de cima).
De qualquer forma, a seguradora entrevistou mil motoristas e descobriu que, em média, os homens dirigem 444 km extras todos os anos porque se perdem, enquanto as mulheres dirigem 411 km extras pelo mesmo motivo.
O dado curioso é que a quilometragem masculina parece maior porque os homens se recusam a pedir orientações. Um quarto deles (26%) espera pelo menos meia hora antes de parar; já 12% se recusam completamente a pedir ajuda a um estranho. Esse tempo perdido custaria aos homens ingleses muitas libras a mais gastas em combustível ao longo da vida.
Já do lado feminino, 76% dizem não ter problema em parar para pedir informações.
O número mais engraçado é, no entanto, o dos “fingidores”: 41% dos homens admitem fingir saber o caminho mesmo quando estão perdidos, comparado a 26% das mulheres.
Enquanto lia a pesquisa, pensava se estes números poderia mesmo refletir o comportamento de homens e mulheres ao volante…
Na verdade, o que acho super bacana é pensar como coisas aparentemente simples (como se perder) podem ter um grande impacto ao longo do tempo. Poxa: são mais de 400 km rodados à toa ao longo de um ano. Será que se a gente tivesse GPS ou um simples Guia no carro, ou se consultasse o Google Maps antes de sair, não poderia reduzir um pouco esse número?
Mas aí… Bom… enquanto eu (admito) filosofava sobre a real importância dessa pesquisa, me deparei com a conclusão da seguradora. Entre aspas, para deixar claro quem concluiu o que: “Nossa pesquisa não só mostra que homens não são tão confiantes ao volante no quesito direção quanto aparentam como também que as mulheres estão no controle quando se trata de direção moderna”.
Juro que não entendi da onde se pode concluir isso. No máximo, eu diria que homens são mais teimosos… Mas, pensando bem, 33 km de diferença entre os sexos ao longo de um ano não é tanto assim. Né?