
Termina nesta quinta-feira (8) a votação do projeto 10^100 do Google, que pretende doar US$ 10 milhões para ajudar o planeta. É muito pouco.

O namoro do Google com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pode ter também um objetivo defensivo. Contra o quê? Uma conspiração da Microsoft. Quem levantou essa possibilidade foi a Wired, em reportagem da edição de fevereiro que já pode ser lida pela internet. O título é mais do que sugestivo: “The plot to kill Google” (“O golpe para destruir o Google”).

Um espectro ronda o mundo: o relacionamento cada vez mais próximo do Google com o futuro presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Isso só pode acabar mal. Quando uma empresa começa a se envolver diretamente na política, quem paga o pato somos nós. Sempre.

Quem disse que o Google é bonzinho? Apesar de adotar o lema “Don’t be evil”, o gigante de buscas montou um megaesquema para encher de dinheiro os cofres da Fundação Mozilla, responsável pelo Firefox, e ainda lucrar em cima disso. Mas o IRS, a Receita Federal dos Estados Unidos, apura se a entidade não deveria ter pago impostos sobre a quantia recebida.

A eleição de Barack Obama para presidente dos Estados Unidos tornou-se o principal assunto da imprensa mundial na semana passada. Natural que ele tenha dominado as buscas do Google, certo? Errado.