
O Google jogou um balde de água fria no lançamento do novo buscador da Microsoft, o Bing. O anúncio do Wave foi uma demonstração de força.

Seis meses passam bem rápido, não? Pois o Na Linha do Google já completou meio ano no ar, e com algumas boas polêmicas.

Qual é o sentido de uma ferramenta do Google que tenta mostrar onde estão os focos da gripe suína? Nenhum além de causar pânico entre a população.

Muitos foram os Google killers que acabaram beijando a lona: Wikia Search e Cuil estão entre os exemplos recentes. O próximo será o Wolfram Alpha, que estreia em maio.

Quem diria que o buscador mais popular do mundo fosse também tarado? Pois o Google agora sugere fotos de mulheres peladas e de homens nus nas buscas. Ao que tudo indica, o serviço tem uma preferência especial por apresentadoras de TV, modelos, atrizes, atores e integrantes do Big Brother Brasil.

Na Antártida, o Google não tem concorrentes
O Google não tem mais rivais na maior parte do mundo. A empresa esmaga a concorrência em seis continentes, segundo dados do site StatCounter GlobalStats.

Empresa adotou estratégia kamikaze. Não deu certo.
O Google pode ser ultrapopular por aqui, mas ainda luta para chegar à liderança nas buscas no Japão. Desesperada, a empresa resolveu mexer dois pauzinhos: pagou blogueiros de lá em troca de posts fazendo propaganda sobre os seus serviços. Bom, né?

Parecia um filme de terror. A falha que bagunçou as buscas no Google no dia 31 de janeiro, por menos de uma hora, causou pânico na web. Foi uma reação exagerada. Apesar do aviso de que qualquer site poderia danificar o computador e do bloqueio imposto a quem clicasse nos resultados, as pesquisas continuaram a funcionar normalmente. Bastava copiar a URL encontrada e colá-la no navegador para contornar o problema.

O namoro do Google com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pode ter também um objetivo defensivo. Contra o quê? Uma conspiração da Microsoft. Quem levantou essa possibilidade foi a Wired, em reportagem da edição de fevereiro que já pode ser lida pela internet. O título é mais do que sugestivo: “The plot to kill Google” (“O golpe para destruir o Google”).

Como diriam Steve Jobs e Mark Twain, as notícias sobre o impacto do Google no meio ambiente foram muito exageradas. Acredite: fazer buscas pelo serviço só ajuda a preservar o planeta, não o contrário. O alerta disparado no início da semana – que afirmava que cada pesquisa queima 7 gramas de dióxido de carbono, equivalentes a metade da energia necessária para ferver água em uma chaleira – só serviu para projetar na mídia o pesquisador da Universidade Harvard Alex Wissner-Gross, que – incrível! – tem uma empresa chamada… CO2Stats. Era o que ele queria.