Lá em casa / saúde

Balança cruel divulga seu peso no Twitter

por Kátia Arima
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Compartilhar intimidades no Facebook ou Twitter não é problema para muita gente – pelo menos é o que me parece. Fulano muda seu status para “solteiro” e em alguns segundos já tem gente que “curtiu”. Sicrano tuíta um link para as fotos da bebedeira do último fim de semana e os amigos retuítam. Beltrano chegou ao boteco X e conta para todos seus seguidores online. Já que é assim, por que não divulgar nas redes sociais sua evolução da massa de gordura do seu corpo?

Essa é a proposta da Balança Whitings, com conexão Wi-Fi. Tá aí um equipamento que pode ajudar a cumprir aquela manjada resolução de ano novo de perder uns quilinhos. A balança hi-tech é capaz de medir a massa de gordura e a massa magra, calcular o índice de massa corporal (IMC) e enviar as informações para a internet, com direito a gráficos de evolução. Você pode acessar as informações pelo site, com digitação de senha, pelo computador ou iPhone, ou receber os dados por e-mail. E, se quiser, pode compartilhar tudo nas redes sociais.

Imagine só, se a mania pega, e na sua timeline aparecem posts como “Fulano está pesando 89 quilos” e, na sequência, “Sicrano curtiu isso”, com direito a comentários do tipo “Exagerou no churrasco, hein?”. Cabe a você decidir se isso vai ser um estímulo para caprichar na dieta alimentar e nas atividades físicas. No meu caso, o vexame público promovido por essa cruel balança me forçaria a jogar todas as energias em cima da esteira ergométrica e a cortar doces e frituras. Que tortura!

A Balança Whitings pode ser compartilhada com até oito pessoas, cada um com seu perfil individual. Para funcionar, precisa de quatro pilhas de 1,5 V (AAA). No Brasil, está à venda na Track & Field, por R$ 914. E aí, você acha que vale o investimento no equipamento para ficar mais esbelto?

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O perigo do lanchinho na frente do computador

por Kátia Arima
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foto: Erich Stüssi

Acidentes com refrigerante no CPU, migalhas no teclado ou ketchup no monitor são terríveis para quem ama seu hardware. O problema é que comer na frente do computador pode trazer malefícios não só para seus equipamentos, mas para sua silhueta.

Sim, se você continuar com suas comilanças enquanto usa o PC, corre o risco de engordar. Um estudo realizado no departamento de psicologia experimental da Universidade de Bristol, no Reino Unido, revelou que as pessoas que comem enquanto usam o computador se sentiam menos satisfeitas após a refeição, em comparação a pessoas que realizaram as refeições sem se distrair.

Na pesquisa, publicada American Journal of Clinical Nutrition, 44 participantes foram divididos em dois grupos, que realizaram refeições em condições diferentes. Um grupo ficou jogando Paciência no computador e o outro realizou a refeição sem distrações. Depois de 30 minutos, os pesquisadores ofereceram biscoitos aos participantes, que poderiam comer o quanto quisessem. O resultado: quem não se distraiu no computador consumiu, em média, 250 calorias a menos em biscoitos.

Que a distração pode levar a comer mais, muita gente sabe. É o caso da minha mãe que, mesmo sem o embasamento de nenhuma pesquisa acadêmica, diz para não comer na frente da TV. Ela tem razão: quem nunca viu alguém devorar, sem perceber, aquele balde imenso de pipoca de 700 calorias acompanhado 1 litro de refrigerante durante uma sessão de cinema? Então, cuidado com as guloseimas na frente do computador. Afinal, nem todo o nerd consegue ter o corpinho esguio do Sheldon, do seriado The Big Bang Theory.

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Notebook no colo sem perigo

por Kátia Arima
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Quando estão no conforto do seu lar, muitas pessoas mantêm o notebook no colo.  Nada mais cotidiano do que tuitar, fazer a ronda nas redes sociais e navegar na frente da TV – não é raro ver os assuntos da TV parar nos trending topics do Twitter. E imagino que o laptop acompanhe muitas pessoas às suas camas.

Porém, notícias recentes têm chamado atenção para os perigos desse hábito. Estudo da Universidade State of New York concluiu que o uso de notebooks sob o colo pode prejudicar a saúde reprodutiva masculina. No início de outubro, um relatório publicado na revista Pediatrics, feito por dois médicos do Hospital Universitário de Basel, na Suíça, sugere que casos de eritrema (mancha avermelhada) na pele em crianças, como resultado de contato prolongado com o notebook, podem induzir ao câncer.

Para que você continue a usar o seu notebook sem ficar preso à mesa do escritório, o jeito é adotar um acessório que evite o contato direto do equipamento com seu corpo. Eis uma seleção de produtos, em diversas faixas de preço.

Fresh Notebook, da Zagg

Com cristais polimerizados que dissipam o calor, esse acessório é prático para guardar e transportar. É leve e pode ser enrolado. No teste do INFOlab, funcionou bem. Disponível em dois tamanhos: para 12 a 14 polegadas e para 12 a 17 polegadas. Preço: cerca de R$ 50.

Apoio Home Sweet Home

Trata-se de uma almofada com enchimento de isopor e um tampo de PVC, para apoiar no colo. Isola o notebook do corpo, mas não esfria a máquina. Na loja Tok Stok, por R$ 29,90.

Mesa com pés

Uma simples mesa com pés que se recolhem pode ser uma solução simples e barata para manter o notebook longe do seu corpo. Esse modelo custa cerca de R$ 37 em lojas online como Extra e Ponto Frio. E serve para você fazer o lanche rápido na sala ou na cama também. Mas não esfria a máquina.

E-table Cooler

Se você topar pagar um pouco mais caro por uma mesinha, pode encontrar uma que tenha coolers para resfriar o seu computador.  Esse modelo tem regulagem de altura e inclinação, dois coolers e porta-copo. A partir de R$ 179, em lojas online como Americanas, Submarino e Carrefour.

Laptable, da Asys

Outro produto que passou pelo INFOlab. Tem regulagem de altura, apoio para mouse e compartimento para canetas e outros objetos. Suas mesas de movimentam na horizontal. É mais bonito na foto do que pessoalmente. Seu preço salgado assustou muita gente. Custa cerca de R$ 1000, em sites como Magazine Luiza e Shoptime.

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Um touro mecânico moderno

por Kátia Arima
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As academias de ginástica sempre estão apostando em uma nova moda para convencer as pessoas a se exercitarem. Mas, o que você diria se ao lado da esteira rolante e da bicicleta ergométrica você encontrasse uma touro mecânico moderno?

Pois bem, como a criatividade não tem limites, a Sunpentown produziu o Giddyup Core Exerciser. Trata-se de uma máquina que simula os movimentos encarados por um peão de boiadeiro. Mas nada de passar aquele perrengue todo: o equipamento permite regular a intensidade do exercício (são cinco velocidades), conforme sua condição física, e determinar o tempo do exercício, para você não sair de lá todo quebrado. Dá também para escolher o movimento do aparelho, que oferece oito tipos de vai e vem na horizontal e a opção de sobe-e-desce, que podem ser combinados.

Imagem de Amostra do You Tube

E o que vale toda essa agitação no ritmo country? O fabricante promete uma série de benefícios para a saúde: força nos músculos abdominais, pernas e nas costas, equilíbrio, correção de postura, melhora na circulação de sangue e aumento do metabolismo.

Mas, antes de pegar o chapéu de cowboy, tenha duas coisas em mente: o equipamento custa cerca de US$ 450 e exige que você passe por uma consulta médica, para ver se você e sua coluna dão conta de toda essa chacoalhada. Compra feita e visita médica paga, é hora da diversão. Seguuura peão!!!

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