Lá em casa / games

O perigo do lanchinho na frente do computador

por Kátia Arima
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foto: Erich Stüssi

Acidentes com refrigerante no CPU, migalhas no teclado ou ketchup no monitor são terríveis para quem ama seu hardware. O problema é que comer na frente do computador pode trazer malefícios não só para seus equipamentos, mas para sua silhueta.

Sim, se você continuar com suas comilanças enquanto usa o PC, corre o risco de engordar. Um estudo realizado no departamento de psicologia experimental da Universidade de Bristol, no Reino Unido, revelou que as pessoas que comem enquanto usam o computador se sentiam menos satisfeitas após a refeição, em comparação a pessoas que realizaram as refeições sem se distrair.

Na pesquisa, publicada American Journal of Clinical Nutrition, 44 participantes foram divididos em dois grupos, que realizaram refeições em condições diferentes. Um grupo ficou jogando Paciência no computador e o outro realizou a refeição sem distrações. Depois de 30 minutos, os pesquisadores ofereceram biscoitos aos participantes, que poderiam comer o quanto quisessem. O resultado: quem não se distraiu no computador consumiu, em média, 250 calorias a menos em biscoitos.

Que a distração pode levar a comer mais, muita gente sabe. É o caso da minha mãe que, mesmo sem o embasamento de nenhuma pesquisa acadêmica, diz para não comer na frente da TV. Ela tem razão: quem nunca viu alguém devorar, sem perceber, aquele balde imenso de pipoca de 700 calorias acompanhado 1 litro de refrigerante durante uma sessão de cinema? Então, cuidado com as guloseimas na frente do computador. Afinal, nem todo o nerd consegue ter o corpinho esguio do Sheldon, do seriado The Big Bang Theory.

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Crianças pedem iPhone de presente de Natal

por Kátia Arima
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Foto: Matti Mattila

Imagine a cena: seu filho, sobrinho, neto, afilhado ou qualquer outra criança escrevendo um inocente bilhete. “Querido Papai Noel, eu fui bonzinho o ano inteiro. Gostaria de pedir nesse Natal um iPhone4 ou um iPad. Se não der, pode ser um iPod Touch.”

Acredite, isso não tem nada de exagerado. O fato é que as crianças trocaram seus pedidos de bonecas e carrinhos por presentes tecnológicos. Foi o que revelou a pesquisa Toy Report, feita pela Duracell, fabricante de pilhas e baterias, com 2138 crianças e pais. Na lista dos 10 presentes mais desejados por crianças e adolescentes de 5 a 16 anos, oito deles são gadgets.

E parece que o bom velhinho terá de negociar uma parceria com Steve Jobs, da Apple. iPhone4 (14%), iPod Touch (13%) e iPad (12%) são os três presentes mais desejados pelas crianças que participaram da pesquisa. Quanto maior a idade da criança, maior o interesse pelos gadgets. Os produtos da Apple foram pedidos por 17% das crianças de 5 a 8 anos, 50% do público de 9 a 12 anos e 66% do grupo de 13 a 16 anos.

O Kinect para Xbox, acessório para jogar de acordo com os movimentos do corpo, ficou em quarto lugar da lista do Noel, enquanto o Playstation Move ficou em oitavo lugar (escolhido por 4% dos entrevistados) . A videocâmera Flip ficou em sexto lugar (4% dos entrevistados), enquanto a boneca-filmadora Barbie Video Girl (foto abaixo) ficou em décimo lugar (3%). O game Harry Potter para 1-4 anos, da Lego, também entrou para a lista, em nono lugar, com 3% dos votos.

É claro que isso é só um reflexo dos sonhos dourados das crianças. Muitas delas vão encontrar presentes mais simples debaixo das árvores de Natal. Afinal, nem todo adulto acha educativo dar presentes tão luxuosos às crianças ou simplesmente não tem tanta grana para tal.

A pesquisa da Duracell foi feita no Reino Unido. Aqui, creio que as crianças têm sonhos bem mais modestos, mas conheço também várias que têm ambição demais para a idade, concordam?

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Vire uma babá com game do Wii

por Kátia Arima
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Você é um daqueles adultos nostálgicos que acham que as crianças deveriam deixar o videogame um pouco de lado para se interessar por brincadeiras tradicionais? Então, talvez goste de saber que o clássico infantil “mamãe e bebê” ganhou uma versão modernosa no console Wii.

A Majesco Entertainment está preparando o game de simulação Babysitting Mama, em que o jogador banca a babá. Um bonequinho todo cuti-cuti tem um acessório nas costas que se conecta ao controle remoto para detectar a movimentação.

Ao começar o jogo, você escolhe um dos seis bebês – cada um tem uma personalidade e necessidades diferentes (ai, que medo!). Aí você tem vários desafios, como ninar o bonitinho até ele dormir, trocar sua roupa, banhá-lo, alimentá-lo (sim, fazê-lo arrotar faz parte da diversão), sempre movimentando o boneco e/ou o controle remoto. Dá até para competir com alguém para ver quem se dá melhor no desafio.

A empresa pretende iniciar as vendas do game em dezembro, por volta de 60 dólares. É o preço que se paga para ter um bebê com tecla de on e off! Cansou, é só desligar!

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